Orla Moacyr Scliar já recebeu mais de 200 mil visitantes

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Média de público é de 50 mil pessoas a cada final de semana  Foto: Cesar Lopes/ PMPA

Quando completa o primeiro mês de aniversário, a Orla Moacyr Scliar, inaugurada oficialmente em 29 de junho, tornou-se programa de lazer para milhares de gaúchos, mesmo nos dias frios do inverno. Com uma média de público de 50 mil pessoas por final de semana, o local já recebeu a visita de mais de 200 mil pessoas.

Para tornar o espaço ainda mais agradável para a população, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams), responsável pela gestão do parque, firmou parceria com a empresa Uber do Brasil Tecnologia Ltda, a qual irá adotar o parque urbano da orla, desenvolvendo serviços de limpeza geral, corte de grama, zeladoria e limpeza dos sanitários e vestiários e também manutenção dos pisos e vigilância.

“A orla já era um cartão-postal da cidade e agora está muito mais bonita. Tanto de dia quanto à noite, há muito movimento de pessoas, o que é super legal”, destaca o estudante universitário Andrey da Rocha, de 24 anos. No entanto, ele faz a ressalva de que parte da população ainda não está zelando pelo espaço. “Talvez neste início, com muita gente frequentando, a população esteja meio perdida, espalhando lixo, não respeitando o espaço do outro, mas com o tempo, vá se adaptando”.

Para orientar sobre o bom uso do local,  a Smams, por meio da coordenação de Educação Ambiental, vem atuando junto aos frequentadores para divulgar boas práticas de uso, como  recolher os resíduos gerados, conduzir seu animal na guia, não fazer fogueiras, não utilizar amplificadores de som, não circular com veículos no interior do parque entre outras boas práticas. A íntegra das recomendações pode ser conferida aqui.

Trânsito – Devido ao intenso movimento de público, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) criou uma área para embarque e desembarque de veículos particulares, táxis e transporte por aplicativos, na avenida Loureiro da Silva, altura do número 255 (próximo à Câmara de Vereadores). Para estacionar, além dos estacionamentos privados, os condutores devem ficar atentos à sinalização viária. É proibido estacionar sobre calçadas, portas de garagens, canteiro central e também sobre a ciclovia, além dos espaços destinados às paradas de ônibus. A íntegra das recomendações pode ser conferida  aqui.

Segurança – A Secretaria Municipal de Segurança (Smseg) intensificou o trabalho na região. Cerca de 50 guardas municipais trabalham em esquema de escala aos sábados e domingos, com guarnições e efetivo a pé.

Monumento Olhos Atentos – Servidores da Smams e da Guarda Municipal orientam e controlam o acesso de, no máximo, 20 pessoas por vez ao monumento, para garantir a segurança dos usuários. Placas informando esta determinação já se encontram ao lado do monumento.

Gastronomia Ambulante – A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) lançou o projeto “Gastronomia Ambulante”. São quatro pontos delimitados pra vendedores, previamente cadastrados, atendendo as normas de segurança alimentar, para venda de produtos como pipoca, churros e cachorro-quente. A secretaria também atua na fiscalização do comércio ilegal na região.

Resíduos –  A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb), por meio do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), desenvolve  limpeza diária no local. Uma equipe de sete pessoas atua em horário comercial, retirando, em média/dia, de 600 a 800 quilos de materiais que chegam pelas águas do Lago Guaíba, como vegetação, plástico, madeira, pneus, entre outros tipos de resíduos.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:ORLA, Orla Moacyr Scliar, Outros assuntos

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31 respostas

  1. OFENSAS PESSOAIS NO BLOG NÃO SÃO PERMITIDAS. JÁ AVISEI DEZENAS DE VEZES. SEGUNDA VEZ É SUSPENSO. SÓ AVISANDO.

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  2. as fotos do novo prédio da ufrgs na Ipiranga, uma caixa com estacionamento.
    http://www.ufrgs.br/icbs/obras_icbs.html

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    • Já vi MUITAS fábricas com arquitetura mais bonita.

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    • Numa primeira olhada me lembrou o estacionamento anexo do Iguatemi.
      Pode ser que os renders não façam justiça ao empreendimento em termos de volumetria, ou que o projeto arquitetônico talvez cumpra de maneira satisfatória ao programa de necessidades de tal forma que esta volumetria/fachada seja uma consequência aceitável diante de vários benefícios trazidos. Pode ser que a premissa do projeto seja, adequada à uma legislação limitadora, buscar economia no processo de produção e, portanto se justifique a forma final.
      Tudo isso pode, em parte, justificar esta arquitetura mais “austera” mostrada nas imagens.
      Mas o fato é que a UFRGS tem pisado na bola nos últimos tempos em relação à suas ampliações e em alguns projetos internos dos campi.
      Como exemplo, no campus Central, atrás do prédio da faculdade de Engenharia Mecânica, foi finalizado a alguns poucos anos um prédio de uns 6 ou 7 andares. “Austero e econômico”, hoje está com cara de ter mais de 30 anos e já precisando de reforma. Fora todos os problemas da época (esta obra gerou um entrave jurídico pelo seu péssimo acabamento e por problemas estruturais) percebe-se que o tratamento arquitetônico, no que tange a fachadas e volumes, passa longe dos objetivos destas ampliações feitas pela Universidade.
      Em várias partes do mundo acontece justamente o contrário – prédios públicos, principalmente os centros de propagação de ensino, costumam almejar a vanguarda arquitetônica. Vejam a Unidade de Habitação de Marselha, Vejam o Museu de Ciências Naturais de São Francisco, Vejam o prédio da FAU-USP, vejam milhares de outros exemplos.
      Mas na época em que vivemos. acho que nosso pensamento busca outro discurso. Tudo é tão moroso em termos de investimento público que nos questionamos:
      – É melhor ter algo descartável, inadequado, “feio” e incompleto mas concreto, ou é melhor nos corrermos atrás e bater o pé na visão de busca de qualidade de um projeto arquitetônica que talvez nunca seja efetivamente concretizado ?

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      • a diferença do estacionamento do Iguatemi é ter paisagismo ao redor, cercado por árvores, samambaias em seus andares.
        Já no render desse será um canteiro com grama, e aquele cinza cheio de fuligem. Espero que o render esteja bem resumido quanto ao resultado final, por enquanto é um esqueleto pintado de branco.

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        • Bem por aí…

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        • Desvio de assunto do post detected.

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          • era só pra vc ver e fazer um post sobre, se eu comentasse em um antigo ninguem veria kkkkk nao sei por onde mandar sugestões de assunto

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          • Realmente, “o boi foi com as cordas”… e mudamos o rumo do post.
            Mas veja o lado bom, suscitou uma interessante participação e discussão.
            Utilizo o blog por dois motivos principais. Primeiro, para me manter informado sobre o que acontece ou deixa de acontecer em termos de arquitetura/urbanismo em nossa cidade. Segundo, para praticar minha argumentação escrita sobre estes temas.
            Por isso as vezes sigo numa linha de argumentação sem me importar se mantenho o tema do post ou não. Tentarei evitar.

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          • Sem problema Josiel. Eu só fiz um alerta. Devemos evitar para fins de organização do blog. Aí na lateral direita do blog, seção de widjets, tem o e-mail para sugerir matérias. Ficaria muito feliz com sugestões de vocês. Apesar de atualmente não ter muito tempo, eu com certeza tento trazer assuntos interessantes pra discutirmos. Abraço e obrigado pelos sempre inteligentes comentários.

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      • Existe arquitetura bonita em Universidades Públicas, só olharem os prédios da UFCSPA, por exemplo, que são lindos tanto por dentro quanto por fora. Ou o novo campus que será construído em Canoas, que até ganhou prêmio de arquitetura. É uma questão de querer fazer, o valor da obra nem deve ser tão diferente assim. Mas realmente, a maioria das universidades públicas (UFRGS, UFSM, UFPR,etc) pecam no visual.

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        • Muito bem lembrado!
          Este prédio da UFCSPA ficou ótimo arquitetonicamente e respeitou o entorno. Conheço parte da equipe de projetistas e posso garantir que são profissionais muito competentes. Mas, creio que o resultado também seja obra da metodologia empregada para escolha do projeto, baseada em concurso (se não estou enganado).
          Também há o novo Campus Unisinos na Nilo Peçanha que pode ser citado como uma boa referência.
          Mas estes exemplos bem sucedidos só confirmam meu comentário de que a UFRGS tem pisado na bola nos últimos tempos em relação à suas ampliações e em alguns projetos internos dos campi.

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    • É feio, mas se for construído com qualidade já é um ótimo começo.
      O que mais me incomoda é uma universidade pública, com sérias limitações de orçamento gastar em um estacionamento o dinheiro e espaço que poderiam/deveriam ser utilizados para o ensino e pesquisa. Realmente se faz necessário algum espaço para estacionamento mas acho que isto deveria ser um investimento privado, fora do campus. O máximo que a universidade poderia fazer seria intermediar com a prefeitura para que fosse facilitada em termos de plano diretor a construção de um estacionamento vertical privado nas proximidades.

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    • Nada de mais. É pra ser funcional, não bonito…

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  3. Eu sugeriria uma placa com as frases de quem foi contra e a favor quando o espaço completar um ano.
    Não precisa colocar o nome, acho que seria um momento de reflexão.

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    • E muita gente contra já tá se organizando em movimentos viva orla da vida pra colocar a mão e – não me iludo – dar um jeito de estragar esse que vem sendo o melhor presente do ano pra cidade.

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      • Ou a clássica choradeira de aproveitar qualquer boato ou meia verdade como pretexto para difamar e desqualificar a obra, movido a orgulho ideológico ferido.

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  4. E pensar que o IAB RS tentou anular as licenças ambientais para barrar as obras. Acharam um professor de história da UFRGS para dizer que o projeto não tinha “harmonia da cidade”. Também apareceu outro professor caranguejo da UFRGS que afirmou que não era para ter parque porque ia causar muito tráfego. O IAB ainda dizia que “está acontecendo a maximização dos interesses do ente privado, enquanto o interesse público é vilipendiado” – Pense numa gente tacanha!

    http://www.iab-rs.org.br/noticia/iab-rs-participa-de-debates-sobre-cais-maua-na-camara-municipal-e-ministerio-publico-federal.aspx

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    • O IAB RS faz tempo não vem dando uma dentro…
      Não fossem os repasses que recebe, nem existiria pois não se sustenta em sua atividade fim.
      Uma pena.

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      • Josiel, o IAB/RS só serve pra ensinar os arquitetos recém-formados que jerivá é uma palmeira bela e moral, redenção do paisagismo urbano e do nativismo. #menosjerivá #maisjacarandá

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        • Disse a pessoa que afirma que bom gosto é genético…

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          • Nossa, moderação apagou meu comentário. Resumindo: nunca falei uma bobagem dessas, se fosse genético as velhinhas que ajardinam tão bem nossas cidades não teriam netos arquitetos que plantam jerivás. No mais, pode apagar esse comentário aqui, última vez que visito essa página.

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          • Deixa de ser ridículo. Tu que não sabe aceitar a posição diferente das pessoas e fica chamando de boçal. Vai fazer um curso de boas maneiras. A nossa vida é em sociedade. Ou aprende a respeitar as pessoas ou cai fora.

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    • Só para deixar claro – o link que postastes e o comentário relativo a ele que fizestes são a respeito do Cais Mauá e não da área da orla revitalizada a pouco.

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  5. agora meu lugar preferido da cidade, pena ver que o pessoal já esta jogando lixo no chão, faltam lixeiras pros que tem mão frouxa.

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  6. Não pode ser verdade, os intelectuais me falaram que iriam privatizar a orla e impedir o acesso da população. Tem alguma coisa errada nisso.
    Hahaha

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  7. Um grande presente esta Orla revitalizada que esta cidade e seus habitantes estão recebendo, agora que saibam zelar né, e que a administração pública faça as outra etapas, pois daí fica um show completo.

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