Verba para Centro de Eventos está perto de expirar

Turismo. Prefeitura tem até 1º de março para começar o projeto, previsto ao lado do Beira-Rio, com chance de perder R$ 60 milhões garantidos pelo governo federal

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Tema de incontáveis reuniões entre governo do estado e prefeitura desde 2012, o Centro de Convenções e Eventos de Porto Alegre corre o risco de ser engavetado sem nunca ter saído do papel. Os R$ 60 milhões garantidos a fundo perdido via PAC Turismo, do governo federal, expiram em 1º de março.

Para que os recursos não sejam perdidos, é preciso haver andamento na proposta. O terreno de 3,7 hectares que serve de estacionamento do complexo do estádio Beira-Rio, entre a Edvaldo Pereira Paiva e a Padre Cacique, está designado ao projeto.

Em julho passado, o prefeito Nelson Marchezan Júnior assinou contrato de elaboração dos projetos de arquitetura e complementares de engenharia do Centro de Convenções e Eventos. O trabalho, que tinha prazo de dez meses, ficou sob responsabilidade da Mafra Arquitetura. Na ocasião, o secretário municipal de Parcerias Estratégias, Bruno Vanuzzi, disse que a expectativa era ter a aprovação do projeto até setembro de 2019 e, no segundo semestre, a abertura do processo de licitação para execução da obra.

Turismo de negócios

A ideia é que o complexo tenha, na primeira fase, um salão principal com capacidade para 3 mil pessoas e salas para convenções e eventos corporativos para atender de 300 a 500 pessoas. Em uma segunda etapa, estão previstos um grande espaço de 15 mil metros para feiras e estacionamento no piso inferior.

Agora, sob o risco de perda dos recursos federais, o projeto foi tema de uma reunião entre o prefeito e o Sindha (Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região). O presidente da entidade, Henry Chmelnitsky, afirma que o mês de fevereiro deve ser marcado por uma força-tarefa para a ampliação no prazo do financiamento. O Sindha tenta agenda com o Ministério do Turismo.

A equipe do Executivo alega que, agora, o tema depende de andamento junto aos ministérios do Turismo e da Economia, que, por meio de um decreto, devem incluir o projeto em um novo programa. “Dependemos do entendimento do governo federal de que isso importa, mesmo com as obras que estão em andamento”, afirmou o prefeito.

Jornal Metro – Porto Alegre – 04/02/2019



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1 resposta

  1. Isso tem que sair do papel, para tirar dali aquela banda da saldanha, que não sei como ela funciona e como os bombeiros liberaram aquilo pra funcionar, com shows em fins de semana, povo mijando na rua, tudo alto nível, que para quem mora perto, é um parto. Ja deviam ter saído na época da copa, mas uma liminar (obvio), conseguiu manter ela ali, em um terreno que não é deles.

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