Pontal abre protótipo de parque na segunda

Antigo Estaleiro Só. No local, visitantes poderão conhecer como ficará a área pública depois de pronta; quando obra do projeto definitivo avançar, espaço será desmontado

PONTAL

Ontem, espaço temporário estava em construção; no detalhe, a maquete do empreendimento | FOTOS: JOÃO MATTOS/ESPECIAL

A abertura do protótipo da praça pública do projeto Pontal, no antigo Estaleiro Só, que estava marcada para amanhã, foi transferida para segunda-feira. A causa é a chuva. O mau tempo até pode se estender pela semana que vem, mas a empresa Melnick Even, uma das responsáveis pelo empreendimento, pretende inaugurar o espaço temporário às 16h30 de segunda-feira.

O local permitirá que os visitantes conheçam como será o parque aberto à população que fará parte do complexo do Pontal. Segundo a construtora, a versão transitória “vai ser igual” à área verde perene que será construída depois e custará R$ 2,3 milhões. Serão 10 mil metros quadrados à beira do Guaíba, com uma pequena praia.

O complexo

Quando estiver pronto, o chamado Parque Pontal terá 700 metros de orla e 29 mil metros quadrados de área. Já o complexo inteiro englobará 114 mil metros quadrados de área construída, contendo um shopping de três andares com 163 lojas, praça de alimentação, restaurantes, cinco salas de cinema e 1.558 vagas de estacionamento; e uma torre comercial de 20 andares, 23 mil metros quadrados construídos, 237 escritórios e consultórios, hub da saúde do Hospital Moinhos de Vento e um hotel. O valor total da obra é de R$ 300 milhões, e deverá estar pronta entre 2021 e 2022.

Jornal Metro – Porto Alegre – 06/07/2018

 

 



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Outros assuntos, parque do pontal

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5 respostas

  1. Fico muito feliz que o empreendimento comece a sair do papel e ficarei mais feliz ainda quando estiver pronto (embora ache a área nobre demais para ser utilizada por uma loja da Leroy Merlin, por exemplo, que só olha pra dentro de si e necessita enormes áreas de estoque e estacionamento).
    Fico feliz também pela maneira como o empreendimento tenta, de uma maneira amigável, mostrar prá parte da população o que ela insiste em não ver – a margem do Guaiba não pode ser edificada.
    Embora eu pense que o projeto anterior seja urbanisticamente melhor (por exemplo, o anterior tinha cerca de 34 mil m² de área pública e este tem cerca de 10 m²), ainda acho que, diante da realidade de nossa cidade, este é um grande avanço.
    Parabéns aos envolvidos, principalmente ao pessoal do marketing !

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  2. Quanto custa pra entrar?
    E tem a licença ambiental? E o carimbo da FEPAM? E a autorização da SMAM? E o IAB, deu sua outorga? Aposto que não tem averbação! Fizeram o estudo de impacto viário? Isso não existe, aposto que é photoshop.

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    • Daqui a pouco chega alguém com uma “informação privilegiada” sem prova de dentro da prefeitura que diz que o projeto não vai sair porque falta o índice de área técnica aterrável sobre terrenos alagadiços de grau 5.

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    • Opa, não era ali que era um cemitério indio não? PAREM AS PRENSAS!

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  3. Aquela área branca coberta deve ser a área com catracas pra cobrar os ingressos, que os nossos intelectuais de esquerda tanto falam.

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