Relógio digital de rua é alvo de vandalismo no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre

O equipamento teve o display quebrado
Foto: Clear Channel Brasil/Divulgação

Um relógio digital de rua instalado perto da Praça Garibaldi, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, foi alvo de vandalismo na madrugada desta segunda-feira (17). O equipamento teve o display quebrado.

Segundo a prefeitura, assim que o ato foi identificado, a empresa Clear Channel Brasil, concessionária responsável pela instalação do relógio, foi acionada. O caso está sendo investigado.

“Queremos uma Porto Alegre bonita e segura e não deixaremos que os inimigos da cidade nos impeçam de fazê-la”, disse o secretário municipal de Obras e Infraestrutura, Pablo Mendes Ribeiro.

Ao todo, a Capital conta com 160 novos relógios de rua. Além da marcação de hora e temperatura, os equipamentos têm wi-fi, medidores de radiação e painel de mensagens. Também contam com câmeras de alta definição, que podem colaborar com a resolução de casos de vandalismo.

Jornal O Sul



Categorias:vandalismo

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6 respostas

  1. Ainda botam vidro simples…
    Por que não botam um vidro duplo? Isso estava na cara que ia acontecer.

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    • Esse comentário reflete o que é o País…”estava na cara que ia acontecer”, aqui se critica o porque não ter vidros duplos, quando o correto deveria o vandalo ser preso, sem pagamento de fiança por no mínimo 10 anos de prisão, gostaria de ver se esse atos continuariam. Brasil não é um país sério e a culpa recai no fornecedor, na prefeitura…..

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      • Discorde ou não, esse vandalismo tem que ser previsto, é fato que quando tiverem protestos o vandalismo acontecerá.
        Basta olhar os protestos na França, nos EUA.. esse vandalismo so não acontece em países com ditadura,
        de cultura milenar como Japão, ou onde todos são ricos como Suíça.

        É a realidade do Brasil, se o projeto não leva esse contexto em conta, é um mal projeto

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      • Mas é a realidade. Acha realmente que um vândalo de relógio iria preso no Brasil e pagaria 10 anos de prisão? No Brasil?
        Eu digo pensando na empresa que construiu, é mais barato um vidro duplo que um display novo + vidro. Isso as empresas até na Suíça já põe no cálculo. Fora que numa ventania, pode ser que o vidro quebre sem vândalo.

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  2. nao era obvio no projeto desses relogios que deveria existir um acrilico na frente?

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  3. Bom, se tem câmera, não é para a investigação ser tão difícil. Incrível que as câmeras, em Porto Alegre, muito raramente coíbem algo e só ajudam depois. Parece que não são monitoradas o suficiente.

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