Acontece neste sábado, 7, novo plebiscito sobre independência do RS, SC e PR

O movimento “O Sul é Meu País” prepara para este sábado (7) mais um plebiscito informal para consultar a população do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná sobre a possibilidade de se separar do resto do Brasil.

Para a votação, chamada de Plebisul, serão espalhadas urnas em locais públicos de cerca de 900 cidades dos três estados. Os participantes responderão SIM ou NÃO à pergunta: “Você quer que o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formem um país independente?“.

A coordenadora geral do movimento é a gaúcha Anidria Rocha, que mora em São Jerônimo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Ela reconhece que o plebiscito não tem valor legal por não ter sido aprovado pelo Congresso, mas explica que o objetivo é PESQUISAR o que pensam os cidadãos e manifestar essa opinião.
“Sabemos que não tem validade nenhuma do ponto de vista legal, mas a ideia é demonstrar o percentual da população que tem essa vontade de independência”, sustenta.

Segundo ela, o sentimento separatista surge de uma soma de diversos fatores, principalmente políticos e econômicos. “O movimento separatista está crescendo cada vez mais e essa crise política e econômica do Brasil favorece essa nossa posição”, destaca.

“Não há problema algum com os outros estados, não existe preconceito. A nossa briga é com o sistema político de Brasília. Os nossos políticos não nos representam”, afirma.

Ainda conforme os organizadores, a condição mínima para votar é que seja maior de 16 anos e eleitor de um dos três estados. Até mesmo o voto em trânsito será permitido. A expectativa é colher os votos de 2 a 3 milhões de pessoas.
A consulta ocorre das 8h às 20h. A organização do movimento diz que são cerca de 20 mil voluntários envolvidos em todo o processo.

Clique aqui para ver os locais de votação em Porto Alegre

Durante o plebiscito, os eleitores que quiserem também poderão assinar um projeto de lei de iniciativa popular para ser apresentado ao Congresso, propondo a realização de um processo oficial em 2018 sobre o assunto. Para isso, será exigido o título eleitoral.

O movimento “O Sul é Meu País” já realizou um plebiscito em outubro de 2016. Na ocasião, participaram 616 mil pessoas e 95,74% disseram SIM à separação dos três estados do SUL do restante do país.

Lembramos que a competência para propor um plebiscito é do Congresso quando se tratar de questões de relevância nacional. Portanto, como falado acima, este plebiscito é, na verdade, uma pesquisa.

Fonte: Imprensa em geral

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40 respostas

  1. Votarei sim

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  2. Acho que poderíamos sim emancipar nossa Região Sul, mas esse movimento é muito inexpressivo e ler coisas como a capital será em Lages, para né, muito grotesco isso. Se houver uma elevação do nível da discussão e das pessoas envolvidas, me parece válido aderir e lutar, mas para que tenhamos avanços concretos e não loucurada.

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    • Totalmente ridícula a proposta. A capital tem que ser Curitiba ou Porto Alegre. Imagina a quantidade de dinheiro que seria gasta pra tornar a capital Lages. Vão começar de forma errada se fizerem isso. Da mesma forma que Brasilia afundou o Brasil. E a moeda o pila ? Tão achando que isso é brincadeira ? Programa de humor da globo, sem graça ????

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      • Concordo totalmente. Quem está planejando tudo isso parece algum romântico. Onde estão economistas, técnicos de verdade ponderando os cenários e convencendo as pessoas com evidências ao invés de especulações sem fundamento?

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      • “A capital tem que ser Curitiba ou Porto Alegre”. Falas como se esse novo país fosse uma realidade muito próxima. Francamente…Porto Alegre mal dá conta de ser capital do RS, que dirá do… Como é mesmo o nome desse país que querem inventar?…

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  3. Tudo isso é absolutamente patético.

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    • Muito fácil dizer que é patético e não dizer porque. Argumenta !

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      • O que é muito fácil é achar que separando teremos todos os nossos problemas resolvidos. E cá entre nós, a despeito de argumentos técnicos (políticos, econômicos, etc…) há também motivações inconfessáveis ligadas a preconceitos e intolerância com outras regiões do país. Lamentável!…

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      • Está dizendo que as pessoas a favor são xenófobas ? Há uma diferença grande entre ser xenófobo e ser a favor da separação. Nada a ver o que tu falaste.

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      • Tambem existe diferença entre intolerancia e xenofobia gilberto

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  4. A Catalunia que é bem mais rica e desenvolvida que o Sul do Brasil, e fala outra língua, e tem raízes para formar um país está enfrentando uma debanda de empresas: https://www.jn.pt/economia/interior/catalunha-banco-catalao-sabadell-muda-sede-para-alicante-perante-risco-de-independencia-8822588.html. Imagina o Sul do Brasil se optar por esse caminho. Respeito as opiniões que são a favor da “independência”, mas não acho que isso melhoraria qualquer coisa.

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  5. Guilherme. No caso da independencia da Catalunia ela deixaria de fazer parte da Uniao Europeia. Para entrar na UE necessita-se aprovacao de todos os membros (incluindo a Espanha!).

    O que falta no Brasil e uma proposta de mudanca. O sistema que esta instalado nao funciona, por isso grande parte da populacao esta descontente. Separando uma parte menor seria uma forma de mudar o sistema, mas nao vi nenhuma proposta ou projeto concreto.
    Seria mais facil criar mais zonas francas, ou zonas economicamente livres (a exemplo do que a Asia tem feito), ou cidades-estado.

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    • Concordo em gênero, número e grau. Acontece que o movimento do sr. Ilton Marx é mal estruturado, é baseado numa falsa crença de que o RS é rico e poderoso e que só estamos na pindaíba porque “Brasília rouba nosso dinheiro e entrega ao Nordeste”, o que é mentira. Temos poucas indústrias, um comércio decadente e décadas de gestões incompetentes. Nada me faz acreditar que estaríamos em um patamar diferente se Sartori, Tarso, Yeda, Colares et al fossem “Primeiros Ministros” da República do Sul ao invés de governadores do estado. Sou completamente a favor do FEDERALISMO, de uma melhor redistribuição de recursos e de um enxugamento drástico de Brasília. Mas não acho que “O Sul é o meu país” sirva para qualquer coisa, do jeito que está montado

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  6. *Irton Marx e não Ilton Marx…

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  7. Acho que o resultado ou onde será a capital não tem muita relevância. O que tem relevância, entretanto, é o comparecimento em massa, o que indicaria claramente o descontentamento com Brasília e o que poderia forçar o respeito pelo pacto federativo.

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  8. A divulgação dessa escatologia nos meios de comunicação evidencia a priori duas coisas. 1) O vazio existencial reinante na mídia. 2) A total incapacidade cognitiva que assalta o povo. Uma imprensa que coopera para a divulgação de notícias sedais (consultar léxico), não vale um centavo furado. Um povo altamente manipulável mercê instrução zero, que alimenta ideias nauseabundas, natimortas e purulentas não merece ter comida no prato. Volta e meia reaparece essa estupidez oriunda de uma meia dúzia de débeis mentais sem ocupação na vida a não ser aparecer pregando o ridículo. A proBOSTA em questão veio remaquiada, visto que o RS está uma m***** tão grande que os propositores (idiotas com visibilidade) enfiaram SC e PR na outrora República do Pampa. Falta de serviço é o que se vê por essas bandas. Muita chorumela, mimimi e ranger de dentes. Pouco trabalho e competência. Falta vergonha na cara. Fico imaginando um “pais” habitado por esse tipo de “contribuinte”, que pensa que toda a culpa da sua baixa qualidade de vida é culpa dos outros. Triste local de desdentados (cerebrais).

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  9. Sou totalmente a favor.

    Deixo claro que não sou iludido pela grande mídia ou por falsos messias, não sou xenófobo, nem preconceituoso, nem ignorante, nem alienado, nem nada daquilo que algumas pessoas estão tentando definir na base do preconceito e, as vezes, ignorância sobre o assunto.
    Simplesmente sou a favor e tenho bons argumentos para isso. Respeito quem é contra na mesma proporção a qual gostaria que minha opinião sobre ao assunto fosse, ao menos, levada a sério.

    Digo isso por que é interessante que, quando lemos sobre o assunto, parte das opiniões não é sobre o tema e sim sobre a “qualidade” das pessoas que pregam a proposta ou são a favor dela. Isto é, basicamente, uma forma de preconceito mascarado ou uma espécie de conceito baseado em ignorância.

    Neste blog mesmo, apenas na leitura dos comentários fica o exemplo claro da forma em que o debate da proposta é tangenciado, partindo diretamente para a desqualificação da pessoa (ou pessoas) que simplesmente têm uma opinião positiva sobre o tema.

    Temos muito a evoluir, separados do Brasil ou não.

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    • Tu falou, falou, falou… mas não citou os teus “bons argumentos”.

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      • Oi Santos,

        Até pensei em tocar no assunto, justificando a minha escolha, mas desisti pois achei que não cabia na resposta que eu queria dar.
        No mais, achei que se eu citasse os “bons argumentos”, apenas iria polemizar e fugir do foco do comentário que eu queria deixar sobre a maneira desrespeitosa como são tratadas as pessoas que pensam positivamente em relação à separação.
        Sinceramente, também fiquei com medo de ser hostilizado, tal o clima que se criou a respeito do tema.
        Espero ter respondido a contento.
        Abraços.

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  10. O Pleb”e”scito é um evento clandestino urdido por um punhado de gente que estará lançando candidatura a cargos eletivos. Estão usando a imprensa como palco e ferramenta para tal. É um ato de visibilidade midiática cujo mote é uma asneira. O fato de ter gente colocando mãos no teclado pra apoiar essa josta não me surpreende, por razões já elencadas. Digo mais; fomentar separacionismo deveria ser classificado como crime lesa pátria. É uma desobediência da ordem civil e uma insurreição contra a república. Se houvesse ordem neste país, os membros desse movimento espúrio deveriam ser processados por crime contra a pátria. Se há uma obrigação máxima que deve ser cumprida pelo cidadão, é a de respeitar a unidade da nação. Ninguém está impedido de pleitear e/ou organizar movimentos em nome de uma separação, desde que isso seja dirigido diretamente ao Poder Legislativo, sem jamais insuflar a população a ir de encontro ao status quo republicano.

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    • Amigo Zé.

      Apenas algumas observações sobre aquilo que tu classifica de “asneira”, “joça”, “crime”, “desobediência civil”, “insurreição contra a república”, “movimento espúrio” e “crime contra a pátria”.
      Em primeiro lugar, acho que teu argumento de o movimento utilizar a imprensa como ferramenta para promover a idéia não se sustenta em hipótese alguma pois, sem nenhuma exceção, a imprensa aborda a situação de maneira reprobatória e, muitas vezes, debochada. Não lembro de ter visto ou lido nada positivo sobre o tema na imprensa (na minha opinião, isso acontece pois para os grandes grupos de mídia, controlados pelo centro do país, o separatismo é altamente prejudicial).
      Em segundo lugar, não há em momento algum nisso, desobediência ou insurreição, pois o plebiscito em si não fere em absolutamente nada a constituição ou qualquer Lei, em vista que não produz efeitos práticos. Trata-se apenas de uma consulta informal. Te pergunto: que pátria é essa que nos classificaria como traidores insurgentes e nos processaria por ato tão simplório ? Realmente, desta pátria, se assim for, não quero fazer parte. Além do mais, há que tomar muito cuidado neste tipo de argumentação “patriótica e nacionalista”, pois muitas ditaduras sanguinárias começaram com este embasamento (inclusive com o pretexto de abafar anseios de liberdade de parte da população).
      Em terceiro lugar, lembro que o Congresso e as instâncias nacionais políticas jamais se mobilizariam para debater ou sequer tratar de assuntos referentes às chamadas Cláusulas Pétreas – onde este tema se encaixa.
      Sobre as cláusulas pétreas aglutinam-se três correntes doutrinária:
      1- admitem sua alteração, para acompanhar os avanços sociais
      2- concordam com sua existência e acreditam que podem ser alteradas pelo mecanismo da dupla revisão constitucional.
      3- não podem ser alteradas, reafirmando sua imutabilidade constitucional.
      Esta terceira corrente doutrinária é a dominante no brasil. Defendem a imutabilidade das cláusulas pétreas, pois representam o núcleo essencial da constituição e devem ser preservadas.
      Então, de antemão já te informo que se alguém espera ver este tema um dia ser tratado com seriedade no Congresso, este alguém deve esperar deitado em um lugar bem confortável…

      Te digo mais, até 1888 ter um escravo era direito garantido em Lei. Até 1932 estava expresso na Lei que o voto era um direito exclusivo dos homens. Durante o regime militar, prender pessoas sem mandado judicial, sem flagrante delito e sem direito a advogado durante interrogatório também fazia parte da Lei. Então acho que é parte do contexto jurídico evoluir junto com os novos anseios da sociedade e, se a sociedade quer discutir o tema do desligamento do Brasil, pode sim ser um direito dela (talvez não agora, mas certamente sim, num futuro mais esclarecido).

      Tem lembro também que não sou asno, não defendo joças, não sou criminosos, não sou um desobediente da ordem civil nem um insurgente contra a república, nem um traidor da pátria nem nada. Sou um cidadão.

      Um pouco menos de raiva e um pouco mais de empatia nos ajudam a tolerar o direito alheio e conviver em harmonia.

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      • O RS é hoje um dos dois estados mais falimentares da União, União esta que estamos implorando de joelhos por ajuda e para que compre nossas estatais. Quem pede esmola não tem condições de se estabelecer. Mais! Santa Catarina e Paraná jamais aceitariam se unir ao RS. Estão bem na nossa frente em termos de organização. Não se juntariam a primo pobre. Nem o Uruguai, aceitaria-nos como agregado.

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  11. Prezados,

    Sou a favor do direito a secessão. Se será boa ou ruim é outra coisa.

    O primeiro problema é que a CF proibe a secessão. Então, primeiramente precisa fazer uma constituinte prevendo o direito a secessão.

    Acredito que o RS ainda não tem políticos competentes pra comandar um Estado independente. Vejam a ruína financeira que está o RS. O absurdo de termos mais funcionários do governo aposentados que na ativa.

    Quem sabe vamos antes colocar as finanças do estado em dia, desestatizar a máquina pública, pra depois pensarmos em independência.

    Imagina se nossa atual dívida fosse no cenário do RS independente. Sabe o que aconteceria? Hiperinflação. Sim, o governo iria simplesmente ligar a máquina de imprimir os tais pilas pra dar conta da dívida. Mais ou menos o que está acontecendo na Venezuela.

    Abraços!

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  12. Culpabilizam impostos mas esquecem como funcionaria um país.
    E os impostos de importação do Brasil? Todos produtos que consumimos vem de lá, ou vocês acham que é negocio pra um navio cargueiro desembarcar no RS? E as empresas brasileiras que aqui estão, de repente virariam multinacionais e estariam pagando impostos a 2 países, custeando um extra por ficar exportando seu produto de um país a outro, é mais provável que todas vão embora e o RS vá ao declínio. Sem contar que precisariamos COMPRAR energia das hidreletricas do Brasil..

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    • pessoal reclama de imposto ignorando que na separação ele pagaria o imposto do Brasil + exportação + o do RS em cima kkkkkkk

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    • Esse bairrismo exacerbado, essa mania de achar que somos autosuficientes em tudo é que nos afunda cada vez mais. Só não enxerga quem não quer. Repito: esse tal novo país não chega na esquina…

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      • Jaime,
        Lembro que o Uruguai, com seus parcos 3,5 ,milhões de habitantes (menos de 1/3 do RS) e seu PIB de U$$ 70 bilhões (menos de 1/5, se comparado aos quase 370 bilhões do RS ((2014)) já dobrou a esquina e vai muito bem obrigado com um IDH 0,795 (54.º posição mundial) na frente de países como o Brasil, por exemplo, com um IDH 0,754 (79.º posição mundial). Isso não é achismo, são fatos.

        Outro detalhe – o Uruguai já fez parte do território brasileiro, mas se separou no século XIV.

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      • século XIX,,, perdoar… hehehe

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  13. A ideia nao é ruin mas a turma que organiza isso, deusulivre, converse com algum para ver as “ideias” deles.

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  14. Caros gauchos
    Isso ja aconteceu antes lembram?
    Mas sou da turma ” pior que ta nao fica”
    Acredito no Rs , mas falam muito de governo corrupto, mas quem os colocou la ? Sera queo povo aprendeu?
    Perdi minha fe nos governos e pior no povo.
    Vou dar uma ideia, fazer pesquisa:
    1) trabalhadores ativos
    2) escorados no inss
    3) aposentados
    3) escorados no bolsa familia
    4) presidiarios
    5) ladroes ativos
    6) trambiques
    Acho que ta tudo perdido
    Portanto 50% do povo ta parado
    30% ta preso
    10% vai ser preso
    10% dos coitados trabalham
    Ai, enfim vamos nos chamar de que nome:
    Vamos fazer mais um plebiscito?
    Sorte pra todos e Deus nos acuda.


    https://polldaddy.com/js/rating/rating.js

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