Pacto Alegre mobiliza agentes em prol da inovação

Aliança inclui criação de um Instituto de Inovação na capital gaúcha

pacto-alegreTransformar Porto Alegre em uma referência internacional de inovação, cultura e qualidade de vida. Esse é o objetivo do Pacto Alegre, uma iniciativa surgiu a partir da articulação da Aliança para Inovação, formada por UFRGS, PUCRS e Unisinos, em conjunto com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre e entidades representativas da capital. A cerimônia realizada no Centro Cultural da UFRGS marcou a oficialização do Pacto Alegre e, também, o convite a um conjunto de mais de 70 empresas e entidades para se somarem ao Pacto, contribuindo com sugestões, recursos e experiências para a construção conjunta de projetos e ações voltadas transformar a capital do Rio Grande do Sul em referência internacional e modelo de colaboração e inovação de alto impacto.

Revista Amanhã



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23 respostas

  1. Enquanto tiver gente como o Zé contra o Marchezan… vou dar um voto de confiança ao prefeito…

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  2. Até entendo o Marchezan. Imagina ter que lidar com funcionários públicos como o Augusto, onde no horário de trabalho, que deveria estar sendo usado para o bem da cidade, está na internet xingando o patrão? (Caso hipotético. Qualquer semelhança é mera coincidência).

    Será que a culpa é meramente do prefeito ou de todo o sistema público? Fica aí a dúvida.

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    • Só conheço um tipo de pessoa que fica braba com críticas ao Marchezan. CC, que fica em horário comercial patrulhando os críticos.

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    • Eu vou te escrever uma coisa, o babaca! Só hoje, em dois processos que eu liberei, a cidade ganhou mais de um milhão de reais com venda de solo criado. A minha mesa está limpinha, todos os processos devidamente encaminhados e todo o trabalho feito. Aí chega tu – um idiota qualquer – e vem me pedir pra trabalhar para o bem da cidade? Deixa de ser ridículo.

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    • Opa. Parece que a carapuça serviu em alguém…

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      • “Parece que a carapuça serviu em alguém” Exatamente. Serviu em ti.
        PS: O que eu arrecado por dia, tu não arrecadas em uma década. Te liga antes de escrever asneiras.

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        • “O que eu arrecado”. kkkkk

          É piada isso, certo? Parabéns por ser um auxiliar administrativo exemplar e carimbar uma folha, Augusto. kkkkkk

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          • O macaquinho adestrado que tu roubou a vaga deve estar muito triste neste exato momento…

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          • Desvalorizar o trabalho das pessoas parece ser uma especialidade tua. Coisa típica de quem odeia o trabalhador das castas mais baixas. Cada cargo exerce suas funções dentro de uma empresa ou órgão governamental. Todos têm seu valor e importância para o andamento da máquina. Se você despreza ou desvaloriza o meu trabalho, que fique devidamente registrada aqui no blog essa sua aversão aos trabalhadores de nível médio e básico. Mas foi muito bom a sala saber quem realmente você acha importante neste mundo do trabalho e das corporações. Temos um elitista nato no fórum.

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          • Inclusive me comparando com macaquinhos adestrados. Parabéns, José. Giba; dê os parabéns para o José.

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          • Falou o servidor que chama os outros de babaca e idiota. De fato, isso um macaquinho não consegue fazer.

            Chora mais que tá pouco.

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    • “Falou o servidor que chama os outros de babaca e idiota.” (José) No quesito babaquice e idiotice você fica na categoria hors concours. No dia em que eu alcunhar trabalhadores com adjetivos tipo – macaquinhos adestrados, carimbadores de papel, aceito qualquer pessoa me chamar de babaca.

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  3. “Se está ruim, pega o chapéu e procura outro emprego.” (Régis)
    Vamos analisar essa assertiva/sugestão, aqui e agora;
    Quer dizer que empregado insatisfeito, em vez de lutar por uma carreira melhor dentro da empresa, deveria – segundo você – simplesmente pedir o boné e desempregar-se? interessante esse raciocínio. O trabalhador preferindo perder o emprego em vez de pleitear uma posição melhor dentro da sua empresa é realmente um espetáculo de não-cidadania e falta de amor-próprio. Muito conveniente a quem emprega. Diga-nos uma coisa: quem é você, aonde trabalhas, fazes o quê? Você acha que trabalhador da iniciativa privada é mais honesto, ético e eficiente do que trabalhador do setor público? Você acha que via de regra, as empresas do setor privado são mais competentes e éticas do que o setor público? Achas mesmo isso? Sustente em argumentos esse achismo.

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  4. A Prefeitura de Porto Alegre está verificando quais motivos levaram à perda do prazo para apresentação de projetos e ao rompimento de termo que garantiria a liberação de cerca de R$ 150 milhões, a fundo perdido, para a Capital. Ou seja, sem necessidade de contrapartidas ou pagamentos posteriores. A realização de uma sindicância interna para investigar o episódio não está descartada. A informação de perda do prazo e da verba foi publicada com exclusividade pela coluna na edição de ontem.

    Os recursos deveriam ser utilizados para tirar do papel um conjunto de projetos que integram o DrenaPOA. O programa foi viabilizado por pré-contrato em 2013. O contrato final foi assinado, em 2015, pelo então prefeito José Fortunati, à época no PDT. Os projetos estavam inscritos no Ministério das Cidades, que já comunicou a Caixa Econômica Federal sobre o encerramento do Termo de Compromisso com Porto Alegre.

    Os recursos deveriam ser investidos para dar fim, ou ao menos minimizar, os constantes problemas de alagamentos que atingem diversos locais da cidade. Parte da verba seria utilizada na ampliação e construção de casas de bombas. Não bastasse a gravidade do episódio, que terá repercussão na Câmara, ele acontece justamente quando interlocutores do Paço e o próprio prefeito Nelson Marchezan Júnior tentam aprovar propostas polêmicas, como a de revisão da planta do IPTU, com o discurso de que a crise financeira é sem precedentes.
    fonte: CORREIO DO POVO

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  5. Existem moradores de Porto Alegre que não tem: coleta seletiva, paradas de ônibus, saneamento básico e muitas outras necessidades básicas para um bom funcionamento da cidade e efetiva qualidade de vida da população, e que afeta diretamente um maior rendimento econômico de POA , deveriam direcionar este “Pacto Alegre” a essas questões , isso sim seria algo importante!!!

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  6. Papo furado,este pessoal nutella não sabe como a maioria da população sobrevive nesta cidade é onibus ruim, lugar onde as ruas são um lixo,um centro fedorento,largado.

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  7. Porto Alegre acaba de perder financiamento a fundo perdido de 150 milhões ao projeto drenapoa. A perda foi ocasionada pela não apresentação do projeto. E depois esse prefeito de araque vem falar em gestão inovadora. Só se for inovação pela incompetência recorde. É o FIM DA PICADA. Incompetência é tão grande que acabou abrindo mão disse dinheiro todo. Cidade rica é assim mesmo.

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    • Zé, não adianta querer falar mal do teu patrão aqui. Ele tem poucos simpatizantes, mas funcionário público também não é bem visto. Você vê algum empregado da Gerdau ou das Lojas Renner ir pra internet falar mal do patrão? Não né… Se está ruim, pega o chapéu e procura outro emprego.

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      • Ficaste incomodado com as críticas ao meu patrão? puxa…desculpa, brother. Não faço mais pra não ferir a tua sensibilidade. Então vou apenas colar a explicação do patrão, em nota oficial, beleza.

        “Em dezembro de 2012, a Prefeitura Municipal de Porto Alegre assinou contratos na ordem de R$ 40,7 milhões para execução da Obra do Arroio Moinho e R$ 81,2 milhões para execução da reforma das Casas de Bombas.

        Informações preliminares demostram que, nos anos de 2013 e 2014, a prefeitura não conseguiu concluir os anteprojetos para as obras. Em 2015 e 2016, já com a elaboração dos anteprojetos em andamento, a empresa responsável não recebeu faturas devidas, deixando de entregar o escopo previsto.

        Nesse meio tempo, Prefeitura de Porto Alegre solicitou ao Ministério das Cidades a prorrogação do contrato do Arroio Moinho, que fora atendido. Em 2017, devido ao passivo financeiro com fornecedores e diante da crise financeira do município, ocorreu a necessidade de parcelamento dos pagamentos de todos os credores. A empresa não aceitou a política estabelecida pela Secretaria da Fazenda. Por isso, o pagamento à empresa foi feito só em 2018.

        Logo depois, em novembro deste ano, a empresa entregou os projetos contratados. O projeto das Casas de Bombas foi remetido para a Caixa Econômica Federal ainda em novembro. O projeto do Arroio Moinho necessitou uma revisão mais detalhada e seria entregue na primeira quinzena de dezembro, momento em que a prefeitura recebeu formalmente o ofício da Caixa, com base na determinação do Ministério das Cidades, sobre a suspensão do contrato. O motivo da suspensão destacado pela notificação se dá pelo não avanço do contrato em um período de 12 meses consecutivos, que a rigor já ocorrera antes, a partir de 2014.

        Tão logo recebeu tal comunicação da Caixa, em 5 de dezembro de 2018, a prefeitura buscou essas informações preliminares e, nesta quarta-feira, 12, determinou a abertura de investigação interna para apurar as causas e responsabilidades dessa perda de recurso.

        /nota_oficial”

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        • Ou seja…nesta nota oficial, a gestão jogou merda nela mesma, ao assentir que perdeu o investimento por não ter cumprido o compromisso financeiro com a empresa. Apurar responsabilidades fica agora bem fácil. Basta demitir o prefeito e o secretário da fazenda.

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  8. Marchezito news. Mais fake impossível.

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  9. A inovação deve servir às pessoas e nesse sentido Porto Alegre e o RS estão longe de permitir a concretização das ideias. Não basta ter ideias se o ecossistema de empresas não permite as ideias vingarem. Não existe esse ecossistema de empresas devido aos entraves burocráticos, impostos e simples má fé das instituições públicas impedem qualquer livre iniciativa.

    Conheço pessoas com incríveis projetos de carros elétricos, bicicletas customizadas, aplicativos para transporte coletivo, entre outras que não querem saber de montar empresa, porque vai demorar mais de um ano para sair o CNPJ, vão ser obrigados a contratar contador, devido ao emaranhado de códigos, impostos, formulários, preenchimento de guias… fiscalizações que fazem de tudo para prejudicar o negócio da pessoa.

    Um amigo demorou 3 anos para conseguir abrir uma cervejaria porque o fiscal queria propina, ele poderia utilizar inovação no processo de fabricação da cerveja, mas teve que gastar tempo e esforço com o governo. Teve um bar que foi multado porque um amigo meu fazia brincadeiras de mágica e o estabelecimento estava registrado como bar e não como casa de espetáculos.

    É muito bonito as universidades se unirem e apresentarem PPT sobre inovação, mas na prática, lá na ponta da corda é só dificuldade.

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