Assinado termo de permissão para bar e restaurante da orla

Vice-prefeito destacou que o projeto vai mudar a cara da cidade  Foto: Ricardo Giusti/PMPA

A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Parcerias Estratégicas (SMPE), assinou nesta terça-feira, 26, no Salão Nobre do Paço Municipal, o Termo de Permissão de uso do bar 1 e do restaurante panorâmico que integram o Parque Moacyr Scliar da orla do Guaíba. Na mesma ocasião, também foi lançado o edital de licitação para operação dos bares 2, 3 e 4. O trecho 1 do parque será entregue oficialmente na próxima sexta-feira, 29, às 10h30.

Localizado à beira do Guaíba, entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias, o mais novo parque da cidade tem projeto assinado pelo arquiteto Jaime Lerner, um dos cinco urbanistas mais influentes do século 20. O secretário da SMPE, Bruno Vanuzzi, ressaltou que o espaço promete ser um dos principais atrativos turísticos e de lazer de Porto Alegre. “Nossa cidade ficará marcada de forma positiva”, afirmou Vanuzzi.

A área do restaurante panorâmico é a mais nobre para exploração comercial, instalada junto ao ancoradouro para embarcações turísticas. O espaço conta com sanitários acessíveis masculinos e femininos, vestiários para funcionários, balcão de atendimento ao público, área de preparo de alimentos e salão panorâmico. O restaurante será explorado pela empresa Boteco do Sol Eireli.

O empresário Edemir Simonetti, vencedor da concorrência, destacou o privilégio e o desafio de fazer parte do projeto. “O parque vai devolver o rio para Porto Alegre, melhorar a autoestima do porto-alegrense e atender às expectativas dos turistas”, disse. O bar 1 será administrado pela empresária Soraia Saloum Rosso, da SMRS Alimentação e Eventos Eireli.

O vice-prefeito Gustavo Paim parabenizou os dois empresários pela coragem e determinação em empreender em Porto Alegre e ressaltou a reabertura da concorrência dos bares 2, 3 e 4. “Este projeto vai mudar a cara da cidade. Teremos um espaço com segurança e infraestrutura para contemplar o nosso pôr-do-sol. Faltam recursos na máquina pública, mas não boa vontade”, afirmou Paim.

Edital – A licitação para os bares 2, 3 e 4 do Parque Moacyr Scliar será na modalidade pregão eletrônico, com prazo contratual de 36 meses prorrogáveis por igual período. Os bares contam em suas áreas internas com espaço gastronômico, balcão de atendimento, salão para o público, sanitários, vestiários e depósitos. As áreas externas estão voltadas para o Guaíba e possuem piso de concreto.

Fica a encargo dos operadores apenas a instalação dos equipamentos e mobiliário necessários ao funcionamento da operação, bem como a execução da marcenaria de balcões sob as bancadas.

Todos os bares têm seus valores de aluguel pré-fixados, já considerando o uso da área interna e da área externa delimitada para cada operação.  O critério de julgamento será o de maior lance ofertado para a outorga inicial durante a realização do pregão eletrônico, sendo que existe um lance mínimo inicial estabelecido para cada unidade.

Para participar dos pregões dos bares as empresas interessadas deverão realizar seu cadastramento no website:

http://www.portaldecompraspublicas.com.br/18/Fornecedor/NovoFornecedor/

Prefeitura de Porto Alegre

 



Categorias:Projeto de Revitalização da Orla

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12 respostas

  1. Inauguração do parque da orla, próxima sexta-feira dia 27/06

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  2. Poderiam em vez de lucrar escolhendo quem pagasse mais pelo espaço para a prefeitura, escolhecem quem cobrace menos dos clientes, assim a população teria um serviço de qualidade e com preços acessíveis.

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    • Por favor, chega de o poder público patrocinar empreendedor privado de maneira direta direcionando licitações e pregões. Acho que sim, o cidadão/empresa que fornecer o melhor retorno financeiro ao Poder Público deve administrar o ponto, o que cria um compromisso com o local na busca de reaver o investimento e, por outro lado, “peneira” o pregão eletrônico ao passo que elimina os aventureiros (não é 100% garantido, mas diante de nossas leis é a situação que melhor se encaixa).
      Quem deve atuar num local destes, um investimento público de milhões de reais e ponto turístico da cidade (e do Estado!), deve ser alguém capacitado para tal. Profissionalismo acima de tudo.
      O Poder Público direcionar o investidor influindo no preço e no produto do mesmo não dá certo. Cito como exemplos, onde não há preocupação com a qualificação do permissionário/concessionário, os estabelecimentos do viaduto da Borges.
      Que a Prefeitura se preocupe com os problemas que têm, muitos deles gerados da entrega de serviços a entidades/empresas incompetentes, como por exemplo alguns decorrentes de licitações por menor preço.
      Que a Prefeitura lucre, e lucre muito !
      Que o permissionário/concessionário pague… e pague feliz, pois fez um bom investimento e presta serviço de qualidade.
      E que o preço praticado ao cliente seja o justo para cobrir os custos e permitir lucro (sim lucro!!!) e a manutenção de empregos condizentes com o estabelecimento.

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    • O PATRIMÔNIO PUBLICO FOI ENTREGUE PARA OS MILIONÁRIOS AO INVÉS DE SERVIR A POPULAÇÃO E GERAR RENDA TIVESSE 3 BARES E O RESTO 50 PEQUENOS COMÉRCIOS SERIA O IDEAL MAS TUDO FOI DADO AOS RICOS DESDE O INICIO DO PROJETO JA TINHA CARTA MARCADA


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  3. Parque Moacyr Scliar???!!! Pra mim esse nome é novidade…

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    • Também para mim isto é novidade. Nada contra a homenagem a este escritor, mas houve alguma consulta pública para tal?

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    • Vereadores, mano, vereadores… É só para isso que servem, colocar nome nas coisas. Se tivesse consulta direta como em vários países, imagina a quantidade de dinheiro que não economizariamos?

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  4. Uma palavra define isso. Bagunça. Nem a PMPA sabe o que ele mesma noticia. A cecezada do playboy bate cabeça lá dentro do Paço. Eita patacoada!

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