Mais de 80% das estradas do RS estão com superfície desgastada

Pesquisa da CNT avaliou situação de todas as rodovias do Brasil

Pesquisa da CNT avaliou situação de todas as rodovias do Brasil | Foto: Alan Costa / CP Memória

Uma pesquisa envolvendo todas as rodovias brasileiras, feita pela Confederação Nacional do Transporte, indicou que as estradas do Rio Grande do Sul se encontram em condições regulares, em sua maioria. O estudo aponta, contudo, que apenas 12,5% da pavimentação se encontra em perfeito estado, com 84,1% apresentando superfície desgastada (49,3%) ou trincas e remendos (34,8%).

Cerca de 43% da malha viária tem estado geral regular, com 37% bom ou ótimo. Outros 15,5% se encontram em condições ruins, com 3,4% das rodovias em situação péssima. São 349 quilômetros de rodovia com situação ótima, 2.980 quilômetros bons e 3.820 quilômetros regulares. Outros 1.371 quilômetros apontam condições ruins e outros 298 quilômetros, péssimas condições de trafegabilidade.

Na questão de segurança para o trânsito, o RS tem ainda o problema da imensa maioria de estradas com pista simples e mão dupla. São 8.189 quilômetros com essa configuração, ou 92,9% das rodovias. Pista dupla com divisórias existe apenas em 541 quilômetros, ou 6,1% da malha rodoviária.

Apenas uma rodovia, a extensão de RS 332/BR 153 apresenta classificação péssima em seu estado geral. A avaliação levou em conta 43 quilômetros pesquisados. O trecho se estende da RS 129 em Encantado até a BR 386 em Soledade, num total de cerca de 91 quilômetros.

Correio do Povo

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Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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2 respostas

  1. Então… Claro e ultra evidente que isto é um fator para o estado gaúcho sofrer altas perdas econômicas pelo déficit de agilidade logística e também sociais tendo em vista da elevada ocorrência de acidentes de trânsito. Claro que é necessária uma solução. Mas infelizmente no geral brasileiros apesar de tudo que há de óbvio não questionam a raiz dos problemas e com certeza neste país primitivo em que a maioria da carga pesada da produção, seja industrial ou agrícola é transportada por rodovias, a manutenção se torna um desafio digamos praticamente invencível e que quando feita muitas vezes torra recursos sem solucionar adequadamente a problemática. Então pergunta-se, quando finalmente teremos um sistema ferroviário decente, tanto para tirar o peso das toneladas de cargas sobre o asfalto para pô-las sobre trilhos e também como modal de transporte público, para dar mais opção, segurança e conforto para o cidadão? Enfim, nosso Brasil atravancado na buraqueira da inoperância e da falta de visão.

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  2. RS 332/BR 153 apresenta classificação péssima – nesta RS332 existe 30 quilómetros lamentáveis bem piores que o restante, essa é uma área produtiva para o estado, contribui mas não ha contrapartida que é uma obrigação do governo(inexistente).

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