Como será o Complexo Parque Pontal, em detalhes

pontal12Moderno parque público será âncora de todo o empreendimento, de mãos dadas com o pôr do sol do Guaíba. Numa das áreas mais emblemáticas da cidade, com aproximadamente 59 mil m², está nascendo o Pontal, um empreendimento que vai se tornar uma referência e cartão postal da cidade, estreitando a relação dos porto-alegrenses com o Guaíba.

Um dos maiores projetos no segmento multiuso a ser executado no Brasil, o Pontal começa a ganhar vida na capital gaúcha. Com aporte financeiro de mais de R$ 300 milhões, o empreendimento terá 114 mil m² de área construída e um moderno conceito multifuncional.

O complexo multiuso reunirá o Parque Pontal Shopping, com 163 lojas incluindo uma megastore da Leroy Merlin, restaurantes, praça de alimentação e cinema de última geração. A Torre, a primeira da Melnick Even com certificação ambiental internacional AQUA-HQE, com mais de 20 andares, terá consultórios, salas comerciais, além de um hotel. O Pontal Hotel contará com o Espaço Pontal, um moderno centro de eventos para 800 pessoas, com vista panorâmica para o Guaíba. O Pontal contará com o segundo centro médico do HUB da Saúde em Porto Alegre conectado ao Hospital Moinhos de Vento e adequado a norma RDC50 da Anvisa. Permeando o complexo está o Parque Pontal, com 29 mil m², o mais novo e moderno espaço público da cidade, o primeiro a ser executado com recursos da iniciativa privada, junto ao Guaíba. Um verdadeiro presente para todos os gaúchos.

O empreendimento foi projetado para privilegiar os espaços públicos de convivência voltados para os anseios de  todos os porto-alegrenses, com muito lazer, conveniência e gastronomia. Um novo ponto de encontro da cidade.  Tudo num só lugar, de mãos dadas com o pôr do sol do Guaíba.

O empreendimento está situado na Avenida Padre Cacique, bairro Cristal. No local funcionou até 1995 o Estaleiro Só, uma empresa construtora de navios fundada em 1850.

 

PARQUE PONTAL

O Parque Pontal será o mais novo e moderno parque público da cidade. O primeiro a ser construído com recursos privados na orla do rio, terá 29.000 m², com 700 m de orla, num ponto perfeito para contemplar a natureza e o famoso pôr do sol do Guaíba. O projeto urbanístico do parque e do protótipo está sendo executado pelo arquiteto e Urbanista Guilherme Takeda, segundo diretrizes emitidas pela SMAMS.

Takeda está projetando grandes áreas com gramados, arquibancadas, mirantes para apreciação do pôr do sol,  dois píeres construídos para uso do antigo Estaleiro Só, pistas de caminhadas, playground temático, bem como uma trilha interpretativa do Memorial do Estaleiro Só. Contará ainda com maquete permitindo a visualização de como era a fábrica, resgatando assim parte da história da cidade de Porto Alegre, da década de 50. O projeto está sendo elaborado em harmonia com a identidade arquitetônica utilizada na parte do projeto da orla junto à Usina do Gasômetro, que está em fase final de execução.

O investimento da Melnick Even no PDV e Protótipo do Parque é de aproximadamente R$ 2,3 milhões. Área de 10.000 m² será entregue antecipadamente e aberta ao público a partir de 7 de julho.

O protótipo foi pensado de forma a entregar antecipadamente para a cidade, a experiência de um espaço qualificado, apoiado nos pilares: família, cultura (música e arte), entretenimento, gastronomia, pets, na mais bela paisagem da cidade, de frente para o Guaíba.

O espaço será aberto ao público diariamente e contará com deck de madeira de 600 m² para contemplação do pôr do sol, palco multiuso, prainha à beira do Guaíba, espaço para food trucks, bicicletário, quadra de areia para prática de atividades como beach tênis, vôlei, etc. Ainda receberá o plantio de 4.000 m² de grama, paisagismo com aproximadamente 30.000 novas mudas, bem como caminho de palmeiras ornamentais.

O plantão de vendas de 400 m², do arquiteto mineiro Matheus Diniz, além da vocação comercial com exposição de maquete física de grande escala, totalmente ambientada, do empreendimento e Parque, contará com áreas multiuso inovadoras promovendo diferentes experiências ao público, como espaço gourmet, sala de projeção com poltronas premium, etc.

Parque Pontal

PARQUE PONTAL SHOPPING: O PRIMEIRO LIFE CENTER DO ESTADO

Muito mais do que um centro de compras! Um lugar onde a natureza se integra ao urbano, através de uma arquitetura sofisticada e com design contemporâneo. É com este moderno conceito, que o primeiro Life Center chega ao Rio Grande do Sul: o Parque Pontal Shopping. Composto por espaços integrados, verdes e acolhedores, o empreendimento vai oferecer experiências únicas de vivência e consumo.

A Torre do complexo terá consultórios e escritórios, Hub da Saúde conectado ao Hospital Moinhos de Vento, Hotel e Centro de Eventos

A moderna torre, com mais de 20 andares, possui certificação ambiental internacional AQUA-HQE e adequação à norma RDC-50 da Anvisa, seguindo padrões mundiais de sustentabilidade alinhados às exigências globais de desenvolvimento sustentável.

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HOTEL PONTAL

A primeira parte será destinada a um hotel com 141 quartos a partir de 27 m², com restaurante panorâmico, piscina com borda infinita, fitness e sauna, além de contar com o Espaço Pontal.

TORRE PONTAL

A segunda parte contará com 237 unidades de escritórios e consultórios a partir de 28 m² e estará conectada ao HUB da saúde e ao Shopping. O Hospital Moinhos de Vento será o âncora da operação de saúde do complexo. VGV da torre será de R$ 160 milhões de reais.

Torre Pontal

HUB DA SAÚDE PONTAL

O Pontal contará com o segundo Centro Médico do HUB da Saúde em Porto Alegre, e o terceiro da empresa. É uma proposta inovadora, desenvolvida pela Melnick Even em parceria com o Hospital Moinhos de Vento e apoio da Prefeitura de Porto Alegre, que conecta uma rede de centros médicos compostos de consultórios, clínicas e uma unidade de medicina diagnóstica do Hospital Moinhos de Vento, com cerca de 600 m², totalmente integrados. Clínicas e consultórios a partir de 28 m² privativos.

A estrutura do Hospital Moinhos de Vento contará com uma unidade avançada de diagnóstico e atendimento aos pacientes com foco na Medicina de média e baixa complexidade. O HUB colaborará para o atendimento de saúde da capital ao disponibilizar consultas e exames, além de ampla gama de serviços complementares.

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ESPAÇO PONTAL

Centro de Eventos com área total de 1.400 m², com vista panorâmica para o rio Guaíba destinado a cultura, eventos e bons negócios. Desde pequenas recepções até grandes eventos, será um espaço único na cidade.

SUSTENTABILIDADE

Alinhado com uma das principais pautas do planeta, o projeto Pontal seguirá importantes conceitos de sustentabilidade. Serão adotadas uma série de medidas para minimizar os impactos da obra no meio ambiente, como a utilização de materiais ecologicamente corretos, além de ações que vão garantir a preservação de importantes recursos, como água e energia elétrica – tanto na execução do empreendimento, quanto na operação.

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FICHA TÉCNICA

Dados Gerais do Complexo Multiuso Pontal:

  • Área do Terreno do empreendimento: 19.761 m²
  • Área do Parque: 29.000 m²
  • Área de intervenções viárias: mais de 10.000 m²
  • Área total do complexo: aproximadamente 59.000 m²
  • Área total construída: 114.000 m²
  • Área para estacionamentos: 42.000 m²
  • Parceiros: BM Par, Leroy Merlin e Melnick Even

Dados do Parque Pontal:

  • Área do Parque: 29.000 m²
  • Revitalização: 700 metros de orla do Guaíba
  • Vagas de estacionamento de uso público: 52

Dados do Parque Pontal Shopping:

  • Área Construída: 91.126,05 m²
  • Área Bruta Locável (ABL): 25.549,34 m²
  • Lojas: 163 – com 5 lojas âncoras, sendo uma megaloja Leroy Merlin
  • Praça de Alimentação e restaurantes
  • Cinema: 5 salas com tecnologia de última geração, Stadium
  • Pisos: Três
  • Vagas de Estacionamento: 1.558
  • Previsão de entrega da obra: 2021
  • Geração de empregos: 1,5 mil diretos e indiretos
  • Empreendedores do Shopping: BM PAR
  • Arquiteto responsável/autoria do Shopping: Manoel Dória (Dória Lopes Fiuza)
  • Arquitetos Colaboradores: Jorge Debiagi e Fractal
  • Paisagismo: Takeda
  • Gerenciamento: Tecplan
  • Planejamento e comercialização: Pró-Overseas

Dados da Torre Pontal:

  • Área construída da torre: 23.263,67 m²
  • 20 andares, 237 unidades de consultório e salas, 141 unidades hoteleiras
  • Hall de entrada com pé direito duplo, 5 elevadores, sendo 1 para maca, auditório com capacidade para 35 pessoas, corredores com 2m de largura nos consultórios, portas com folhas duplas com 1,30 metros de largura.
  • Todos andares com área destinada a resíduos químicos e biológicos, banheiro universal e gerador próprio atendendo 100% da torre.
  • Empreendedores da Torre: Melnick Even
  • Arquiteto responsável: Roseli Melnick arquitetura e interiores
  • Arquitetos Colaboradores: Jorge Debiagi e Fractal
  • Paisagismo: Takeda e Benedito Abbud
  • Certificação AQUA-HQE e adequação à RDC 50 da Anvisa

 

Informações:

Release oficial do empreendimento.

Paes Bitencourt & Associados
Telefones: 3232.8704 / 3232.8516 / 9123.1100
Site: www.paesbitencourt.com.br

Insider2
Agência de Comunicação da BMPAR
Telefones: 3346 4099 / 9 9981 6677

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Categorias:Arquitetura | Urbanismo, ORLA, Paisagismo, parque do pontal, Pontal do Estaleiro, Prédios, Shopping Centers

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29 respostas

  1. Vejo nos comentários a síndrome do vira-lata, nas entrelinhas uma esperança para que dê errado, vai ser um baita projeto, que mania do brasileiro achar as coisas ruins, quando viajamos vemos o quanto de potencial tem a nossa cidade, pergunto aos chatos se cuidam bem de suas casas, de seu prédio, de sua bancada de trabalho, comece a fazer por você, somente depois critique o vizinho. Temos que avançar em nossas mentes, evoluir, parabéns Porto Alegre. Vai dar certo sim

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    • Boa. Costumamos colocar a culpa de tudo no governo, mas quantos aqui cuidam da própria calçada?

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      • Não sei se tu sabe, mas as calçadas são públicas. Não são propriedade privada. Seria obrigação da prefeitura fazer manutenção das calçadas. O termo “própria calçada” já nasce errado.

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        • A calçada, embora de uso público, é também responsabilidade do proprietário do imóvel lindeiro (exceto no que se refere à estrutura urbana que ela abriga). A pavimentação, manutenção, solicitação de poda em vegetação, asseio, etc. de uma calçada são de responsabilidade do particular proprietário do imóvel ao qual ela serve.
          Por outro lado, Leis relativas à acessibilidade universal vêm alterando em parte este conceito, uma vez que pregam que o ente público deve ser responsável pela acessibilidade. “Fica claro, portanto, que a atribuição de preservação das calçadas como responsabilidade exclusiva dos proprietários não é mais suportada pelo ordenamento jurídico. Esse ganho de responsabilidade por parte dos municípios, porém, não significa que o custo para a construção e conservação das calçadas deva sair apenas dos cofres públicos” (isto retirei de uma página sobre o assunto).
          Sei que é um conceito difícil entendermos – algo público mas de responsabilidade do particular – mas isso é algo cultural de uma sociedade acostumada a viver e se preocupar da cerca para dentro do quintal. Acho inclusive que isto explica muito de nosso comportamento sobre o patrimônio e a coisa pública.

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          • Tu não entendeu. Eu estou questionando justamente a legislação que fala tudo isso que tu me disse e que to cansado de saber.
            A incompetência do poder público acaba por criar estes absurdos de lei. A calçada é pública, mas o proprietário do imóvel que tem que manter. Absurdo.

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  2. Lindo e inovador! Ainda bem que a cidade venceu, e não a sociopata da Fernanda Melchiona…


    https://polldaddy.com/js/rating/rating.js

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  3. Adorei isso, finalmente saindo do papel! E melhor, do lado de casa praticamente. ❤

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  4. Quando fica pronto o empreendimento ?

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  5. Eu sempre quis ver aquela área revitalizada, com uso público e com atividade econômica que desse sustento. Sempre me entusiasmei com a ideia de revitalizarem a região. Dito isso, algumas observações:

    Há pouco tempo se publicou neste blog um interessante texto sobre a decadência dos shopping centers, na forma como existem hoje em dia. Esse modelo dos caixotões, com um monte de lojas fechadas, fechado para o ambiente externo… O próprio Barra é assim: tirando um ou dois restaurantes ali em cima e os prédios de escritórios, não tem nada ali que “converse” com a localização magnífica em que se encontra. É da natureza dos shoppings: se o público conseguir olhar para fora e ver que o dia está lindo, acabam querendo sair dali de dentro…

    A vista aérea (do render, ali acima) mostra uma imagem linda, com por do sol, etc, etc, etc… Na prática, na vida real, a vista que temos é a da escala humana. Ou seja: de pessoas que estão caminhando ou andando de carro ou bicicleta ali na volta. Quem passa onde hoje é a curva do Estaleiro verá nada mais que um “caixotão”, obstruindo a vista do rio. Imagino que seja uma imagem semelhante à de quem passa ao lado do Iguatemi ou do Praia de Belas, sem atrativo nenhum. Claro, há uma área verde ali no entorno, mas convenhamos: aquilo está loooonge de poder ser chamado de um “parque” (ao menos pelo que se vê no render).

    A imagem do render já é pouco convincente – parece que teremos “mais do mesmo” – e ainda temos que partir do pressuposto de que, na vida real, as coisas acabam ficando ainda menos interessantes. Basta ver o que nos apresentaram antes da reforma do Beira-Rio (coloquem “projeto gigante para sempre” no Google Imagens e comparem como eram os renders e depois, como ficou na realidade…)

    Haverá ali um “hub da saúde”, como dizem, certo? Bacana a ideia, acho que Porto Alegre está mesmo se consolidando como um pólo dessa área. Mas vejo aquele empreendimento ali perto do Planetário (Medplex, salvo engano), do outro lado da Ipiranga, completamente vazio, ocioso. Tudo bem que há o efeito da crise, mas será que existe toda essa demanda? Não sou da área, mas perguntar não ofende.

    Antes de dizerem que sou da “turma do não”, ou da “vanguarda do atraso”, adianto: acho que a região ali poderia ser uma versão ampliada da praça do Aeromóvel, por exemplo, com comércio e serviços no entorno, mas não no modelo “caixotão”, algo com grandes áreas abertas, como a Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro, quem sabe incluir ali mais um museu ou centro cultural, em sinergia com o Iberê Camargo…

    Espero sinceramente estar errado, mas tendo acompanhado o “antes” e o “depois” de várias obras aqui pela cidade nos últimos anos, acho que a realidade me tornou um pessimista…

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    • Olha, eu achei que está excelente. Temos que ter em mente que é uma iniciativa privada. O proprietário poderia muito bem ter cercado toda a área, mas está tendo a elogiável iniciativa de permitir o uso público de um espaço enorme. Não vejo o caixotão que você menciona. É um projeto cheio de curvas que acompanham o traçado da orla, está bem moderno.

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      • O Enrico levanta pontos interessantes. Vendo os renders com mais atencao, a fachada da curva parece ser de vidro. logo espero nao ser um caixotao.
        Gostaria de ver alguns paineis solares naquele telhado e um restaurante panoramico na cobertura do predio 🙂

        Fora isso, muito bom!

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      • Além de que tem muito vidro. Todo o tempo enxergaremos o Guaíba de dentro do shopping. E no mesmo momento, pode-se sair do shopping e passear no parque, com segurança. Poucos shoppings oferecem um parque ao lado. Parece que no RS, somente o ParkShopping Canoas oferece até agora.

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    • Poxa, que legal seu comentário Enrico, muito bom ver um comentário com ARGUMENTOS sem ataques pessoais. Parabéns pela sua forma de discutir,
      Concordo com boa parte do seu comentário, exceto com o ponto de o empreendimento roubar o por do sol. Eu discordo, para mim o parque projetado na volta serve justamente para quem quiser apreciar o por do sol ali (o que não é possível há mais de 60 anos), o fazer no parque. Qualquer empreendimento terá que ser construído acima da terra para ser viável, logo, não tem com não ter algum tipo de bloqueio ali.
      No mais concordo com um provável excesso de oferta de serviços de saúde, pensei o mesmo ao ler a respeito de MAIS ESSE empreendimento na área. Mas é bom lembrar que a ideia desses empreendimentos de saúde não é a de adicionar mais oferta, mas apenas forçar o médico que atende em prédio comercial padrão como acontece muito no centro e nas imediacoes da Independencias a se mudar para um prédio preparado para a prática médica. A tendencia é desocupar os consultorios em predios comerciais padrao.
      E concordo com o excesso de oferta de lojas em shoppings, mas imagino que alguem que vai colocar dezenas de milhoes em um investimento esteja pensando nisso tambem. E nao apenas pensando, mas fazendo estudos sérios para ter certeza que o negócio não vai ser uma falha completa.

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  6. Poderia ser uma torre muito mais alta e arrojada, tipo aquelas que existem em Hong Konq, Bangkok, Singapura, Riade e mesmo Balneário de Camburiú. Porque não?

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  7. Ótima notícia para a cidade.
    Só acho que falta moradias.

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  8. Na verdade o nome do projeto é Miguelaço do Pontal. A mesma coisa que aconteceu com o projeto beira-rio e Cais do Porto. Só lorotas renderizadas…e a plebe sempre acredita. Por isso que é muito fácil governar este nosso povinho burro.

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  9. PAREM DE PLANTAR PALMEIRAS PELO AMOR DE DEUS

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    • Tendo a discordar deste raciocínio.
      A palmeira, além de ter um valor estético-paisagístico muito adequado à margem de áreas de rios, lagos, praias, etc, também é elemento demarcador de eixos. é uma planta tropical e subtropical por natureza.
      Muitas espécies de palmeiras são nativas do próprio Estado do RS e, inclusive, da região de Porto Alegre, adaptadas perfeitamente ao nosso clima. No mais, são plantas em que a exigência de cuidado e manutenção são quase nulos, uma vez que dispensa podas e são bastante resistentes às pragas urbanas que infestam nossas árvores de copas. Algumas de nossas palmeiras nativas também produzem frutos muito apreciados pela fauna como o Butiá e o Jerivá, por exemplo.
      Para quem acha que as palmeiras são um modismo recente nos renders de arquitetura, lembro que desde os tempos mais antigos de nossa cidade ela é utilizada como demarcação urbana de eixos viários (com espécies locais e exóticas) e também onde o espaço não permite o desenvolvimento de árvores de copas, como nos exíguos canteiros da Av. Osvaldo Aranha (com palmeiras imperiais) e na ponte da Av. João Pessoa sobre o arroio Dilúvio, uma das poucas pontes no mundo com vegetação em seu tabuleiro (com palmeiras da califórnia com mais de 70 anos sem manutenção alguma!). As palmeiras não têm a raiz principal, por isso não causam danos a calçadas, tubulações e pavimentos de ruas. Além do mais são facílimas de manuseio, permitindo transferência de um sítio a outro mesmo quando adultas.
      Na arquitetura, existem fotos de empreendimentos antigos com palmeiras nos jardins e pátios como por exemplo a primeira estação férrea do interior do Rio Grande do Sul, a estação de São Leopoldo, onde aparecem enfileiradas compondo o quadro da edificação em fotos tiradas nas primeiras décadas do século XX. Também em fotos antigas de paróquias do interior de nosso Estado, podemos ver palmeiras em praças e igrejas.
      Por isso, em minha opinião, palmeiras são muito bem vindas na arquitetura, na composição do paisagismo urbano, onde a área de pátios e jardins são cada vez menores e mais cheias de infra estrutura subterrânea, além do famoso descaso em seu cuidado.
      Não acho que seja um modismo de uso exagerado até o momento.

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  10. Não duvido que role um Zaffari nesse shopping, já que tem o BIG do lado e, ultimamente, tudo que é comercial e envolve a Melnick Even tem o Zaffari no meio.

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