Salgado Filho – O novo aeroporto gaúcho

Foto: Gilberto Simon

Os gaúchos conhecerão finalmente nesta quinta-feira (26) detalhes da nova gestão do aeroporto Internacional Salgado Filho de Porto Alegre, com a chegada da concessionária Fraport Brasil.

Será durante reunião-almoço da Câmara Brasil-Alemanha do RS, a ser realizada na sede da Fiergs tendo como palestrante a CEO Andrea Pal.

A Fraport vai transformar o aeroporto em um HUB (concentrador) de cargas e passageiros, integrado aos vizinhos, escreve o diretor executivo da Câmara Valmor Kerber. E irá trazer fortes impactos às nossas exportações e importações, e, portanto, à economia, pois passaremos a ter conexão direta com importantes mercados mundiais, o que hoje ocorre por escalas em outros aeroportos brasileiros.

Affonso Ritter



Categorias:Aeroporto Internacional Salgado Filho

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22 respostas

  1. Por quem? O Afonso Pena era uma porcaria antes da reforma, depois não fui lá. Mas as salas de embarque eram minúsculas, as opções de refeição e compras eram limitadíssimas. Eu uso o Salgado Filho regularmente e não tenho do que reclamar.

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    • Sempre preferi o Salgado Filho, mas o aeroporto Afonso Pena depois da reforma melhorou muito, ele era acanhado e agora está bem espaçoso, tem mais lojas e muitos lugares para alimentação. Eu só não curto a localização que é distante de Curitiba (e tem transporte público deficiente e corrida cara se pegar táxi/uber/afins) . Atualmente está melhor que o Salgado Filho, mas acredito que depois das obras da Fraport aqui o Salgado Filho retome a liderança no sul.

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  2. O Salgado Filho foi considerado o 2ª pior aeroporto do país. Eu sinceramente acho exagerado isso, não consigo entender os critérios dessa avaliação, dizem que são os próprios passageiros que fazem essa avaliação.
    Alias eu acho o Salgado Filho melhor que o Afonso Pena aqui em Curitiba que foi considerado o 2ª melhor do país.

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    • Acho o Salgado Filho infinitamente melhor que o Galeão (RJ), onde o ar-condicionado não funciona, as informações são pífias, o atendimento é ruim, e que o Santos Dumont, onde o passageiro tem que andar na pista para embarcar no avião, por exemplo, que aliás, é a realidade de inúmeros aeroportos ao longo do Brasil.

      O Salgado Filho foi o segundo terminal a ter fingers, quando apenas Guarulhos os tinham. Lembro-me que há alguns anos atrás o Fantástico fez uma matéria relatando a facilidade de se entrar com um revolver em aviões no Brasil, fazendo o teste em diversos aeroportos, mas não o fez no Salgado Filho, que já tinha o equipamento capaz inclusive de distinguir o conteúdo das malas e diferenciar metal de roupas, dinheiro ou material orgânico.

      Sinceramente, essa pesquisa mostra-se totalmente tendenciosa.

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      • Pois é, com todos os problemas que o Salgado Filho tem, ele ainda está anos-luz a frente de muitos outros. Vejam por exemplo o Hercílio Luz, em Floripa: aeroporto minúsculo, mal-equipado, horrível.

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  3. Como é que anda a remoção da vila Nazare,e a ampliação da pista.Pelos poucos conhecimentos aeronauticos que possuo na minha opinião esta aeroporto já esta saturado mesmo com a ampliação da pista,ainda vai ser só uma pista com duas direções de pouso e decolagem .Vendo pelo google earth o pulo do gato seria trocar a base aerea de Canoas e fazer um novo aeroporto lá pelas fotos só área rural por perto e a atual pista é maior e ainda poderia ter uma lateral de dimensões menores.Mas vamos ver no que vai dar só o tempo vai nos dizer se o negócio vai andar ou não,boa sorte para os alemães.

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    • Renato, em geral, uma pista pode movimentar até 15 milhões de passageiros por ano. Pelo que eu entendo, não se chegou nesse número ainda, e para chegar precisamos da ampliação da pista.

      Quanto à utilização da BACO: é o que eu venho dizendo há anos. Dá pra fazer, há precedentes no Brasil, é viável financeiramente. O problema é que é mais difícil de roubar dinheiro pois é uma obra muito menor.

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      • Até nos EUA se faz isso, onde há paranóia de segurança. Em Honolulu o Aeroporto e a Base Aérea Hickam ficam no mesmo lugar. Canoas seria o local perfeito para um novo aeroporto. Mas na volta da base aérea de Canoas não tem terreno de ministro, aí inviabiliza.

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        • Fiz uma montagem tosca aqui só pra comparação de áreas e tamanhos.
          Daria pra por duas pistas de 3.200 metros, cruzadas.
          Tem muitos aeroportos no mundo dessa forma. As pistas não precisam ser paralelas.
          Olhem:
          Montagem

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      • Gilberto,

        Não vejo viabilidade para uma pista cruzada nessa posição que sugeriste, pois temos muitos obstáculos ao sul, é uma região muito densa cheia de prédios. Se realmente for o caso de se construir pista nova, faria mais sentido que fosse paralela a free-way, a 1km desta. Em ambos casos, a viabilidade fica prejudicada pela distância, pois teríamos que construir quilômetros e quilômetros de pista de táxi, e uma boa parte disso seria em um terreno meio alagado. Complicado.

        Enfim, não vejo sentido em construir outra pista, quando já temos uma pista pronta em Canoas, requerindo a simples construção de um terminal, sem nenhuma desapropriação ou engenharia mirabolante.

        Um outro ponto que convém lembrar: a orientação da pista do Salgado Filho (e da BACO) não foi escolhidas ao acaso. O projeto de um aeroporto sempre precisa levar em conta as condições da região, especialmente a proximidade de corpos d’água e a predominância dos ventos.

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  4. Absolutamente oportuno, positivo, fator alavancador de progresso deste estado, a vinda dessa fantástica empresa para assumir e literalmente fazer decolar esse aeroporto Salgado Filho!

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  5. Tomara que tal reclame, se torne realidade e, que em meio a tantas más notícias, está venha nos surpreender e, tornar-nos mais confiantes nas boas novas que haverão de nascer desta nova gestão alemã de nosso aeroporto!

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  6. O mais recente conto do vigário na praça. A gente gostcha.

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  7. seria um sonho a trensurb vender a area da região ancheita-aeroporto e fazer aquilo num shopping da fraport.. ia ser MONSTRO

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    • Interessante… Quem sabe o estilo de administração visando o “demoníaco lucro” não destrave o desenvolvimento de PoA utilizando áreas abandonadas da capital.

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    • Mas qual área exatamente? Pelo que eu entendo, uma boa parte daquela área é pátio de manobra do Trensurb. Não dá pra operar sem pátio de manobra.

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    • Aquela área inútil onde só tem um pátio de manobras, estacionamento de trens, área administrativa, centro de controle operacional e oficinas de manutenção? Parece uma ideia genial…

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      • Esqueceu das áreas de depósito de entulhos e sucata de trens. Também esqueceu da área de mato abandonado.
        Tem área ali sobrando…

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      • Josiel,

        Tenho minhas dúvidas se isso seria uma boa ideia. Mesmo com o abandono que mencionas (que é parcial), essa área deveria ser preservada pelo simples fato de que é o melhor local disponível para pátio de manobras. Hoje ela não é usada, mas se resolvermos expandir o trensurb no futuro (ou, por milagre, fazer o metrô), essa área está essencialmente pronta: não requer terraplenagem, drenagem, desapropriação, nada, é só usar.

        Um outro aspecto que vejo prejudicial à ideia de construir ali: está literalmente na cabeceira da pista e é impossível erguer prédios maiores que 3 andares. Como você atrai investimento pra construir um shopping em um local onde não vão surgir imóveis residenciais na sequência?

        Honestamente, eu gosto muito de projetos que possam trazer para a cidade espaços antes divididos por atividades pouco convidativas. Um bom exemplo é o Hudson Yards em Nova Iorque, onde estão construindo um complexo em cima de um pátio de manobras usando os direitos de ar deste.

        O problema é que não dá pra aplicar isso no nosso caso: não só não se pode construir alto ali em função do aeroporto, como também não há nem uma fração da pressão imobiliária de NY ao ponto de justificar a engenheira necessária para a empreitada.

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  8. Vão apresentar maquetes, renders?

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