Marchezan disse que quer ser o piloto do trator que irá derrubar o Muro da Mauá

Prefeito disse que o muro do Cais do Porto criou uma metáfora para outros obstáculos difíceis de se derrubar na Capital 

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Foto: Joel Vargas/PMPA

O prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Júnior, em discurso na apresentação do Cais Embarcadero, realizado na noite de segunda-feira, afirmou suas intenções para a retirada total do Muro do Cais Mauá. Marchezan disse que o muro do Cais do Porto criou uma metáfora para outros obstáculos difíceis de se derrubar na Capital.

O mandatário da cidade afirmou o interesse: “Eu quero derrubar o Muro do Cais da Mauá, eu gostaria de ser o piloto do trator que irá derrubar o muro. Temos muitos muros que deveriam ser derrubados, mas que não são por medo.

O Muro da Mauá, considerado necessário pelo corpo técnico da prefeitura para conter eventuais cheias como a de 1941, propôs um substituto mais baixo ou alguma outra saída com menor impacto.

O corpo técnico da prefeitura de Porto Alegre propôs uma outra alternativa ao muro, uma construção mais baixa, ou uma saída de menor impacto aos cofres do município.

Porto Alegre 24 horas



Categorias:Outros assuntos, Projeto de Revitalização do Cais Mauá

23 respostas

  1. marchezan tá desviando as atenções pra poder aprovar aumento do iptu

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  2. “Ou então, percebendo que não vai conseguir entregar a revitalização do cais antes do final do mandato, resolveu trazer o assunto polêmico do muro à baila de novo, de modo a se “vacinar” por eventual incompetência.” (Enrico)

    Este é o ponto. O prefeito quer encobrir um projeto falido, através da REcriação da polêmica do muro. Puro desvio de foco (premeditado). Para tal, convocou um vereador estafeta para gargantear a público, e um advogado amiguinho para sustentar a necessidade da remoção do muro no jornalzinho amigo do prefeito (ZH), através de um artigo publicado ontem no referido meio de comunicação. Marchezan mandou a campo os seus lacaios de aluguel.

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  3. Algumas reflexões:

    1) Se o projeto do Cais Mauá (Embarcadero) tivesse saído do papel, como era o compromisso da empresa vencedora do certame, e tivéssemos aquela área ocupada, com restaurantes, cafés, comércio, áreas para atividades culturais, a questão do muro não estaria assim tão no centro das discussões.

    2) Não sei absolutamente nada dos bastidores das negociações, mas o fato de esse tema do muro ter voltado aos holofotes, trazido pelo prefeito, não duvido que tenha sido resultado de uma conversa dos administradores do consórcio com o Jr.

    3) Ou então, percebendo que não vai conseguir entregar a revitalização do cais antes do final do mandato, resolveu trazer o assunto polêmico do muro à baila de novo, de modo a se “vacinar” por eventual incompetência.

    4) Infelizmente, o tema da segurança pública ainda está longe de ser resolvido na cidade. Não é de se duvidar que, mesmo conseguindo derrubar o muro, os futuros administradores do cais erguessem um outro tipo de cerca, alambrado ou aqueles muros de concreto vazado mesmo. Vai saber…

    5) O sistema de diques e casas de bombas que temos na cidade toda é uma obra COLOSSAL de engenharia, que circunda praticamente a cidade inteira. Tentem imaginar o custo absurdo de uma obra como essa, meio século atrás. Agora tentem imaginar o trauma pelo qual a cidade passou, a ponto de aceitar e decidir fazer uma intervenção dessa magnitude. Certamente, não foi pouca coisa. Eu diria que é uma tragédia que pudesse ser comparada atualmente ao que foi o Katrina, em New Orleans, ou algo assim. Não é só o transtorno das chuvas em si, dos alagamentos, mas o comprometimento de estruturas, prédios, fundações, os danos a estruturas elétricas, eletrônicas, lógicas, de telefonia, de dados, isso sem falar em saques, depredações, desabrigados, e todo o caos social proveniente disso. Seria um impacto tremendo na economia e na estrutura social da cidade, haveria impactos até nos valores dos imóveis. Não é pouca coisa.

    Eu acho o muro feio, e com certeza que há um impacto negativo importante naquela região, em termos urbanísticos. Mas será que a emenda não periga ficar pior do que o soneto?

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