Ministro da Cultura garante empenho para finalizar obra do Mercado Público

Terceira etapa de recuperação do prédio foi orçada em mais de R$ 10,7 milhões

Terceira etapa de recuperação do prédio foi orçada em mais de R$ 10,7 milhões | Foto: Eduardo Beleske / PMPA / Divulgação CP

O Ministro da Cultura Sérgio Sá recebeu, nesta segunda-feira, um documento com todas as obras ainda a serem executadas para finalização da reforma do Mercado Público e reabertura do segundo andar do prédio histórico. O ministro esteve em Porto Alegre e se reuniu com o vice-prefeito e secretário de Relações Institucionais e Articulação Política, Gustavo Paim.

Após o encontro, ministro e vice-prefeito caminharam pelo interior do prédio para verificar o andamento das atividades e as necessidades da reforma. “Estamos atuando para que boa parte dos recursos destinados à cultura vá para o setor de patrimônio histórico e cultural, e assim consigamos finalizar a obra do Mercado Público de Porto Alegre”, afirmou o ministro.

O Ministério da Cultura (MinC) apoiou as etapas anteriores, liberando cerca de R$ 10 milhões por meio do PAC Cidades Históricas. As ações da terceira etapa foram orçadas em mais R$ 10,7 milhões.

Correio do Povo

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Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Restaurações | Reformas

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33 respostas

  1. acham que iniciativa privada iria transformar o centrão na padre chagas kkkkkkkkk o centro não tem potencial comercial para investimentos gourmet. Pessoas que consomem do centro são maior parte da população, em algum lugar da cidade essa demanda terá que ser cumprida, e é o centro, assim como todas capitais do brasil tem sua 25 de março.
    Um lugar onde quem predomina ja é a inciativa privada, nem toda inciativa privada tem orçamento pra fazer calçada com palmeira de shopping, ou interesse.

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  2. Ledo engano. E os exemplos vou te citar aqui; Estão na nossa cara. As obras da Copa. As que foram concluídas ficaram um lixo..e todas executadas por empresas privadas. O viaduto da Rodoviária com uma mão francesa de apoio. O viaduto mazembe, que alaga em cima, com rachaduras nas laterais e locado em cima do passeio. A cobertura do Beira-rio em cima da Padre Cacique. Corredores de ônibus liberados com rachaduras no concreto antes da inauguração. A maioria dessas obras continua lá, sem reparo.

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    • Com teu texto corroboras exatamente o que eu disse.
      ” quando a iniciativa privada comete um erro (digamos, de construção, por exemplo) o prejuízo é dela mesma. No caso de uma obra pública, o prejuízo é da população.”

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      • Como? O prejuízo ficou pro povo, amigo. Ou tu achas que o beira-rio saiu de cima da Pe. Cacique, a mão francesa do viaduto da rodoviária foi corrigida, a trincheira da Anita está finalizada e a pilastra do viaduto mazembe saiu de cima do passeio público? Tu estás precisando conhecer melhor a tua cidade. kkk

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  3. Rosário na Argentina acabou de abrir seu Mercado del Patio, lindo, fluído, estiloso, com uma vibe atual com oferta de uma miríade de excelentes produtos tradicionais. A reforma feita, foi primeiramente bem pensada, formulada e depois primorosamente executada. No caso da capital gaúcha e seu mercado público gostaríamos que pessoas competentes cuidassem dessas revitalizações mesmo que sejam de fora e pelamor verdadeiramente competentes, porque meu, como vai dinheiro e vá lá quando visitamos e vemos o que foi feito somos tomados por uma sensação de decepção e até agonia, tipo uma vergonha mesmo, porque tanto dinheiro para tanta coisa mal acabada que se vê em geral, num grau absurdo, só em POA mesmo. Desejamos que isso um dia venha a mudar. A ver Rosário https://www.facebook.com/mercadodelpatio/

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    • Falando em obra da iniciativa privada e acabamento, te convido a passear pelas dependências do Trade Center da Maiojama (Borges de Medeiros), uma das maiores empreendedoras imobiliárias gaúchas. Um grande lixão. Em constante reforma e reparos desde que foi construída, inclusive interditada vários meses devido sérios estragos com uma ventania.Esse é um dos tantos exemplos das obras (maravilhosas) das nossas empresas PRIVADAS. E olhe que estou falando de uma empresa poderosa. Quem vê de longe acha bonita. Basta uma circulada pelo interior pra ver o baixíssimo nível construtivo e acabamento de 18ª categoria.

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      • Não conheço este empreendimento, mas a grande diferença é que, quando a iniciativa privada comete um erro (digamos, de construção, por exemplo) o prejuízo é dela mesma. No caso de uma obra pública, o prejuízo é da população.
        Portanto, como cidadão, não me preocupo de a Maiojama, a Bortoncello ou a Cyrela fazem obra ruim. O que me importa é que a obra pública (ou de destinação, financiamento públicos) tem obrigação de ser bem executada, independente de onde seja ou o que seja.

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  4. Eu pensei que já tinham acabado, porque, tudo em PoA fica com cara meia boca…

    Três coisas que eu sempre penso quando passo por lá:
    1- Potencial turístico (que tanto dizem) – que espécie de turista se contenta em cheirar peixe.
    2 – Que diabos é aquela “caixa” branca anexada ao prédio no lado voltado para a estação Trensurb? Cultura do puxadinho brasileiro?
    3 – O juninho veio todo vera verão largando “eepa” quando picharam a fachada, dizendo que iam multar quem fez e o DMLU iria limpar. Tivessem deixado sujo, sairia mais bonito do que aquela limpeza mal feita.

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  5. Deviam tombar a fachada do prédio e vender para a iniciativa privada. A reforma sairia rapidinho e seria feita uma higienização no mercado público. Não há lugar para peixarias fedorentas num ponto tão nobre. Seria uma ótima maneira de começar a revitalizar o centro de POA. Tem que fechar, arrancar até o reboco pra tirar a catinga e refazer tudo, bem bonito com um comércio que valorize o local e não o que temos hoje.

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    • Cuidado com a superdosagem deste medicamento tarja preta que estás usando. Ele provoca alucinações e perda de contato com a realidade. Tu achas mesmo que a iniciativa privada é tão deslocada assim da realidade brasileira, para ser esse sinônimo de eficiência do qual tu falas? Será que não caiu a ficha ainda de que a nossa iniciativa privada brasileira é (via de regra) tão ruim e ineficiente quanto às nossas instituições públicas? O cliché do momento é o seguinte: entrega pra iniciativa privada que ela resolve. Maravilha! Olha quem é a OAS, AG, Odebrecht, Vivo, Tim, Claro, etc, etc e etc. Olha o nível (a falta dele) de respeito que as lojas, revendas de automóveis, etc, têm em relação ao consumidor. Vamos parar com esse raciocínio raso de que iniciativa privada é muito diferente do que setor público.

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      • Adoram usar a telefonia como exemplo de como a privatização não funciona… A telefonia não funciona justamente devido às regulações da Anatel e não devido às privatizações.

        A Anatel, por exemplo, proíbe a Nextel de operar no mercado de celular. É o excesso de regulação do estado que cria o monopólio. O absurdo chega ao ponto de, após as reuniões de lançamento de produtos, os diretores da Vivo, Claro, Oi e Tim irem para churrascaria juntos para discutir os negócios.

        A Anatel proíbe ainda que empresas pequenas foquem em coberturas restritas para não competir com as grandes, ou seja, a própria Anatel garante o lucro e monopólio das 4 telefônicas.

        Isso não é capitalismo, isso é fascismo, que tem como base o conluio entre governo e empresas privadas.

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      • Pablo; as cretinices das operadoras de telefone nada têm a ver com as regulações da Anatel. Francamente. Além do mais, nenhuma operadora é obrigada a estar no Brasil. Mas parece que é um excelente negócio (pra elas) estarem aqui. Alguma dúvida?

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      • A telefonia celular no Brasil é uma das mais caras do mundo e por que é que operadoras do mundo inteiro não vem receber esses lucros aqui? As concorrentes não tem força de lei para impedi-las, como acontece com a Nextel.

        Por que é que não entram outras operadoras então?

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      • Por que as atuais empresas de telefonia já estabeleceram um oligopólio…um círculo restrito muito bem alinhavado com o estado. As que ainda não entraram, já perceberam lá de fora como funcionam as coisas aqui no Brasil.

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      • Mas a pergunta ainda não foi respondida. Por que é que não aparece uma empresa estrangeira instalando antenas e oferecendo serviços competindo com o oligopólio? Alguém impede isso e o oligopólio não tem poder para decidir que não vai entrar sem que o governo, Anatel, justiça ou sei lá o que o façam.

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      • Mais simples ainda. Por que o sistema já está estabelecido e não admitiria JAMAIS uma variável que viesse perturbar o “equilíbrio” já estabelecido. Sabe como funcionam os territórios de gangues e tráfico, né. Pois é. Se você for um rival, tente agir no território que pertence a outro traficante e descubra o que vai te acontecer. No mundo corporativo, mormente num país democrático de fachada como o Brasil, criou-se uma política Pró-trust, inclusive com mega fusões entre grande companhias, que acabaram a dominar 100% do seus mercados. exemplos; AMBEV e JBS….ou então “clubes” de poderosos, como o clubinho das construtoras OAS, AG, Odebrecht, UCT, Queiróz Galvão. É isso aí, amigo. Bem-vindo ao Brasil.

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      • Apenas uma informação para corroborar o que o Pablo disse:
        “A Anatel proíbe ainda que empresas pequenas foquem em coberturas restritas para não competir com as grandes, ou seja, a própria Anatel garante o lucro e monopólio das 4 telefônicas”.

        Realmente concordo que parte da ineficiência destas grandes empresas de telefonia é culpa da certeza de que, independente do péssimo serviço que prestarem, não vai haver nada melhor para competir com elas. Os pequenos são sufocados pela burocracia estatal, enquanto os grandes são afagados pelo mesmo Estado. Basta ler as notícias.
        Me incluo como exemplo. Vivo em um bairro retirado de área central, dentro da região metropolitana. Aqui não é atendido por internet destas grandes empresas, mas existe uma empresa pequena/média que atende (por que para estas empresas sobra o “refugo”, enquanto as grandes abraçam o filé. Bom, te digo que esta empresa de internet esquecida por Deus (e pelo Estado) presta um serviço muito satisfatório para mim e para os meus vizinhos a ponto de, PASMEM !!!, ser elogiada entre seus clientes.

        Burocracia demais, servidores públicos demais, controle demais emperram a vida – não que não devam existir, mas devem ser precisos e eficientes e não um mastodonte nas costas do povo.

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      • Zé enrolou, enrolou e não explicou como é que empresas, sem o governo corrupto conseguem impedir outras de entrar no mercado.

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      • Pô, Pablo! Que país tu vives? Tu não sabes que grande companhias governam com o estado? Será que a lava jato não te ensinou algo? O esquema supra partidário, em conluio com as propinas e financiamentos de campanhas. Te liga, cara! Há um ciclo “virtuoso” que se auto alimenta. Financiamento privado de campanhas > propinas > liberação de verbas públicas e emendas > monopólio > reeleição É esse o sistema. Só entra nele quem “contribui” e as regras já estão postas. É participar e contribuir, ou nada.

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      • Raciocínio errado. Não há problema nenhum em doação de campanha, quando está nos termos da lei e não é caixa dois, obviamente. Se alguém bate a minha porta e quer me dar dinheiro, qual o problema disso?

        Agora, se políticos prejudicam a economia, criam monopólio porque recebeu doação, isso já não é doação, é propina! É Crime!. A criação de monopólio é crime e deveria ser combatida tanto pela Anatel quanto pelo Cade. Essas instituições não são apenas ineficientes, elas são criminosas!

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      • “Se alguém bate a minha porta e quer me dar dinheiro, qual o problema disso?” Nenhum problema. Pra ti e pra esse alguém. O problema todo vai ser repassado pro contribuinte, que vai pagar a conta desse acordo de cavalheiros entre você e quem lhe procurou pra oferecer dinheiro. É quase inacreditável que alguém não desconfie que, se alguém tá oferecendo dinheiro, não vá querer nada em troca, e esse favor virá quando o presenteado estiver empossado no cargo público, lidando com a grana do povo. My God!

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        • Não consigo entender a tua tentativa furada de equiparação(i) de doações de campanha ou da classe empresarial com políticos, politiqueiros e suas corrupções. Essa gente é classe mais imunda nesse país. Se um empresário quer dar dinheiro esperando algo em troca, o político pode simplesmente não fazer por honestidade e pronto, o empresário q se f0d@. Se o político fizer algo em troca prejudicando o país, isso é crime! Tem que ir para a cadeia e pronto! Não tem essa de “o equilíbrio do sistema”, é crime e pronto!. Você está equiparando doações legais, com crime de ordem financeira. Essa gente do Cade, Anatel e a grande maioria dos políticos deveria estar na cadeia por cometer esses crimes! E vc ainda tenta aliviar para o lado da politicagem… não dá para compreender.

          A teu raciocínio é tão furado que mesmo que amanhã torne proibido qualquer tipo de doação de campanha e que a polícia/justiça acabe com o caixa dois, não vai mudar ABSOLUTAMENTE nada no país, pois os políticos continuarão causado dano a ordem econômica em benefício de suas empresas, de empresas de seus parentes e amigos, sem doação nenhuma! Isso como aconteceu com Eike Batista ou Blairo Maggi. Bah, parece que não pensa!

          i. “a nossa iniciativa privada brasileira é (via de regra) tão ruim e ineficiente quanto às nossas instituições públicas”

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          • “A teu raciocínio é tão furado que mesmo que amanhã torne proibido qualquer tipo de doação de campanha e que a polícia/justiça acabe com o caixa dois, não vai mudar ABSOLUTAMENTE nada no país, pois os políticos continuarão causado dano a ordem econômica em benefício de suas empresas, de empresas de seus parentes e amigos, sem doação nenhuma! Isso como aconteceu com Eike Batista ou Blairo Maggi. Bah, parece que não pensa!” (Pablo) Cara, acho que tu tens sérios problemas com exegese > interpretação de texto. Quem é que falou em país será diferente se não houver doação de campanha? Eu sugeri isso no meu texto? Está ficando constrangedora a tua incapacidade para entender um texto. O Brasil é assim, independentemente do regime de governo que por ventura existir. parlamentarismo, parlamentarismo misto, presidencialismo, monarquia, tanto faz. A roubalheira será sempre análoga, pois a índole do cidadão e representantes serão as mesmas. Obra com mão-de-obra desqualificada sempre dá merda, e a qualidade da nossa mão-de-obra vem decaindo a cada dia.

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          • Exatamente aqui: “Há um ciclo “virtuoso” que se auto alimenta. Financiamento privado de campanhas > propinas > liberação de verbas públicas e emendas > monopólio > reeleição É esse o sistema.”

            Não é um “ciclo virtuoso”, que inevitavelmente termina quando rompe-se o ciclo (por isso que se chama ciclo). A corrupção tem um criadouro e esse criadouro é na política!

            Novamente vc tenta equiparar a safadeza política com a população que na grande maioria é boa e honesta. Entretanto no círculo político só entra quem compra e quem se vende. “A roubalheira será sempre análoga, pois a índole do cidadão e representantes serão as mesmas” – foi o que vc escreveu!

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          • Veja como vc precisa atacar para tentar impor teus argumentos. Precisa disso?

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          • “A corrupção tem um criadouro e esse criadouro é na política!” (Pablo)
            Para você afirmar isso, necessariamente terá que admitir que políticos caem do ceu ou são ET’s. De onde eles surgem? Do espaço sideral, de outras galáxias ou do seio da população? Pense bem.

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          • Já foi respondido: “Entretanto no círculo político só entra quem compra e quem se vende.”

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  6. Que fotomontagem da poha! hahahaha Ficou muito zuado! Putz Correio do povo…

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  7. Em agosto completaram-se TRÊS ANOS, do sinistro. Hoje são 800 dias. Há OITO CENTENAS DE DIAS a administração de uma capital estadual com 1.400.000 habitantes, de um país com a oitava economia do mundo e que recentemente está pleiteando independência do restante do país, por considerar-se boa demais para pertencer ao Brasil, não consegue finalizar o conserto de um telheiro. Viva o plebiscito do Sul é meu país. kkk

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  8. nossa cara… fazer um telhado de uma residencia com 50m² custou-me R$ 10mil. telha brasilite malandro, 8mm de espessura pra guenta granizo sapoha… e aí pra fazer a TERCEIRA PARTE do mercado publico mais de R$ 10milhões? caramba…

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