Quadrilátero: prefeitura realiza concretagem na rua Voluntários da Pátria

Trecho da rua deve ser liberado para pedestres em 10 dias. Foto: Pedro Piegas/PMPA

O primeiro trecho da rua Voluntários da Pátria, entre a Marechal Floriano e a Vigário José Inácio, foi concretado na manhã desta quinta-feira, 11. A rua, que integra a obra do Quadrilátero Central, recebeu 21 centímetros de concreto, e será liberada para passeio em 10 dias. 

Além disso, no trecho um da rua Otávio Rocha, será feita a compactação de paralelepípedo com rolo e arremates. No trecho dois, a colocação e compactação de base, instalação de paralelepípedo e de meio-fio; já no trecho três, será colocada e compactada a base e instalado o meio-frio. No trecho quatro, será executado o rebaixamento de rede gás (Sulgás) e a colocação e compactação de sub-base. 

Água e esgoto – o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) começa mais uma etapa da obra de substituição de redes do Quadrilátero Central nesta quinta-feira, 11, na rua Vigário José Inácio, entre a Gen. Vitorino e a rua dos Andradas. As vias estão recebendo novas redes de polietileno de alta densidade (Pead), que substituirão as atuais tubulações de ferro fundido. A programação pode ser alterada por motivos técnicos ou climáticos.

Já na próxima segunda-feira, 15, mais uma etapa começa na rua Andradas, entre a Marechal Floriano Peixoto e Dr. Flores. Serão assentadas as novas tubulações nas duas quadras, começando pelo lado ímpar. Tanto a rua Vigário José Inácio, quanto a rua dos Andradas, já fazem parte do setor 5 da obra, que contempla no total 1.371 metros de novas redes.

Trânsito e transporte – a partir de segunda-feira, 15, com o bloqueio da rua dos Andradas, entre a rua Mal. Floriano Peixoto e Dr. Flores (sem o fechamento dos cruzamentos), a Gen. Vitorino será liberada e receberá o desvio das lotações. O novo itinerário será Praça Parobé e rua Gen. Vitorino até a Praça Dom Feliciano. Também serão liberadas a Marechal Floriano Peixoto e Vigário José Inacio, entre Gen. Vitorino e Salgado Filho.  As linhas que têm alteração de itinerário são: 40.42- Petrópolis/ Irmãos Marista, 50.2- IAPI/Auxiliadora e 50.3 – Mont’ Serrat.  

Frente de obra – segue em andamento a frente de obra iniciada em 11 de julho, na rua General Vitorino, entre as ruas Marechal Floriano Peixoto e Dr. Flores. Esse segmento integra o setor 6 da obra, que contempla 235 metros de rede de água com diâmetros de 110 mm e 160 mm. As obras têm investimento de R$ 2,8 milhões, com recursos próprios do município, e beneficiarão cerca de 25 mil moradores do Centro Histórico. A troca da rede de água é executada em paralelo à revitalização da rua dos Andradas e do Quadrilátero Central.

Outras informações do Dmae:

Telefone 156 opção 2

Site: prefeitura.poa.br/dmae

Aplicativo 156+POA

E-mail: dmae@dmae.prefpoa.com.br

Chat: centraldmae.procempa.com.br/chat

Whats: 99332-8170

Link: https://prefeitura.poa.br/smoi/noticias/quadrilatero-prefeitura-realiza-concretagem-na-rua-voluntarios-da-patria



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Programa de Reabilitação do Centro Histórico

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9 respostas

  1. O concreto por não tem muitas emendas não junta tanta sujeira e é mais fácil de limpar. Além disso ele não solta crianço poças de agua nos dias de chuva, enfim é um ótimo piso para essa parte da cidade. Se combinado com bom mobiliário urbano, iluminação, vegetação, fica ótimo.

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  2. Que gambiarra!

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  3. Não vejo problemas quanto ao uso do concreto, desde que seja bem feito e acabado, de forma que não se criem rachaduras no curto prazo. Nos EUA é super comum a utilização de concreto em passeios públicos.

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  4. depois de anos atrás a prefeitura de POA justificar que usava cimento puro nos remendos da rua da praia e nao trocava os pisos de cores vermelha por que era “material de mais difícil de encontrar por que vinha de Curitiba”…. Depois dessa acredito em qualquer coisa…

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  5. É um fenômeno recente chamado “gasometragem”.
    Gostaram do padrão concreto do gasômetro e estão querendo que toda Porto Alegre tenha uma aparência congruente.

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  6. Não entendo a atual obsessão por concreto em Porto Alegre. Temos disponibilidade de rochas (granito, basalto) no RS, materiais mais nobres e que proporcionam melhor acabamento final. Sem contar o elevadíssimo impacto ambiental que ocorre para produzir-se o concreto (incluindo-se a produçao do cimento e a extraçao de areia e brita).

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    • Concordo.
      No meu entendimento, as coisas não sei feitas para durarem. Elas são feitas para ganharem eleições e nos próximos mandatos serem feitos reparos novamente e assim por diante…
      Não sou contra o concreto, desde que seja bem feito e inclusive, poderiam fazer um trabalho mais artístico com ele. Seria bem legal.

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    • Ter apenas concreto reduz o custo com futuras manutenções, visto que um revestimento com pedras assentadas precisa de rejutnamento periódico, troca de peças que forem danificadas, etc. Acho que foi esse o pensamento, de criar algo duradouro e de baixo custo de manutenção

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