Área Azul digital começa a operar em todo o Centro Histórico

EPTC - Operação da nova Área Azul de Porto Alegre

Região central da cidade é que tem o maior número de vagas e equipamentos  Foto: Joel Vargas/PMPA

A partir desta segunda-feira, 26, o novo sistema de estacionamento rotativo da cidade será ampliado para a região do Centro 2. O serviço foi suspenso na região para substituição dos parquímetros, que se iniciou no fim de outubro. A partir desta semana, a empresa Zona Azul Brasil começa a trocar os equipamentos do Menino Deus e a região terá o serviço suspenso até a conclusão das instalações (veja aqui o mapa), prevista para primeira quinzena de dezembro.

O diretor-presidente da EPTC, Marcelo Soletti, explica que o Centro Histórico é a região com o maior número de vagas e equipamentos. Em razão disso, a implantação foi dividida em duas etapas. A cidade já conta com mais de 600 vagas e 42 parquímetros, que recebem pagamentos por cartão de crédito, débito, aplicativo, as tradicionais moedas, além da possibilidade de compra em pontos de venda. “O Centro 2 concentra 15% do total de vagas de área azul da cidade. Somando ao Centro 1, Porto Alegre tem 33% das vagas já em operação com o novo sistema”, complementa Soletti.

A troca será gradativa e, depois do Menino Deus, vai se estender pela região da Tristeza, Azenha, Floresta, Bom Fim e Moinhos de Vento. A previsão é ter todos os equipamentos substituídos até o fim de março de 2019. Enquanto os trabalhos são executados em uma região, o serviço é suspenso, mas segue nas áreas já atualizadas e em outras em que ainda não substituíram o sistema.

Funcionamento – O sistema de estacionamento rotativo funciona em dias úteis, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 13h.

Como usar o equipamento – Pagamentos com moedas, cartão de débito, crédito e NFC (tecnologia de aproximação, ver disponibilidade em seu banco).
– Pressione o botão azul tempo para iniciar a operação
– Pressione o botão verde confirma
– Digite a placa do veículo e pressione confirma
– Insira moedas, se preferir, e confirme. Ou pressione o botão azul para cartão de crédito, débito, NFC (pagamento por dispositivo de aproximação) e confirme
– Escolha o tempo e confirme
– Insira o cartão pré-pago, digite sua senha e tecle entra

Aplicativo – Baixe o aplicativo Digipare no  Google Play,  Apple Store ou Windows Store, faça o seu cadastro e gerencie os seus créditos pelo celular.

SMS – Utilize os créditos eletrônicos adquiridos com a plataforma gratuita de SMS. Envie uma mensagem para 27317 com digipare + 51 (código da cidade) + placa do veículo + tempo que desejar em minutos.

Telefone por ligação gratuita – Para utilizar os créditos eletrônicos já adquiridos. Ligue do fixo ou celular para 0800 941 3444 e digite o código para Porto Alegre (51).

Internet – Compre créditos eletrônicos de estacionamento no site digipare.com.br

Sede da empresa – Na sede da empresa, localizada na rua Uruguai, 240, 11º andar, é possível comprar créditos e tirar dúvidas. Também é disponibilizado o e-mail contato@zonaazulbrasil.com.br e o telefone (51) 3224 7020 para atendimento aos usuários.

Cartão pré-pago – Utilize o estacionamento rotativo com créditos pré-adquiridos no seu cartão. Usuários de cartões do sistema antigo terão o crédito transferido para o novo cartão pela empresa Zona Azul Brasil. Apesar de poucos cartões estarem ativos e em uso, ninguém perderá seus créditos. Quem possuir o cartão ativo, com créditos do antigo sistema, deve se dirigir até o Atendimento ao Cidadão (Erico Verissimo, 100) para transferir os créditos para o sistema atual.

Tarifas
– 30 minutos, R$ 1,05 (período mínimo)
– 1h, R$ 2,10
– 1h30, R$ 3,15
– 2h, R$ 4,20 (tempo máximo)

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Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, Outros assuntos

5 respostas

  1. O nome disso é roubo. Tá na hora de alguma ação popular contra o ato administrativo que determinou a instalação dos parquímetros.

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    • Não vejo nada de errado em cobrar pelo uso privado excludente de um recurso público cuja quantidade é finita. O urbanismo moderno já entende que é foi grande erro as cidades permitirem estacionamento gratuito por padrão.

      E isso vai muito além da teoria, do debate acadêmico. Nas grandes cidades do mundo, já não se estaciona mais de graça nas regiões centrais há décadas. Eu morei um ano em Santiago e praticamente não havia estacionamento de rua nas regiões que eu frequentava (Centro/Providencia/Las Condes). O grosso dos estacionamentos lá é privado, seja sob prédios, em shoppings ou sob a rua. O espaço de superfície que se liberou passou a ser usado para coisas mais importantes, como calçadas mais largas e faixas para circulação de ônibus.

      Por mim, Porto Alegre deveria progressivamente eliminar estacionamento gratuito, iniciando pelas regiões mais críticas do Centro Histórico, e avançando radialmente até pelo menos a terceira perimetral. Depois, devíamos eliminar progressivamente o estacionamento em superfície na rua, substituindo-o por estruturas subterrâneas, concedendo os espaços sob as ruas para empreendedores privados que queiram construir e operar. Paralelo a isso, deveríamos alterar o plano diretor de maneira a coibir fortemente a construção de vagas de estacionamento “para cima”, buscando favorecer novos projetos que visem construir vagas subterrâneas.

      Mas enfim, quem quiser marchar ombro-a-ombro com o pensamento urbano do século passado, por favor, encontre alguma maneira de argumentar que a prefeitura não tem autoridade sobre as vias urbanas e em seguida ajuíze a ação.

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      • Perfeito fmobus! Falou uma pessoa lúcida e com experiência de outras cidades de países desenvolvidos. Eu sou funcionario público e tenho certeza que mesmo o espaço sendo público a prefeitura deve sim cobrar pelo seu uso na maioria das circunstâncias. Basta ter noção de direito público pra ter esta ideia. Valeu o comentário fmobus.

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  2. Dava para integrar o recarregamento dos cartões TRI nessas maquininhas. Mas a última coisa que a ATP quer é facilitar a vida do usuário do sistema deles, aparentemente.

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    • Podem até integrar, mas vão cobrar “taxa de conveniência” da mesma forma que comprar créditos pela Internet. Sai bem mais caro manter prédio, funcionário, troco, segurança… para carregar créditos que usar um mecanismo via Internet, mas a ATP não abre mão de cobrar essa taxa.

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