Prefeitura emite licença que atesta viabilidade do shopping Belvedere

BelvedereShopping (1)O prefeito Nelson Marchezan Júnior recebeu, nessa terça-feira, 18, a confirmação da emissão da licença prévia (LP) para o Shopping Center Belvedere pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams). O empreendimento será construído na avenida Senador Tarso Dutra, 500, bairro Petrópolis.

A licença prévia (LP) é concedida na fase preliminar do planejamento, aprovando a concepção e a localização do empreendimento. “É o documento que atesta a viabilidade ambiental e estabelece requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos na próxima fase, a licença de instalação”, explica Marchezan.

O documento tem validade de dois anos e dispõe sobre requisitos e restrições quanto à vegetação, poluição atmosférica, fauna silvestre, emissões sonoras, serviços de carga e descarga, poluição hídrica, resíduos sólidos, movimentação de terras, drenagem superficial e contenções, além de hidrogeologia.

“Temos trabalhado de forma acelerada na análise da documentação dos projetos com impacto de gerar crescimento para a cidade. A proposta do shopping Belvedere tramita há cerca de 20 anos e finalmente poderá se tornar realidade, gerando emprego e renda”, afirma o secretário municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, Maurício Fernandes. Ele ainda destaca duas importantes licenças para a cidade emitidas nesta gestão: o Cais do Porto e o Pontal do Estaleiro.

No local do futuro shopping há uma área de preservação permanente, a qual deverá ser integralmente preservada, ao longo de 30 metros de faixa marginal do arroio, e ao redor da nascente, num raio de 50 metros, atendendo à lei federal 12.651/2012.

Histórico – Segundo os empreendedores, o shopping terá 146.500 metros quadrados de área total e oito pavimentos, sendo cinco de empresas de serviços e estacionamento, três andares de shopping center, com lojas, cinema, área de lazer e alimentação. A expectativa é que sejam investidos R$ 500 milhões. Em agosto, o grupo de empreendedores apresentou o projeto do complexo para o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Outros assuntos, Shopping Belvedere, Shopping Centers

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9 respostas

  1. Caixote e jerivá. POA do século XXI.

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  2. Já que o pessoal da prefeitura adora fazer renders, eles poderiam fazer uma série de views com sugestões de fachadas de prédios, shoppings, residencias, casas… Como uma visão de futuro para bairros, ruas, avenidas… Nada de lei obrigado e sim um guia de como a cidade pode ser no futuro, incentivando a iniciativa, o desenvolvimento e o embelezamento da mesma.

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  3. serao essas caixas de fabrica mesmo? torcendo pra um render mais atualizado

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    • Do ponto de vista do empreendedor sai mais barato (vide Bourbon Wallig). Uma saida seria a prefeitura oferecer incentivos para edificacoes mais bonitas (lembrando que quem paga a conta seriam os contribuintes) e uma lei exigindo obras de arte na frente de empreendimentos grandes.

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      • sai mais barato, mas olha o desastre dos shoppings ao redor do mundo.
        Invés de fazerem um open mall com espaços publicos bacanas, fazem essa caixa de lojas, acho que o sustento do shopping no Brasil ainda esta nas gerações não acostumadas a comprar pela internet.
        Espere uns 10 anos pra ver se alguém ainda vai estar disposto a passear em shopping..

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        • é que espaço aberto ao publico é coisa de esquerdista, pega mal no brasil atualmente

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        • Em 10 anos o investimento do shopping já se pagou, no mínimo 2 vezes…
          Acho que o problema é que não estamos muito confiantes em pensar fora do comodismo em termos de projeto de shopping. Esta é uma das poucas situações em que a má qualidade arquitetônica não é culpa majoritariamente do empreendedor, e sim dos projetistas (opinião pessoal), uma vez que dinheiro não é problema e a boa arquitetura gera retorno financeiro direto.
          Infelizmente temos que reconhecer que neste caso nossos colegas de profissão não conseguem vislumbrar um empreendimento que converse com o entorno, partindo sempre da caixa fechada como fundamento do projeto.
          Mas não é só a caixa fechada para quem vê de fora, também a caixa está fechada para quem está enclausurado dentro. Inclusive, onde há um mínimo diálogo, como em algumas praças de alimentação, esta relação interior/exterior é pífia.
          Nunca projetei shopping, mas imagino que é de grande dificuldade conciliar todas as normativas e interesses num trabalho destes, mas se outros lugares do mundo conseguem, nós deveríamos conseguir também.

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