Emplacamentos têm alta em Porto Alegre

Frota reforçada. Capital registrou, nos dois primeiros meses de 2019, a entrada de 3.493 novos veículos nas ruas; expectativa é de que as vendas sejam maiores do que em 2018

O mercado automotivo começou o ano aquecido. As vendas, em comparação com o mesmo período do ano passado, estão em alta. Na capital gaúcha, 3.493 veículos foram emplacados nos dois primeiros meses do ano.

Em 2018, segundo dados do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), a cidade contava com 840.856 veículos em circulação, 6.522 a mais do que em relação ao número de automóveis no fim de 2017.

A perspectiva é de que o aumento da frota supere o do ano anterior pelo segundo ano consecutivo. De 2014 a 2017, o crescimento foi desacelerado, com o índice mais baixo de 4.795 novos veículos em 2017.

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“De 2015 a 2016 caímos 52%, temos que recuperar esses números”, avalia Fernando Esbroglio, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Rio Grande do Sul.

Os índices ainda são modestos em relação à década passada. Entre 2007 e 2008 as ruas de Porto Alegre receberam 35.982 unidades, um número 79,9% maior do que o registrado no ano passado.

O fenômeno visto em Porto Alegre se repete no Brasil e no Rio Grande do Sul. A venda de novos veículos cresceu 28,6% em todo o país nos dois primeiros meses de 2019, em comparação ao mesmo período do ano passado. Em números absolutos, isso significa que mais 198 mil veículos novos estão trafegando pelo país. No estado, o crescimento no mesmo período foi menor, alcançando 16,2%.

Jornal Metro Porto Alegre, 12/03/2019

 

 



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, Outros assuntos

8 respostas

  1. Será que esse número não está elevado em razão da recente obrigatoriedade da substituição da placa antiga pela nova, modelo Mercosul?

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  2. Acho que esse aumento reflete a popularidade da Uber, muitos motoristas estão comprando carro para ter uma margem maior de lucro.
    Se for isso mesmo, não creio que seja uma notícia ruim, já que é um tipo de transporte coletivo.
    Ruim para as empresas de ônibus, bom para a população.

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    • Não vejo muita diferença em ser uber ou não. Afinal o uber é similares levam em média apenas um passageiro. São mais carros nas ruas sim.

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    • Linhas com traçado igual faz 50 anos. Agora bem feito: vão pagar pela ineficiência e falta de mudança encolhendo.

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      • Aí é que você se engana, quem paga somos sempre nós, as empresas de ônibus não tem prejuízo. Há um fator no cálculo da passagem de ônibus que remunera as empresas pela queda do número de passageiros, ou seja, a tarifa de ônibus vai ficando cada vez mais cara. E os empregadores que adquirem vale transporte repassam essa tarifa aos produtos e serviços, evidentemente.
        Eu ainda acredito que o ônibus é o modal mais eficiente e barato para curtas e médias distâncias, mas é preciso que a prefeitura invista em corredores e estações de transbordo, e exija ônibus melhores.

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