Escritório de Licenciamento é apresentado em evento de arquitetos

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Foram apresentadas as rotinas e os novos projetos em andamento  Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Na manhã desta terça-feira, 17, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) apresentou o Escritório de Licenciamento para a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea). A apresentação se deu no evento “Asbea Talk”, que reuniu diversos representantes da associação na Área 51, espaço de coworking e polo cultural no bairro Petrópolis.

Na ocasião, foram apresentadas as rotinas e os novos projetos em andamento, que serão implementados pelo Escritório de Licenciamento, tais como a unificação dos processos de licenciamento, a digitalização dos processos físicos, implementação do projeto Smart POA, alterações nos banco de dados e registros, entre outros.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Leandro de Lemos, a criação do Escritório de Licenciamento deve ser uma  herança para a cidade. “A agilidade na aprovação de projetos é fundamental para a retomada de investimentos em Porto Alegre”, comenta o secretário.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Outros assuntos

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7 respostas

  1. briguinha entre sindicato.. por isso a unica saída é o fim deles!

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  2. Por que apenas para a ASBEA? Apenas os associados desta entidade aprovam projetos em POA?
    E o CAU, IAB, SAERGS e outras entidades profissionais?
    E eu… mero mortal, onde entro nessa história? Além de não ser convidado, não tinha nem idéia do que andava acontecendo neste tema – a publicidade dos atos administrativos e o acesso à informação (isso é LEI) às vezes passa longe dos que não são amigos dos amigos…
    Aproveitando o tema, tem cidade da Região Metropolitana aprovando projetos incompatíveis com o que regula o Plano Diretor conforme “novos entendimentos internos”, sem debate, sem divulgação, sem publicidade e sem transparência. Apenas quem é amigo dos amigos sabe dos “novos entendimentos” em primeira mão. Aos demais, o rigor da LEI.

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    • Mas também não esqueçamos que há rixas entre as próprias entidades que congregam os profissionais da área de arquitetura. Uma odeia a outra. Eu participei de algumas reuniões no SENGE que revelavam disputas de beleza entre todas. Parecem clãs antagônicos guerreando no paleolítico.

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      • Sim, verdade. Mas também lembro que nas entidades de classe dos arquitetos, pelo menos no RS, existe um certo revezamento entre os dirigentes. No mais, com a criação do CAU (aprovada às vésperas do ano novo sob um canetaço do último dia de um presidente), toda estrutura se alinhou sob uma única ideologia, asfixiando as entidades de classe regionais (as e associações regionais de arquitetos, que antes recebiam verba do CREA, foram asfixiadas financeiramente pelo CAU).
        CAUrs, SAERGS, IABrs trabalham sob uma única batuta, dividindo vultuosos recursos entre si, carecendo de maior transparência na aplicação dos mesmos. Você arquiteto, já fez as contas de quanto contribui por ano para estas entidades e qual a porcentagem disso que é revertida para sua região?

        A ideologia que tentam nos impor empurrando a balela da “função social do arquiteto” contrasta com a própria inércia destas entidades de classe que nada fazem de maneira prática para que a profissão tome este rumo e deixe de ser das atividades mais inacessíveis para as camadas mais carentes da população.

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      • Isso é bem verdade. Também conheço esse comportamento do senge

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  3. Que lixo. Apresentaram pra ASBEA? kkkk Foi a ASBEA quem deu assessoria pra PMPA na gestão do Fortunati na ocasião em que o EGRLF estava sendo montado. E mais um detalhe. A PMPA alugou o imóvel do Edificapoa de quem? Do ex-prefeito Guilherme Socias Vilela que é nada mais do que namorado da primeira coordenadora do Edificapoa, senhora Ana Pellini. Uma mão lava a outra. É assim que o dinheiro público é administrado. Hoje o EGRLF está mais bagunçado do que nunca. Não pagaram a terceirizada JOB, que em represália vandalizou os arquivos de processos na zonal norte. Colocaram a Procempa pra organizar a digitalização dos expedientes e um monte de estagiários na parte de protocolização, o que acarreta erros grosseiros devido a falta de treinamento. Resumindo a parada. O que já era bem meia-boca agora está ainda pior.

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  4. Isso já não existia sob outro nome na gestão passada?


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