Marchezan assina decreto de adoção de rotatórias e canteiros nesta segunda

Proposta busca que pessoas jurídicas façam jardinagem e capina dos chamados verdes complementares

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Proposta busca que pessoas jurídicas façam jardinagem e capina dos chamados verdes complementares | Foto: Maria Inês Mello / PMPA / CP Memória

Um decreto do prefeito, Nelson Marchezan Jr, vai oficializar a partir desta segunda-feira a adoção de rotatórias e canteiros por pessoas jurídicas. A assinatura do texto está marcada para as 9h no Paço Municipal.

A proposta é encontrar parcerias com empresas da cidade para tirar do governo municipal a responsabilidade por jardinagem e capina dos chamados “verdes complementares”. Com isso, pelo período mínimo de um ano e máximo de dois anos, a empresa adotante terá a responsabilidade de limpeza, capina, roçada e pintura de meio-fio.

Correio do Povo



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10 respostas

  1. Acho que o povo deveria cuidar da região onde mora, mas a prefeitura COBRAR IMPOSTO pra supostamente fazer isso e empurrar pra empresa é o atestado máximo de incompetência.

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  2. O mais importante é que a sociedade e prefeitura fiscalizem as areas adotadas.
    Tem muita praça e canteiro com placa de propaganda que nao tem manutençao alguma.

    A praça Esporte clube internacional no bairro azenha é adotada pelo inter e esta um lixo.
    Praça garibaldi e da merlik even e é uma podridao só, calçada ruin, esgoto nao funciona, arvores sem poda caindo…

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  3. Eu sou favoravel que a sociedade tome iniciativas para melhorar o lugar onde vive,não sei como funciona em outros lugares do Brasil mas não é de hoje que o poder publico cobra impostos e lava as mãos.Estes dias depois de um ano voltaram a capina no meu bairro e é aquela história dez ficam olhando e tres trabalham e o serviço sai daquele jeito,sem querer ofender ninguem padrão Porto Alegre.

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  4. Mais uma facilidade para em forma de decreto/lei/regulação que não deveria nem existir. Qualquer um que quiser aparar a grama ou arrumar um canteiro na rua, que seja livre para fazer. Se fizer m. derrubando uma árvore ou algo assim, que seja punido. Deu, não precisa proibir para depois permitir.

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    • Pablo, acho que a regulamentação não visa impedir quem tem a iniciativa para melhorar o ambiente de canteiros ou praças e sim a regulamentação da inserção de publicidade (que é o incentivo para empresas fazerem a adoção).
      Aqui onde moro existe a regulamentação de adoção de espaços verdes por parte das empresas e também existem os particulares que cuidam de espaços verdes por própria iniciativa. Nada impede nem um, nem outro.

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      • Se eu quiser levar uma maquina de cortar grama para a Redenção e tornar aquela matagal mais agradável, eu posso fazer isso? Eu acho que se fizer isso serei interpelado por algum funcionário da prefeitura me avisando que estou fazendo algo ilegal.

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        • Olha… realmente não sei se algo tão drástico seria autorizado ou não.
          Mas, por outro lado, posso te citar um exemplo mais palpável. Quando morei no Bom Fim, participei de um grupo chamado informalmente “gatos da redenção” que ajudava a cuidar, manter, alimentar e medicar os gatos que ali viviam. Nunca tivemos problemas com funcionário nenhum (pelo contrário, até ajuda tivemos).
          Acho que muitas vezes nós mesmos criamos empecilhos maiores do que realmente existem de fato e nos acomodamos atrás de nossas própria limitações como desculpa para nossa falta de vontade.
          Quem sabe para esta tua pergunta a resposta seja apenas esperar que alguém que realmente tenha atitude vá lá e faça diferença?

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          • Realmente. Quem sabe? Um dia eu vi uma cena curiosa na Redenção, foi um mês atrás: depois de um daqueles temporais, o calçamento em volta do chafariz ficou cheio de terra que veio trazida pelas águas da chuva, alguns dias depois eu vi um monte de pessoas que claramente pareciam sem tetos/mendigos com vassouras varrendo aquela terra toda pros canteiros, limpando a área. Eu não sei se alguém pagou eles pra fazer isso, ou se foi a prefeitura. Mas achei uma excelente ideia! Chegar nesse pessoal, oferecer R$50 para eles passarem uma tarde capinando uma área ou varrendo alguma coisa, ou fazendo pequenos consertos… A prefeitura poderia fazer um programa com esse pessoal. E eu sempre fui a favor de pegar um agronomo/paisagista/arquiteto da prefeitura e botar a chefiar uma equipe de voluntários dispostos a mexer com terra e pequenos serviços nos parques. Aposto que se fizerem um programa “amigos da redenção, jardineiros voluntários” ou algo assim daria para melhorar muito aquela area com baixo custo.

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      • Sei de gente que levou multa porque estava retirando erva-de-passarinho, que é um parasita e mata o hospedeiro, de uma árvore da calçada.

        Essa regulação só serve para empregar burocrata redigindo ficha, carimbado e assinando, desperdiçando papel, tempo e consumindo espaço nos arquivos.

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        • A ideia do Guilherme Louzada é boa, mas infelizmente esbarra em armadilhas da legislação. Se a prefeitura pagar para alguém, mesmo um sem teto, limpar uma área, a empresa que presta esse serviço à prefeitura pode acionar a mesma na justiça alegando que esse serviço é de sua responsabilidade exclusiva. E vai ganhar a causa, podem apostar.
          Por isso que esse programa de adoção de canteiros teve que ser formalizado através de decreto, para que não seja confundido com um artifício para fugir de procedimento licitatório. Tudo na administração pública é mais complexo do que parece, portanto não basta apenas ter boa intenção.

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