Mercado Público: novas escadas rolantes serão instaladas nos próximos dias

Novas escadas rolantes substituirão equipamentos danificados e com mais de 20 anos. Mateus Raugust / PMPA

O prefeito Sebastião Melo acompanhou na noite de sexta-feira, 17, a chegada das novas escadas rolantes, que fazem parte das obras de revitalização do Mercado Público.

“Os equipamentos serão instalados nos próximos dias, para que em breve possamos entregar o segundo piso aos comerciantes e aos visitantes, incluindo a troca dos elevadores e a reforma elétrica” – Prefeito Sebastião Melo.

Melo também destacou que a recuperação do Mercado Público foi possível a partir de um modelo de governança resolutiva que uniu a prefeitura, os mercadeiros e a iniciativa privada. 

A revitalização do segundo piso começou em janeiro. Além da substituição das escadas rolantes, o projeto prevê a reforma elétrica das instalações e elevadores mais modernos. As novas escadas rolantes substituirão equipamentos danificados e com mais de 20 anos. 

Link:https://prefeitura.poa.br/gp/noticias/mercado-publico-novas-escadas-rolantes-serao-instaladas-nos-proximos-dias



Categorias:Modernização Mercado Público, Programa de Reabilitação do Centro Histórico, Restaurações | Reformas

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3 respostas

  1. Ótimo! Que continuem investindo bastante no local.
    Mercados Públicos são grandes atrações turísticas em várias cidades do mundo.
    O nosso, na minha opinião, carece muito de limpeza e higienização nos pisos, paredes, lixeiras, banheiros…
    Aquelas bancas de peixe fedem. Não há desculpa para deixar um bom pedaço do mercado fedendo peixe. Já entrei em peixarias de cidades do interior ou litoral brasileiro sem sentir forte de cheiro de peixe.
    Mercado Público, apesar de ser um local popular, deveria ter cara e cuidados de shopping: ser bem iluminado, sempre limpo, seguro e com um piso adequado para manter tanto a beleza e higiene quanto a praticidade para lidar com alimentos.
    Uma coisa que não ajuda a manter o mercado limpo é aquele terminal de ônibus ao lado. Ônibus expelem muita sujeira no ar. Essa sujeira vai toda para o mercado (paredes, pisos) e para os alimentos expostos ali. Jamais deveria ter um terminal de ônibus ao lado. Ali deveria ser uma explanada, praça ou ter um terminal subterrâneo (houve um projeto anos atrás que foi mencionado aqui no blog). Outra alternativa para evitar a fuligem dos ônibus seria permitir somente ônibus elétricos no terminal. Mas o melhor seria não ter o terminal ao lado.

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    • Concordo plenamente contigo. Um exemplo de mercado que adota uma linha mais moderna com ótimo grau de organização e de infraestrutura no geral, é o Mercado Municipal de Curitiba. A meu ver o Mercado Público de Porto Alegre em vários aspectos sim é mais destacado que o do capital paranaense a começar por seu imponente prédio histórico, além do fluxo de pessoas e a forte tradição do lugar, mas com certeza poderia ser aprimorado com algo da pegada moderna e algumas das soluções que são adotadas no mercado curitibano, e funcionam muito bem. De verdade aquele terminal ao lado do mercado por demais de inadequado, além da feiura, o fato é que todos os dias um enorme volume fuligem é expelida pelos canos dos ônibus e vai impregnar e sujar a fachada do edifício, infestar o ar de dentro do prédio se acumulando sobre as estruturas e alimentos, além de detonar os pulmões dos clientes e trabalhadores. Espera-se que um dia seja adotada uma solução racional para retirar tal terminal e ocupar o espaço com outro tipo de estrutura, uma praça linda com paisagismo caprichado, um terminal subterrâneo de preferência com algum novos modal de transporte quem sabe um VLT show, enfim, toda uma nova realidade porque o mercado e a cidade merecem.

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    • Uma meia solução para o terminal “já existe”, é o BRT da Osvaldo Aranha/Protásio Alves, troca-se muitas linhas com muitos onibus velhos por uma única linha com onibus mais novos e até elétricos, visto que hoje um onibus elétrico facilmente atinge 250 km de autonomia, sem precisar de toda a estrutura de alimentação que um trolebus exige, por exemplo.

      Até hoje, ainda acho inacreditável que após fazer a obra mais complicada (substituição do asfalto por concreto armado) nunca fizeram o relativamente mais fácil, que é construir as estações, que poderiam facilmente ser construidas via PPP e usar publicidade como fonte de receita para custear a manutenção das estações, por exemplo.

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