Porto Alegre tem conferência na quarta-feira: A Evolução de Porto Alegre Enquanto Smart City

Conferência: A Evolução de Porto Alegre Enquanto Smart City – Unindo as Perspectivas Sociais e Tecnológicas

Quando: 24 de maio às 13h30.

Local: Teatro Dante Barone – Assembleia Legislativa do RS.

Mais informações: https://www.ufrgs.br/ empreendedorismo/?p=3175

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e o Fórum das Instituições de Ensino Superior – Forum das IES promovem:

CONFERÊNCIA: A Evolução de Porto Alegre Enquanto Smart City: Unindo as Perspectivas Sociais e Tecnológicas.

Você está convidado para participar da conferência sobre o tema Smart City, cidades inteligentes, inovadoras, empreendedoras, trazendo profissionais para inspirar a discussão. A partir da apresentação de casos, tendências e características que definem cidades inteligentes, inovadoras e empreendedoras, será possível pautar a discussão e identificar oportunidades no cenário de Porto Alegre. O evento também irá permitir apresentar ações em curso em Porto Alegre, que constituem iniciativas alinhadas ao propósito de uma Smart City, considerando perspectivas sociais, culturais, econômicas e tecnológicas.

Público alvo: técnicos, professor/as, pesquisadores, representantes institucionais do Fórum das IES, gestor/as institucionais, empresário/as, investidores e público em geral.

PROGRAMACAO:

13:30h – Mesa de Abertura
1º Bloco
Mediadora – Profa. Gabriela Cardozo Ferreira – FÓRUM DAS IES
13:45h – Eran Shavit[1] (Inglês ou Espanhol) – IDEA International Development Accelerator
14:15 h – “Papel das Incubadoras em Smart Cities” – Mery Blanck – UFRGS
14:30h – “Iniciativas em andamento em Porto Alegre” – Thiago Ribeiro – Rede Global de Empreendedorismo
14:45 h – Discussão
15:00 – 15:30 – Intervalo

2º Bloco
Mediador – Prof. José Luis Duarte Ribeiro – UFRGS/SEDETEC
15:30 h – “Tendências globais nas áreas de inovação e empreendedorismo” – Alberto Levy[2]– Plentie
16:00 h – “Inovação Sustentável em Porto Alegre” – Luis Felipe Nascimento – Zona de Inovação Sustentável de Porto Alegre – ZISPOA
16:15 h – “Internet das Coisas – potenciais aplicações em Porto Alegre” – Edson Moreno – PUCRS
16:30 h – Discussão
17:00 h – Apresentação Voice In – Canto a cappella

Quando: 24 de maio às 13h30.
Local: Teatro Dante Barone – Assembleia Legislativa do RS.
Inscrições: 1kg de alimento não perecível ou 1 agasalho ou 1 livro que serão doados para instituições de assistência social.

Mais informações e inscrições no site:
ufrgs.br/empreendedorismo

Agradecemos e contamos com sua participação!

UFRGS e Fórum das IES

 

 

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8 respostas

  1. A cidade é tão inteligente que é mais barato ir até outra cidade de trem do que andar 3 paradas de onibus. Não é possivel que pensem em monitoramento facial em onibus e não conseguem pensar em um modo do TRI calcular o momento do embarque/desembarque das paradas, medindo a distância que o usuário percorreu pra cobrar a passagem kkk Não precisaria nem de internet nos onibus pra implementar um sistema assim

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    • O motorista/cobrador poderia dar um check a cada parada, ao descer o usuario repassaria o TRI na porta de saída (calculando no valor por quantos “checks” ele passou).

      “O usuário desonesto não passará o TRI na saída e andará sem pagar.”
      Para isso, a partir de certas distâncias poderia cobrar um valor fixo. Exemplo: um valor maléavel até 5 paradas. Com isso, o usuário só teria a ganhar passando o TRI na saída, e se não passasse, o valor fixo seria cobrado na próxima vez que ele andasse de onibus.

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      • Para que optar por usar esse cartãozinho também sou a favor de calcular a a distância e cobrar pelo que o passageiro usou.

        Mas para que não utiliza esse cartão, o melhor é pagar o valor total da passagem, pois seria muito demorado aquelas pessoas lerdas e desorganizadas pagar na hora da saída, imaginem o tempo que os ônibus iriam ficar parado esperando…não ia nem valer a pena.

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      • Na minha opinião é mais prático cobrar um valor padrão de todos como se faz hoje em dia e ponto.
        E para que quiser pagar o valor pela distância que percorreu, opte por um cartão pré pago, ai quem faz todo o trabalho é uma maquininha na entrada e saída dos ônibus.

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    • EM singapura o sistema de onibus tem cartao de entrada e saida e nele se cobra proporcional.

      Havera quem diga que é impraticaval aqui, mas na verdade ja se pratica, os onibus metropolitanos cobram valores diferentes para certas viagens em função da distancia e neles se usa um cartao TEU para “carimbar na saida”.

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    • A coisa mais fundamental é tirar o cobrador de dentro do ônibus. Peso morto que ocupa espaço dos passageiros simplesmente com o objetivo de “dar emprego”. Que se pague pessoas para ficar sentadas na garagem da empresa, pelo menos libera espaço dentro do ônibus

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  2. A título de curiosidade…
    Os ônibus urbanos de Buenos Aires (capital) não possuem cobrador. Realmente, pouca ou nenhuma falta fazem.
    Até alguns anos atrás o pagamento era feito unicamente em moeda (moeda mesmo – aquela redondinha de metal!!!) que o indivíduo depositava numa máquina desengonçada, tipo um “parquímetro”, dentro do ônibus após dizer ao motorista o destino (o valor da passagem variava conforme o trajeto). Imagina a loucura atrás de moedas para pagar o ônibus! Muito tempo foi assim na capital portenha.
    Hoje, um sistema totalmente integrado de cartão, chamado SUBE, unifica o pagamento de metrô, trem e ônibus (inclusive em trajetos para fora da capital). Existem ainda algumas barreiras a vencer, do tipo, aproveitar a mesma passagem em duas viagens de ônibus em determinado intervalo de tempo, por exemplo. Mas a princípio funciona super bem.
    O indivíduo sobe no ônibus e anuncia o destino ao motorista que, por sua vez, já define o valor a ser cobrado na máquina de aproximação do cartão (não sei como chama tecnicamente). Não é aceito dinheiro.
    O cartão pode ser adquirido e recarregado por vários pontos pela cidade (vários mesmo!). Inclusive existem máquinas automáticas em estabelecimentos que funcionam 24 horas. Para quem conhece a cidade, sabe que vários “quioscos” (espécie de lojinha de conveniência) funcionam a noite toda e em muitos se pode carregar o cartão. Embora para mim, sempre que há uma emergência e necessito carregar o cartão Murphy entra em ação.
    Claro que posso dizer um destino próximo e desembarcar no final da linha, pagando passagem de valor inferior ao que deveria. Mas isso fica a critério da consciência de cada um.
    O metrô, aqui chamado de SUBTE tem tarifa única, independente do destino mas, em contrapartida, permite transbordo de uma linha a outra em determinadas estações (onde as linhas se cruzam) sem cobrança adicional.
    Para pagamento de viagem de trem o usuário, antes de chegar à plataforma, passa na roleta onde aproxima o cartão da máquina de leitura (como aqui). A diferença é que a passagem não é cobrada ao passar o bloqueio e sim ao sair, pois após desembarcar o usuário também deve passar em uma roleta com uma máquina de leitura e cobrança que identifica onde o indivíduo embarcou e a partir dali calcula o valor a ser cobrado conforme o trajeto.
    Como é difícil descrever didaticamente um sistema que parece tão simples… ; )

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