Duas empresas estão habilitadas para participar da licitação do Auditório Araújo Vianna

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Ainda que não tenha sido definida a nova empresa, o Araújo Vianna segue recebendo shows e eventos. (Foto: Cristine Rochol/PMPA)

Foi publicado no Diário Oficial de Porto Alegre, nesta quarta-feira (18), as duas empresas habilitadas e autorizadas a seguir no processo licitatório do Auditório Araújo Vianna, localizado no Parque Farroupilha (Redenção). A 6 Pro Eventos Empresariais (Opinião Produtora) e a Urbanes Empreendimentos foram as selecionadas.

A Opus, que administrava o espaço desde 2007, ficou de fora da concorrência. A empresa já havia sido inabilitada do processo por desatender a requisito relativo à qualificação econômico-financeira e recorreu da decisão. Porém, o recurso foi julgado improcedente pela Comissão de Licitação da Secretaria Municipal da Fazenda. Já as empresas 6 Pro Eventos e Urbanes Empreendimentos chegaram a entrar com recursos para excluírem uma a outra da disputa, porém os pedidos foram negados.

Como as três empresas entraram com recursos nesta primeira etapa do processo, vai demorar mais. A prefeitura previa que em setembro estaria com todo o processo concluído. Agora, os prazos mudaram. As duas empresas aptas a continuar no processo licitatório devem entregar as propostas comerciais à Comissão de Licitação no próximo dia 24, às 10h, quando os envelopes serão abertos. Vence quem apresentar o maior valor de outorga ao município.

O secretário municipal de Parcerias Estratégicas, Thiago Ribeiro, explica que “se não houver nenhum recurso após a abertura dos envelopes, a gente conseguiria assinar o contrato até novembro, mas estamos sujeitos a essas etapas. Hoje a gente trabalha para que, em novembro, ocorra a homologação do resultado e a assinatura de contrato”.

Ainda que não tenha sido definida a nova empresa, o Araújo Vianna segue recebendo shows e eventos, uma vez que a prefeitura abriu a oportunidade de locação do espaço até que a licitação seja concluída.

O Sul



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Outros assuntos

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2 respostas

  1. Do jeito que está essa peleia jurídica entre as empresas, esse edital de licitação deve ser uma verdadeira zona, com critérios dúbios e termos obscuros…

    Pense bem, se as regras de licitação fossem simples, claras e diretas, não teria o que discutir na justiça, não é?

    Ou então esse edital foi redigido propositalmente bagunçado para permitir arbitrariedade em troca de $

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    • A discussão é administrativa, e não jurídica. É normal que as empresas entrem com recursos em ambas fases de habilitação e de proposta. Na maioria dos casos as empresas mesmo que forçam a barra, e não necessariamente é problema do edital de licitação; tanto que neste caso ambos os recursos foram negados.

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