Caixa autoriza prefeitura a usar R$ 15 milhões para bônus-moradia de famílias da região da Av. Tronco

 

Porto Alegre. RS - 27/08/2015Obras da Av. Tronco
Foto: Joel Vargas/PMPA

Verba pode ser remanejada para famílias na av. Tronco, liberando as obras  Foto: Joel Vargas/PMPA

A Prefeitura de Porto Alegre obteve nesta segunda-feira, 16, a autorização da Caixa Econômica Federal para remanejar cerca de R$ 15 milhões de recursos do Programa de Financiamento das Contrapartidas do PAC (BNDES/CPAC) para o pagamento de bônus-moradia a aproximadamente 195 famílias na avenida Tronco, liberando o canteiro de obras.

De acordo com o secretário de Planejamento e Gestão, José Alfredo Parode, com essa medida e mais os recursos do financiamento junto ao Banrisul ficam assegurados os valores necessários para a conclusão da obra, cujo prazo previsto a partir da retomada é de 24 meses.

As obras da avenida Tronco deverão recomeçar até junho deste ano. Estão previstas a extensão da via em 5,65 quilômetros (já foram executados 1,3 quilômetro), a implantação de ciclovia, corredor de ônibus e tratamento paisagístico. Aproximadamente 1,4 mil famílias foram removidas.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Duplicação de avenidas, Outros assuntos

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9 respostas

  1. 15.000/195 = r$ 76.923 para cada família.
    Não é nada mau para desapropriação de uma casa no local (geralmente de baixo ou nenhum padrão de acabamento e sobre área pública invadida… eu disse “geralmente”).
    Problema é que com esse valor as famílias pouco conseguem evoluir na condição de sua habitação, uma vez que não conseguem muita coisa atraente no mercado imobiliário. Talvez uma entrada em um imóvel mediano financiado eternamente.

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  2. o que vão fazer no lugar da panambra da joão pessoa?? Obra grande, terreno maior que do shopping joão pessoa.


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    • achei sobre, ao que parece venderam para Maiojama e pode abrir um mix de residencial e comercial/espaço aberto, similar a Olaria da cidade baixa
      http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/11/colunas/comeco_de_conversa/597521-breve-aqui.html


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    • Teria sido bem interessante se tivessem ao menos mantido a fachada de arquitetura modernista dos anos 40 – 50 da Panambra com aquele mega arco e janelas características, integrando-a ao novo empreendimento.
      Um bom arquiteto saberia fazer maravilhas imcorporando o antigo modernismo ao novo moderno contemporâneo.
      Mas parece-me que Porto Alegre tem uma certa carência em bons arquitetos.
      É uma pena demolirem por completo.
      Mas como de praxe, nada dura muito tempo no Brasil da memória fraca.
      E assim vão se apagando traços arquitetônicos importantes, marcantes e icônicos, para dar lugar à caixotes cinzas sem alma.

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      • pois é, mas entre no site da Maiojama, só tem empreendimento bonito!

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        • Pois eu entrei no site da tal Maiojama.
          Os projetos deles são todos caixotes quadrados sem alma nem identidade, repetitivos e de gosto questionável.
          Tudo cópia da cópia de arquitetura barata, apenas variando algumas cotas e materiais aqui e ali.
          Nada de novo nem diferenciado.

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        • Resumindo:
          Maiojama = “Mais do mesmo”. Ou “mais ou menos”… como estão acostumados os porto-alegrenses.
          Isso dito, eu continuo sem entender a pressa da incorporadora em demolir uma fachada única e icônica de Porto Alegre. Sim, pois comecaram em primeiro lugar à demolir exatamente a famosa fachada modernista e vanguardista da Panambra, diretamente trazida à Porto Alegre pela Volkswagen (ao invés de começarem a demolição pelo restante das construções inexpressivas no terreno). Fachada essa ÚNICA em Porto Alegre, inspirada nas suas equivalentes lojas de revendas da Alemanha dos anos 50. Apesar de infelizmente não ter sido uma fachada tombada como patrimônio histórico, fazia parte notável da paisagem e da memória urbana do local onde esteve presente por quase 70 anos.
          Lamentável que não tenham sequer pensado em incorporar ao menos a fachada ao novo empreendimento.
          Uma grande perda para a diversidade arquitetônica e histórica de Porto Alegre.

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    • Teria sido bem interessante se tivessem ao menos mantido a fachada de arquitetura modernista dos anos 40 – 50 da Panambra com aquele mega arco e janelas características, integrando-a ao novo empreendimento.
      Um bom arquiteto saberia fazer maravilhas imcorporando o antigo modernismo ao novo moderno contemporâneo.
      Mas parece-me que Porto Alegre tem uma certa carência em bons arquitetos.
      É uma pena demolirem por completo.
      Mas como de praxe, nada dura muito tempo no Brasil da memória fraca.
      E assim vão se apagando traços arquitetônicos importantes, marcantes e icônicos, para dar lugar à caixotes cinzas sem alma.

      Maiojama tem empreedimento bonitinho ?

      Pois eu entrei no site da tal Maiojama.
      Os projetos deles são todos caixotes quadrados sem alma nem identidade, repetitivos e de gosto questionável.
      Tudo cópia da cópia de arquitetura barata, apenas variando algumas cotas e materiais aqui e ali.
      Nada de novo nem diferenciado.

      Resumindo:

      Maiojama = “Mais do mesmo”. Ou “mais ou menos”… como estão acostumados os porto-alegrenses.
      Isso dito, eu continuo sem entender a pressa da incorporadora em demolir uma fachada única e icônica de Porto Alegre. Sim, pois comecaram em primeiro lugar à demolir exatamente a famosa fachada modernista e vanguardista da Panambra, diretamente trazida à Porto Alegre pela Volkswagen (ao invés de começarem a demolição pelo restante das construções inexpressivas no terreno). Fachada essa ÚNICA em Porto Alegre, inspirada nas suas equivalentes lojas de revendas da Alemanha dos anos 50. Apesar de infelizmente não ter sido uma fachada tombada como patrimônio histórico, fazia parte notável da paisagem e da memória urbana do local onde esteve presente por quase 70 anos.
      Lamentável que não tenham sequer pensado em incorporar ao menos a fachada ao novo empreendimento.
      Uma grande perda para a diversidade arquitetônica e histórica de Porto Alegre.

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    • Bastaria para um bom arquiteto imaginar um grande Átrio – Jardim, com restaurantes, bares e cafés estabelecidos num recuo em semi círculo côncavo em relação à Avenida em frente, dialogando totalmente com o grande arco monumental da fachada modernista anos 50 da Panambra. E acima desses restaurantes, bares e cafés, existiria um moderno edifício com a fachada igualmente em semi-circulo côncavo.

      Mas esses arquitetos da tal Maiojama não pensam com a cabeça.
      Lamentável perda de oportunidade de fazer com empreendimento moderno diferenciado aproventando o antigo consagrado.

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