Distrito Bourbon Fruki: nova praça para práticas de esportes em Porto Alegre

Área com mais de 4 mil m² e entrada gratuita está localizada no Bourbon Wallig

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Porto Alegre acaba de ganhar uma praça a céu aberto inédita com 4 mil m² dedicados à prática de esportes e ao entretenimento. É o Distrito Bourbon Fruki, junto ao Bourbon Wallig, e que traz para a Capital um tipo de espaço já encontrado em grandes centros urbanos e cidades ao redor do mundo como Barcelona, Berlim e Seul.

Com entrada gratuita, o local coloca à disposição dos visitantes espaços de convivência, pista de skate, estrutura para parkour (prática de transpor obstáculos), parede multiatividades, espirobol, tênis de mesa, jogos de piso e quadras de beach soccer, beach tênis e beach vôlei, entre várias outras atividades ao ar livre. O Distrito Bourbon Fruki funciona de forma permanente de segunda-feira a domingo, das 10h às 21h, oferecendo comodidade e segurança por estar integrado à estrutura do Bourbon Wallig.

O espaço, que pode ser acessado através da passarela sobre a avenida Grécia, é petfriendly, permitindo a circulação de cães de pequeno e médio portes, desde que presos a guias, sendo que outros animais domésticos também são bem-vindos dentro de suas caixas ou bolsas de transporte.

Uma iniciativa da rede Bourbon Shopping em parceria com a empresa de bebidas Fruki, o Distrito recebeu mais R$ 1 milhão em investimento. A criação do nome e do conceito inicial é das arquitetas Kelen Tomazelli (POP studio) e Daniela Giovana Corso (Nowhere).

 

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Affonso Ritter e Site do Bourbon



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Outros assuntos, Shopping Centers

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10 respostas

  1. Ora mas não era pra construir o tal “Centro de Eventos” vide imagem postada por este site do porto imagem

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  2. o grupo bourbon não tem compromisso NENHUM com estética kkk, nunca deram uma dentro

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  3. Não tem intenção de plantar arvores?
    Está muito feio e sem vida.
    Crianças também precisam ter contato com a natureza!!!

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    • é do bourbon, eles vetam qualquer custo estético

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    • Provavelmente o integrante da família Zaffari responsável pelo Bourbon Wallig ficou sem a grana necessária pra investir no projeto original e resolveu improvisar.
      Mas deve ser um projeto para durar 1 ano ou coisa parecida, até levantar o que precisa para construir a casa de teatro ou o que seja ainda pensam em fazer. Enfim, uma árvore significaria basicamente decretar que a área terá este fim estratégico de virar uma praça. O que, claro, não será.


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    • No momento em que é plantada uma árvore, com nossa atual legislação urbana de meio ambiente, a retirada desta torna-se um grande obstáculo para alterações no local.
      A vegetação urbana não é propriedade do dono do terreno em que ela se encontra, e sim da cidade. Sua supressão somente se dará com autorização do município (embora o dono do terreno seja totalmente responsável por ela, caso algum incidente ocorra como danos físicos e materiais causados por queda de galhos, etc.). Também é responsabilidade do dono do lote o cuidado com a árvore, inclusive na pior das hipóteses, podendo ele responder por crime ambiental se algo danoso ocorrer com o “ilustre vegetal”.
      Por isso eu entendo (embora nem sempre concorde) alguns “projetos paisagísticos” que vemos por aí, baseados em praças secas e/ou uso de vegetação sem copa (arbustos ou as famosas palmeiras, fáceis de relocação/substituição, sem necessidade de manutenção e com baixo risco de causar incidentes).
      Para quem repara, fica evidente que de alguns anos para cá poucos empreendedores se ariscam a plantar vegetais de porte em intervenções privadas. Quando muito “marketeiam” a manutenção dos já existentes, nos quais foram proibidos de tocar.
      Até o Poder Público vem adotando a estratégia de evitar o plantio de árvores de copa em logradouros, reservando-as apenas para praças e parques.
      Gostaria de ver um estudo ambiental sério que mostre comparativamente de forma gráfica e numérica a quantidade de vegetação de porte plantada de maneira privada antes e depois das atuais legislações ambientais. Certamente os dados seriam bem reveladores – ninguém mais quer plantar árvore de porte em área privada de ambiente urbano.
      Algo deve ser mudado para que, ao invés de ser “um tiro no pé”, como é atualmente a legislação sobre o tema, ela realmente contribua para a arborização de nossas cidades.

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      • Também acho que precisamos melhorar este tipo de postura dos empreendedores , incentivando o plantio de vegetação de maior porte.
        Todos agradecem a mudança de mentalidade para que a cidade seja mais e mais verde. Obrigado.

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