Revitalização do Cais Mauá começa na próxima semana

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Marchezan destacou empenho dos envolvidos no projeto para fazer a cidade evoluir   Foto: Luciano Lanes/PMPA

O prefeito Nelson Marchezan Júnior assinou nesta quinta-feira, 1º, a ordem de início das obras de revitalização do Cais Mauá, ao lado do governador do Estado José Ivo Sartori, do secretário dos Transportes Pedro Westphalen, do diretor – superintendente do Porto de Rio Grande Janir Branco e do diretor de operações do Cais Mauá Brasil S.A. Sergio José de Lima. Em dezembro, a Prefeitura de Porto Alegre entregou ao consórcio Cais Mauá do Brasil S.A. a licença de instalação, que autorizou a execução dos trabalhos na primeira etapa do projeto. As obras começam no dia 5 de março. (fotos)

O projeto prevê 3,2 mil metros de orla com ciclovia, dez praças de lazer e mais de 11 mil metros quadrados de área verde. Além de alavancar o turismo e o desenvolvimento do Centro Histórico de Porto Alegre, vai gerar 28,8 mil novos empregos diretos e indiretos, assim como tributos municipais, estaduais e federais, na ordem de R$ 216 milhões. Com custo estimado em torno de R$ 500 milhões e sem investimento público, o projeto abrange 181 mil metros quadrados de área revitalizada.

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Projeto de Revitalização do Cais Mauá.

Marchezan destacou a importância do evento, passo importante para a cidade, e parabenizou todos os envolvidos no projeto, “que contribuíram para o Cais Mauá se tornar realidade e tiveram a coragem de fazer a cidade evoluir acima de interesses ideológicos e não republicanos”. Para o governador José Ivo Sartori, o projeto é de Estado, não de governo. “É uma importante construção coletiva”, ressaltou.

Primeira etapa – O projeto de revitalização do Cais foi dividido em três etapas. A primeira, que se inicia na próxima semana, é a restauração de 11 armazéns do Cais (do A6, no extremo da Usina do Gasômetro, até o B3, próximo à rodoviária de Porto Alegre). A estimativa de investimento para a revitalização dos armazéns é de R$ 140 milhões. A segunda fase corresponde ao setor Docas que prevê a construção de torres comerciais com serviço de hotelaria, centro de convenções e estacionamento e a recuperação da Praça Edgar Schneider, que tem previsão de investimento de R$ 300 milhões. A última fase é a área do Gasômetro, ao norte, que deve receber um centro comercial, com estimativa de investimento de R$ 250 milhões.

Prefeitura de Porto Alegre

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Categorias:Outros assuntos, Projeto de Revitalização do Cais Mauá

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12 respostas

  1. 140 milhoes pra pintar armazem / consertar telhado ??
    e 250 pra erguer do 0 aquele centro comercial?
    que desproporcional, ou um está muito caro, ou outro muito barato (certamente o centro comercial, que duvido ficar menos que 500 milhões)

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  2. O fundo ainda vai ver se consegue captar recursos pra viabilizar a primeira fase da obra. O gestor do projeto é Vicente Criscio, conselheiro do Palmeiras e ex-candidato à presidência daquele clube. Mantenho a minha opinião; esse projeto (se sair), vai ser nada mais do que uma repaginada meia-boca em alguns armazéns. Aguardemos os próximos capítulos.

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    • Se for observar o que eles lançam de imagem nas redes sociais… sempre são SÓ os armazéns.
      Acho que eles vão colocar um cadeado novo mesmo nos gradis e olhe lá.

      E, opinião minha, se for pra ter esse projeto de qualidade duvidosa… que não saia mesmo.

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      • “se for pra ter esse projeto de qualidade duvidosa… que não saia mesmo.” ???
        Resumindo, pra você(s) é preferível o jeito que se encontra do que uma revitalização que por falta de informação ou ma vontade de compreensão você julga de qualidade duvidosa? Se você observar é possível ir atras de informação sobre o projeto e sair do conforto do achismo impulsionado por paginas de redes sociais e sites tendenciosos e difamatórios. O mesmo achismo tipico de quem vem se atravessando no caminho não só do desse projeto como também da evolução da cidade com um todo a décadas.

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        • O projeto foi mudado. Por exemplo, o tal shopping (duvido que saia do papel), passou a ser estilo outlet. Pelo menos prometeram os atuais gestores. Na verdade o projeto sofrerá uma série de “adequações”, já que sequer o empreendedor ainda sabe de onde (e se) captará recursos. Volto a reiterar a minha opinião. Esse projeto (todo o projeto) será apenas sobre revitalização dos armazéns. No máximo uma pracinha adjacente.

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      • Acho que você não captou a intenção da Bi Grando. Tenho certeza que a interpretação correta do texto dela é que, se for pra entregar o Cais a um projeto mequetrefe, seria melhor optar por outro projeto que realmente faça algo bem melhor. Uma área tão nobre e tão extensa não merece projeto meia boca. Portanto, ela pode ser acusada de tudo, menos de ser crustácea. O conceito de caranguejo é atinente às pessoas que lutam pela estagnação e pela mediocridade. Eu a a Bi gostaríamos de algo bem mais substancioso do que quiosques de artesanato.

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        • Todos nós gostaríamos. Tenho certeza.
          Mas até agora não vimos o projeto definitivo (inclusive sei, por teus comentários, que tu também não está muito a par dele) então creio que estamos apenas especulando quando dizemos que vai ser bom, vai ser ruim, vai ter quiosques de artesanato, vai ter shopping center, etc…
          De minha parte, vou dar uma chance ao empreendedor e confiar na competência do corpo técnico da prefeitura que trabalha nesse tema e, assim, esperar que o resultado final fique dentro da qualidade urbana esperada por mim.
          Assim que tomar conhecimento de maiores detalhes do projeto poderei emitir mais críticas (sejam positivas ou negativas, sempre serão construtivas).
          Oxalá a coisa comece a andar…

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          • Chance ao empreendedor é tudo o que nós podemos conceder. A gente só espera e espera…e espera. Eu estou esperando há muitos anos…e continuarei esperando. Fazer o quê? São Tomé rules.

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          • Quando a situação é ruim, qualquer atitude é melhor que toda a inércia !

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        • Acontece que esta fase do projeto é a mais simples e mais barata. Os armazéns são tombados. Não tem muito o que fazer. Eles vão ser revitalizados por dentro, permanecendo o mesmo visual praticamente por fora. Mas quem olha por fora, não conhecerá por dentro. Essa parte vai sair apenas 49 milhões de reais. Se tiver um afluxo de público para as cervejarias, museus, livrarias, casas noturnas, que serão instaladas no interior dos armazéns, será o início de uma nova era para o cais. Vcs querem o que ? Folhar a outro os armazéns ? Após 2 anos de obras poderá começar sim, as outras fases mais invasivas e visíveis do projeto, que darão uma cara moderna ao espaço de mais de 3 km do cais. Eu acredito que poderá ficar muito bom, mesmo senão ficar excelente. Mas precisamos urgente revitalizar este espaço.

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