Cidade Baixa lidera pedidos de parklets em Porto Alegre

Jornal Metro – Porto Alegre – 28/08/2017

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Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, parklets

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19 respostas

  1. Oi pedro luiz pode fazer um comentario coerente ao invés de ficar so criticando as ideias alheias?

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  2. Parece algo a princípio interessante, mas vejamos… Os empresários estão ganhando x metros quadrados para explorar. Ok. Então que seja cobrado IPTU proporcional por esse uso particular do espaço público. Ademais se depender desta imagem e de uma outra que vi destes parklets porto-alegrenses, que troços feios né. Por favor, mais padrão Curitiba, menos essa linha cidade pobre esculacho, porque boa e agradável estética no meio urbano é fundamental!

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    • Gostei da tua ideia. Eu tenho uma vaga de garagem no meu prédio para a qual eu pago IPTU. Poderíamos cobrar IPTU das pessoas que estacionam seus carros na rua por uso particular do espaço público. Boa!

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      • quanta raiva de carros!!!

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      • Não tenho raiva. Já tive um, zero km e tal. Adoro carros, sonho em restaurar um Opala hatch Diplomata. Se eu ganhar na loteria eu compro um Mustang no dia seguinte. Mas não acho que as OUTRAS PESSOAS devam pagar impostos para que eu tenha um lugar para estacionar meu Mustangão na frente da casa delas. Como cidadão prefiro um parklet onde eu possa me sentar e usufruir, ao invés de ter o carro de alguém ali…

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      • Quis dizer COMODORO e não Diploamata…

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      • Também acho justo. Uma rua que poderia ter mais uma vias de cada lado duplicando a capacidade da rua é estrangulada por pessoas que não estão pagando nada por isso.

        Em vias que não há congestionamento nenhum, tudo bem. Há várias ruas e avenidas em Porto Alegre que engarrafam direto e tem estacionamento. Os estacionados deveriam pagar pelo gargalo que causam aos demais.

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    • Se for na frente de bares, sorveterias… faz sentido.

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    • Apenas para lembrar que em Curitiba é cobrada dos bares uma taxa (não imposto) proporcional à área da calçada ocupada por mesas e cadeiras (ela é demarcada em piso e deve ser respeitada). Creio ser interessante a idéia de se pensar em contrapartidas (não necessariamente financeiras).
      Sobre a vaga para carros – nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. A vaga sim pode ser algo de utilidade pública (pense que existem vagas para idosos e pessoas com necessidades especiais, por exemplo. Pense na sua tia gorda com diabetes que não consegue caminhar quinze metros sem por os bofes prá fora e vive de carro prá frente e prá trás vendendo os produtos da Jequiti … é o ganha pão dela). O fato de não usarmos carro não nos dá o direito de impor isso aos outros também (mesma coisa digo a minha amiga vegetariana que insiste que eu não coma carne… e eu me esforço!).

      Mas temos que ser realistas, o espaço ocupado por carros estacionados nas cidades brasileiras é desproporcional. É um espaço caro para o município construir e manter – sustentabilidade financeira zero !
      Não vejo problema algum em começarmos a dar um pouco mais de vida ao espaço das vagas, desde que em acordo com o proprietário do imóvel ao qual ela ficará vinculada (não pode ser mais uma obrigação a pesar sobre os ombros do cidadão).
      Vamos dar a chance da cidade levar adiante esta experiência, sem já formar o “grupo do contra”.
      Se for tão ruim assim como alguns apregoam, a idéia cai por terra. Mas, e se realmente for boa, não vamos nem tentar?

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  3. E meu carro eu ponho onde???!!!

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