Lojas do Viaduto Otávio Rocha na mira da prefeitura

Jornal Metro – Porto Alegre – 01/11/2017

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12 respostas

  1. Vamos falar a Verdade:
    Acho que a ‘gourmetização’ tende ao fracasso em lugares caóticos como o centro onde não há como estacionar, ou que a correria impede um caminhar seguro para usufruir dos espaços. Na verdade o centro ja é muito vitalizado, mas não mais do público ‘classe A’. Se revitalizar for trazer esse publico de volta ao centro, eu duvido que consiga, a geografia urbana da cidade ja criou outros ‘centros’ comerciais para esse público.
    Na geografia atual de POA o centro histórico está destinado ao grande publico e a noite ficara refém da margem desse publico, usuarios de droga, pixadores, inferninhos.. Qualquer solução para revitalizar isso ignora a geografia urbana da cidade e é utopica.

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    • (surpreende um prefeito ter um pensamento infantil e simples achando que todas regioes suportariam o formato ‘shopping’, cada coisa em seu lugar.) Feiras estilo brique ou reunir todas aquelas tendas ambulantes do centro em um grande corredor no viaduto talvez fosse a solução mais realistam. Se a prefeitura desse uma estrutura as tendas e fizesse de forma organizada, evitando um novo camelodromo, ficaria uma zona interessante.

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  2. Mesmo não fazendo mais parte da minha vida,o que eu tenho a dizer que é lamentavel,entra governo sai governo e é a mesma enrolação vamos ser coerentes o Viaduto é uma parte do problema do centro que com as atuais leis não vai ser resolvido, O centro de Porto Alegre esta tomado de viciados de pessoas que precisariam tratamento psiquiatrico adequado e miseraveis e não há nada que se possa fazer,corajosos foram aquele pessoal que remodelou o predio do guaspari,eu se tivesse grana jamais enterraria ali mas enfim a história vai longe. Quanto a administração do atual prefeito ou a prefeitura esta quebrada,gasta mais que arrrecada e gasta mal ou falta administração.No meu Bairro tem um projeto de troca de esgoto domestico supervisionado pelo DMAE que tá um merda,um serviço de quinta categoria pago com dinheiro publico e supervisionado por servidores publicos e o que dizer disso José.

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  3. Só gostaríamos era de ver esse espaço recivilizado e seu brilho recuperado. Esse viaduto é muito especial, meio que único no Brasil e se estivesse nos trinques e não detonado como se vê, seria com certeza uma das atrações turísticas mais seletas e concorridas dessa cidade. Pena e descontentamento por essa realidade de não-conservação patrimonial e ocupação pelos moradores-donos-de-rua porto-alegrenses que vai persistindo.

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  4. Nem os correligionários suportam o Marchezan, coisa que eu já esperava. A última a pedir o boné foi a secretária que não concordou com ele nessa questão do viaduto. Só rindo e esperar 2020. 10 meses já e nada.

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    • A intenção do Marchezan fica cada vez mais evidente. Ele quer justificar a caça aos servidores públicos, através da destruição da cidade. Não repassa verbas, mantém ruas esburacadas, não aceita revitalizar algumas áreas degradadas e faz tudo para jogar a população contra o serviço público. A intenção nítida de entregar para os amiguinhos da iniciativa privada. Iniciativa privada não é um problema em si. O problema são os apadrinhamentos, consultorias aos amigos e aprovação de projetos “prioritários”. Ele quer provar que o serviço público não funciona e que a única alternativa é deixar para as empresas administrarem. É uma pilantragem deslavada. Agora mesmo marcou viagem pro Peru. Ele e o vice. No meio de toda essa crise institucional, se mandou pra lá, em total desrespeito ao servidor e eleitor. Para o prefeito, peru tem preferência. Eu sempre soube disso. kkk

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      • No dia que eu encontrar um serviço público de qualidade ou um privado que é regulado pelo público que funciona, eu vou defender o setor público. Enquanto isso não acontece, quanto menos estado melhor.

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        • Eu sou a favor de estado menor possível, mas problema é que no Brasil o pessoal é liberal só até quando não precisa de um empréstimozinho com juros subsidiados ou alguma outra mãozinha estatal; quando precisa, aí esquece o liberalismo na hora.

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        • Concepa (freeway) é uma estrada pedagiada, serviço regulado pelo poder publico.

          Hospital de clinicas é um hospital universitario publico e é referencia em termos de hospital universitario em todo o brasil.

          Outros exemplos de sucesso, ainda que menor sao bem claros, Banco do Brasil, e Banrisul, ambos sao superavitarios e ainda cumprem um papel social de ter agências em cidades e locais onde nenhum banco privado faz questao de ter.

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      • E desde quando viajar é problema? É extremamente comum cgovernantes viajar para outras cidades e até países buscando parcerias, know how e investimentos. E sinceramente, se é para viajar por bel prazer, a América Latina oferece lugares melhores para e visitar do que o Peru. Só espero que o retorno dessa viagem seja positivo.

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      • em que mundo voce vive? é justamente o fato de uma empresa ser publica que serve de massa de manobra pra favorzinho politico. Favorzinhoi por favorizinho, prefiro um que não me de prejuizo. Carris, CEEE, Trensurb, pode privatizar, o favorzinho vai continuar, só que o prejuizo é do empresariado e não do imposto. serviço publico é garantir que o privado faça o serviço direito e não SER O SERVIÇO PRIVADO.

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