Obras no Consulado dos EUA começarão em junho em Porto Alegre

Licenças para construção foram autorizadas nesta quarta-feira

Obras começarão no próximo mês | Foto: Tarsila Pereira

Obras começarão no próximo mês | Foto: Tarsila Pereira

Após apresentação de projetos e obtenção de todas as licenças da prefeitura de Porto Alegre, a construção do Consulado dos Estados Unidos, na avenida Assis Brasil, zona Norte, deverá começar em junho. O secretário da Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb), Valter Nagelstein, se reuniu nessa terça-feira com os responsáveis pela obra, que tem prazo máximo de 18 meses. Contudo, é possível que o término ocorra antes.

Apesar de a obra ainda não ter começado, já foram instalados alguns equipamentos e realizados bloqueios. A rua Andaraí, uma das entradas do terreno do consulado, está parcialmente interrompida para a recuperação da calçada. Os obstáculos foram autorizados pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov).

O gerente de fiscalização da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Paulo Gomercindo Machado, explicou que a rua Bezerra de Menezes também sofre alterações no fluxo. Assim como a rua Andaraí, ficará com um terço de pista. Apesar de parcialmente interrompida, a Andaraí não tem muito fluxo. Por isso, por enquanto não houve transtorno aos motoristas. “É uma via calma e de mão única”, ressaltou.

Não há data para o início das atividades da unidade, mas elas só devem começar em 2016. O anúncio da instalação no Rio Grande do Sul havia sido feito há mais de um ano. A capacidade de atendimento para renovação e para os procedimentos iniciais para a liberação de vistos seria de 100 mil pessoas por ano, conforme informações iniciais.

Correio do Povo

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Pra quem não conferiu ainda o local, é este aqui no link do Google Maps:

https://www.google.com.br/maps/@-30.012016,-51.168748,3a,75y,138.4h,93.47t/data=!3m4!1e1!3m2!1sCjTnHZ1K6o6cFEqS3qywMg!2e0?hl=pt-BR

Missão governamental trata da instalação de unidade da Airbus em Porto Alegre

Governador José Sartori e o prefeito José Fortunati, que estão em missão de quatro dias na Alemanha e França, visitarão a empresa, em Paris, nesta quarta-feira - Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini ©

Governador José Sartori e o prefeito José Fortunati, que estão em missão de quatro dias na Alemanha e França, visitarão a empresa, em Paris, nesta quarta-feira – Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini ©

O Rio Grande do Sul poderá receber um novo empreendimento na área de segurança a partir de 2016. A multinacional francesa Airbus, reconhecida pela produção de aviões e helicópteros, deverá instalar, em Porto Alegre, unidade para a produção de equipamentos de videomonitoramento. O investimento será da ordem de R$ 150 milhões, e a fábrica será instalada no 4º Distrito, na área central da Capital.

O anúncio foi feito durante audiência de representantes do grupo francês com o governador José Ivo Sartori e com o prefeito José Fortunati, no início deste mês, no Palácio Piratini. Para dar seguimento às tratativas da nova unidade, Sartori e Fortunati, que estão em missão governamental de quatro dias na Alemanha e França, visitarão a empresa, em Paris, nesta quarta-feira (27). Integram a comitiva o chefe da Casa Civil, Marcio Biolchi, a presidente do Badesul, Susana Kakuta, o deputado estadual Gabriel Souza, representando a Assembleia Legislativa, e o secretário municipal da Fazenda, Jorge Luis Tonetto.

As negociações para instalação da fábriga, que deverá dar início às opreções no próximo ano, foram iniciadas em dezembro de 2014. A escolha de Porto Alegre pela empresa se deu em razão da infraestrutura na área de processamento de dados, com infovias distribuídas em todas as regiões da cidade. Outros fatores que influenciaram a decisão foram a presença dos parques tecnológicos TecnoPuc, na capital, e TecnoSinos, em São Leopoldo, além do Centro Integrado de Comando (Ceic) da Prefeitura e o Centro de Operações da Brigada Militar.

O Airbus Group é líder global em serviços aeroespaciais e de defesa. Em 2014, o grupo – composto por Airbus, Airbus Defence and Space e Airbus Helicopters – gerou uma receita de cerca de 60,7 bilhões de euros. A empresa, que possui uma rede de mais de 138 mil colaboradores, desenvolve programas espaciais e de defesa e helicópteros para uso civil.

Governo do Estado do RS

Parceria aproxima Porto Alegre e Medical Valley da Alemanha

Comitiva gaúcha visitou instalações na cidade de Erlangen   Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini/Divulgação PMPA

Comitiva gaúcha visitou instalações na cidade de Erlangen   Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini/Divulgação PMPA

No primeiro dia da agenda pela Europa, o prefeito José Fortunati, integrando a comitiva oficial do governo do Estado, visitou o complexo industrial do Medical Valley, na cidade de Erlangen, localizada no estado da Baviera, no sudeste alemão. Além de Fortunati, acompanharam o governador José Ivo Sartori, o chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi, a presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul (Badesul), Susana Kakuta, e parlamentares gaúchos.

No último dia 15, o prefeito Fortunati recebeu o diretor do Instituto Central de Engenharia Biomédica (ZiMT), Tobias Zoebel. Na ocasião, foi apresentado o projeto do Medical Valley, uma espécie de Vale do Silício, na Alemanha, voltado à engenharia e tecnologia na medicina. A instituição planeja montar outros núcleos fora da Europa e tem grande interesse pela região metropolitana de Porto Alegre. Naquele encontro, o prefeito recebeu das mãos do diretor um certificado de cidade parceira do Medical Valley.

Entrega de projeto – Desde então, a possibilidade de Porto Alegre sediar um inédito cluster de saúde e alta tecnologia levou o secretário Municipal da Fazenda, Jorge Tonetto, a pedido do prefeito, a se debruçar sobre o assunto, garantindo, em curto espaço de tempo, parcerias importantes de hospitais e universidades para a implantação do complexo, também no 4º Distrito de Porto Alegre, a exemplo do que deve ocorrer com a Airbus. Uma versão em inglês do projeto foi entregue, por Fortunati, nesta terça-feira, 26, aos diretores do cluster, durante a visita.

“Trata-se de uma oportunidade de ouro, que não podemos desperdiçar. Por isso, estamos fazendo todos os esforços para atrair parceiros para esse projeto, que significa geração de empregos, renda e tecnologia para a cidade de Porto Alegre e para o Rio Grande do Sul”, afirmou Fortunati. Após o encontro, o governador José Ivo Sartori também comemorou as boas perspectivas e a agenda positiva para o Estado. “Estamos tratando de investimentos que irão contribuir na área de ciência e tecnologia, procurando envolver as universidades, o que terá um efeito multiplicador para o Estado”, afirmou. (Fotos)

Antes de seguir para Paris, Fortunati, o governador Sartori e o CEO do Medical Valley, Siegfried Reinhardt, assinaram um protocolo de intenções para a instalação do Medical Valley na região metropolitana de Porto Alegre. A visita também incluiu uma reunião na sede da Universidade de Erlangen (FAU), onde conheceram o sistema que abrange 40 mil alunos e mais de 70 cursos de pós-doutorado, vinculados às empresas.

Referência mundial – O complexo é referência mundial na integração de diversas empresas, universidades e instituições de saúde para o desenvolvimento de projetos e soluções em engenharia aplicada à área de saúde. Criado em 2008, ultrapassa atualmente a marca de 500 empresas instaladas, entre companhias de grande porte e startups. Congrega, ainda, 16 universidades e mais de 40 instituições de saúde. Além de auxiliar a medicina na criação de tecnologias, o Medical Valley contribui para a expansão econômica da região da Baviera.

Prefeitura de Porto Alegre

Sancionada lei que autoriza transporte de animais em coletivos

Cães ou gatos, com peso máximo de até 10 quilos, deverão estar higienizadosF  to: Guerreiro/Divulgação PMPA

Cães ou gatos, com peso máximo de até 10 quilos, deverão estar higienizadosF  to: Guerreiro/Divulgação PMPA

O Diário Oficial de Porto Alegre publica, na edição desta quarta-feira, 26, a sanção da Lei 11.843, de 21 de maio de 2015, que autoriza o transporte de animais domésticos de pequeno ou médio portes, acompanhados por seus responsáveis, em transporte coletivo, seletivo ou individual do município. Criada com o apoio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), a lei determina um limite de quatro animais por viagem, no período das 10h às 16h e das 21h às 6h.

A secretária adjunta dos Direitos Animais (Seda), Bernadete Moog, comemora: “É mais uma conquista no caminho de políticas públicas voltadas à questão animal”.  Para assegurar direito ao transporte, o proprietário deverá apresentar carteira de vacinação atualizada, bem como as vacinas antirrábica e polivalente em dia.

Os cães ou gatos, com peso máximo de até 10 quilos, deverão estar higienizados, tendo em vista a preservação tanto da própria saúde como a dos passageiros. Deverão, ainda, ser acondicionados em um dispositivo resistente apropriado para o transporte, isento de dejetos, água, alimento e à prova de vazamentos.

Prefeitura de Porto Alegre

Porto Alegre acolhe imigrantes e busca doações

Grupo de 13 estrangeiros desembarcou na Capital nesta terça-feira   Foto: Divulgação/PMPA

Grupo de 13 estrangeiros desembarcou na Capital nesta terça-feira   Foto: Divulgação/PMPA

A Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH), está mobilizada para receber os imigrantes vindos do Acre com destino à Capital. Nesta quarta-feira, 27, o secretário de Direitos Humanos, Luciano Marcantônio participará de uma reunião em Brasília, junto a autoridades do governo do Acre e da Presidência da República, a fim de tratar do convênio de imigração.

Na madrugada desta terça-feira, 26, um grupo de 13 pessoas, composto por um nigeriano, dois haitianos e dez senegaleses, foi recepcionado na rodoviária. Somente três imigrantes ficaram em Porto Alegre; os demais seguiram para os municípios de Passo Fundo, Caxias, Tapejara, Pelotas e São Paulo. Nenhum deles foi para o Centro Humanístico Vida, espaço preparado provisoriamente para acolher aos imigrantes.

A expectativa é de que os próximos ônibus cheguem a Porto Alegre entre esta quarta-feira (27) e a quinta-feira (28). A Prefeitura de Porto Alegre está mobilizada para acolher e atender os imigrantes, além de aceitar doações de colchões, roupas de cama, agasalhos, material de higiene e botijões de gás. As doações podem ser entregues diretamente no Centro Vida, localizado na av. Baltazar de Oliveira Garcia, 2132, no bairro Rubem Berta.

Prefeitura de Porto Alegre

Porto Alegre é o cemitério do urbanismo, por Marcelo Gonzatto

Em artigo, jornalista de ZH lamenta a falta de projetos urbanísticos ousados na Capital

A chaminé do Gasômetro, um símbolo intocável da Capital. Foto: Gilberto Simon

A chaminé do Gasômetro, um símbolo intocável da Capital. Foto: Gilberto Simon

Quando uma boa ideia para melhorar uma cidade envelhece, vem morrer em Porto Alegre. A capital dos gaúchos é a Flórida dos projetos urbanísticos, a última parada antes do repouso eterno na gaveta.

Não viajei nem um décimo do que gostaria, mas desconheço uma grande cidade mais avessa a projetos ousados destinados a melhorar a qualidade de vida do cidadão (…)

Leia o artigo completo, na Zero Hora, clicando aqui.

Zoológico de Sapucaia e Parque de Itapuã devem ser concedidos à iniciativa privada

Zoo de Sapucaia é um dos maiores da América Latina. Foto: Gilberto Simon

Zoo de Sapucaia é um dos maiores da América Latina. Foto: Gilberto Simon

Dois dos principais parques públicos do Rio Grande do Sul podem ter nova direção ainda no segundo semestre. Após concluir a avaliação sobre Zoológico, Itapuã e Horto de Tramandaí, a titular da Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ana Pellini, encaminhou parecer favorável sobre proposta de concessão dos dois primeiros à iniciativa privada.

Leia a matéria completa em Zero Hora, clicando aqui.

Achei ótima a notícia!!  Quem já foi no Zoo de Sapucaia do Sul sabe que é triste a situação de um parque que poderia ser exemplo e atrair muito mais visitantes. É triste ver a situação dos animais e mesmo, da estrutura do parque. Um investimento pesado o espera. 

Fortunati viaja à Europa para garantir investimentos na Capital

Projeto de investimento da Airbus foi anunciado após reunião em 8 de maio   Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Projeto de investimento da Airbus foi anunciado após reunião em 8 de maio   Foto: Ricardo Giusti/PMPA

O prefeito José Fortunati embarca neste domingo, 24, acompanhado do secretário municipal da Fazenda, Jorge Tonetto, para uma missão na Europa, como parte da comitiva do governo do Estado, que visita a Alemanha e a França com o objetivo de atrair novos investimentos e parcerias para o Rio Grande do Sul. A agenda é composta de visitas ao conjunto Medical Valley, em Erlangen, na Baviera, no sudeste alemão, e à empresa Airbus Defense & Space, em Paris. A comitiva é liderada pelo governador José Ivo Sartori e integrada ainda pelo chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi, pela presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul (Badesul), Susana Kakuta, e por deputados federais e estaduais gaúchos.

Medical Valley – No último dia 15, o prefeito recebeu o diretor do Instituto Central de Engenharia Biomédica (ZiMT), Tobias Zoebel. Na ocasião, foi apresentando o projeto do Medical Valley, uma espécie de Vale do Silício na Alemanha, voltado à engenharia e tecnologia na medicina. A instituição planeja montar outros núcleos fora da Alemanha e tem grande interesse na região metropolitana de Porto Alegre. O prefeito recebeu das mãos do diretor um certificado de cidade parceira. Nesta terça-feira, 26, Fortunati visita o Medical Valley para consolidar a possível parceria.

Airbus – No dia 27, o prefeito conhecerá as instalações da subsidiária da Airbus em Paris. No início do mês, Fortunati anunciou o investimento de R$ 150 milhões na região do 4° Distrito, em uma unidade da empresa, que fabrica equipamentos destinados à área de Segurança Pública.

Porto Alegre foi escolhida devido a infraestrutura na área de processamento de dados, à presença da TecnoPuc e à proximidade com a TecnoSinos. A Capital também é a única que tem infovias distribuídas em todas as regiões da cidade. O contrato poderá ser assinado ainda este ano para que as operações iniciem-se ao longo de 2016.

 Prefeitura de Porto Alegre

Ciclovias avançam, mas ainda estão longe de fazer da bicicleta alternativa de transporte

Jaqueline Silveira

Uma das mais novas ciclovias é a da Erico Veríssimo, entre a Avenida Ipiranga até a Praça Garibaldi, na Cidade Baixa|Foto: Guilherme Santos/Sul21

Uma das mais novas ciclovias é a da Erico Veríssimo, entre a Avenida Ipiranga até a Praça Garibaldi, na Cidade Baixa|Foto: Guilherme Santos/Sul21

Com o trânsito frequentemente engarrafado na Capital, cresce o número de pessoas que optam pela bicicleta para se locomover pela cidade e chegar mais rápido a compromissos. O uso desse veículo também aumentou com a construção de ciclovias em Porto Alegre. Hoje, há 27 quilômetros de espaços exclusivos para os ciclistas, contudo, as faixas ainda estão longe de serem suficientes para a utilização da bike como meio de transporte. Pelo menos essa é a avaliação da Associação  pela Mobilidade Urbana em Bicicleta – Mobicidade. Na última terça-feira (19), a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) anunciou que, em breve, serão entregues aos adeptos da bicicleta mais dois trechos de ciclovias: 550 metros na Avenida Erico Veríssimo e mais dois quilômetros na Rua Ignês Fagundes, no bairro Restinga. “A quantidade ainda é muito pequena pensando a bicicleta como transporte”, reforça o coordenador da Mobicidade, Cadu Carvalho.

O Sul21 percorreu algumas das principais ciclovias da Capital e constatou que, apesar dos avanços, há ainda muito o que melhorar nos espaços exclusivos para a circulação das bikes. A opinião também é compartilhada pelos ciclistas. O professor Dirceu Ângelo Frittoli comemora o fato de a Capital contar com mais ciclovias, entretanto lamenta os trechos curtos, como o da Avenida Erico Verissimo, que se estende da Avenida Ipiranga à Praça Garibaldi. “Hoje, fui para o lado da Azenha e não tem ciclovia. Quanto mais, melhor, mas já aumentou bastante”, afirmou o professor, enquanto cruzava a nova ciclovia da Erico.

A ciclovia da Avenida Ipiranga é elogiada por ciclistas, porém alertam que a tinta vermelha deixa a pista escorregadia em dias de chuva |Foto: Guilherme Santos/Sul21

A ciclovia da Avenida Ipiranga é elogiada por ciclistas, porém alertam que a tinta vermelha deixa a pista escorregadia em dias de chuva |Foto: Guilherme Santos/Sul21

Uma das ciclovias mais utilizadas é a da Avenida Ipiranga, localizada entre a Avenida Beira-Rio e a Rua Silva Só, e é elogiada por ciclistas. “É excelente, uma pena que não terminaram. As ciclovias estão melhorando, só que o ritmo é lento”, observa o fotógrafo freelancer  Eduardo Aigner, ao pedalar pela Ipiranga. A prefeitura retomou a obra na avenida e promete até o final deste ano concluir a ciclovia em toda a sua extensão, somando 9,4 quilômetros. Hoje, a Ipiranga tem 2,8 quilômetros.

Trechos curtos

Adepto da bicicleta para se locomover por Porto Alegre e trabalhar, o ator e bailarino Robson Lima Duarte avalia as ciclovias como “mais ou menos”. “No geral, são precárias, pequenas, a maioria delas é muito curta. Parecem mais um protótipo”, justifica ele, que usava uma das bicicletas do projeto Bike Poa. Apesar de apontar problemas nas ciclovias, ele afirmou que nos últimos cinco anos “houve um avanço e tanto”. Por usar com frequência as bicicletas do Bike Poa, Duarte percebeu que, cada vez é maior a procura pelas magrelas, o que tem dificultado encontrá-las nas estações do centro da cidade. “É sinal que as pessoas estão usando bastante”, constata o bailarino.

Clique aqui e leia a matéria integral no SUL 21

Projeto de Barcelona inspira revitalização do 4º Distrito

Arquitetura diferenciada do 22@ é uma das marcas do Distrito de Inovação

Arquitetura diferenciada do 22@ é uma das marcas do Distrito de Inovação

O coordenador do POAdigital e integrante do GT 4º Distrito, Thiago Ribeiro, visitou na manhã desta sexta-feira, 22, o projeto 22@ em Barcelona. A iniciativa que constitui o Distrito de Inovação da capital catalã é reconhecida no mundo como um modelo de revitalização urbana de áreas degradadas e exemplo da união de forças entre poder público, iniciativa privada e universidades para a promoção do desenvolvimento local.

Atualmente, a área é um cluster criativo que se propõe a concentrar empresas e profissionais ligados ao design, à tecnologia da informação e da comunicação, às ciências médicas e às novas fontes de energia, segurança, entre outras. Conforme o coordenador  do departamento de Promoção da Cidade da Agência Barcelona Activa, Marc Sans Guanãbens, o projeto está 70% concluido.

“Devemos demorar em torno de 10 anos ainda para atingir o resultado que foi planejado”, afirmou, destacando que o 22@ é um conceito que reúne em um mesmo espaço negócios, pesquisa, educação, cultura, entretenimento e moradia.

Para Ribeiro, a iniciativa constitui uma referência para o que está sendo pensado para a região do 4º Distrito. “A experiência de Barcelona tem muito a acrescentar ao nosso trabalho, principalmente nessa fase de planejamento. Identificamos muitas similaridades entre o que temos hoje naquela região de Porto Alegre e o que acontecia em Barcelona no início dos trabalhos do 22@”, explicou.

A visita ao 22@ integra um conjunto de iniciativas adotado pela prefeitura para buscar a ampliação do desenvolvimento econômico e urbano de Porto Alegre, como a criação de um grupo de trabalho envolvendo áreas estratégicas para a definição de um planejamento para a revitalização da região do 4º Distrito.

Prefeitura de Porto Alegre

Inicia obra de iluminação cênica no viaduto Abdias do Nascimento

Trabalho tem previsão de término em 30 dias   Foto: Luciana Turela/Divulgação PMPA

Trabalho tem previsão de término em 30 dias   Foto: Luciana Turela/Divulgação PMPA

A obra de iluminação cênica do viaduto Abdias do Nascimento, localizado na avenida Pinheiro Borda, teve início nesta semana. O projeto, executado pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), complementará a a segurança dos motoristas que utilizam a via. Nos quatro pilares serão colocados 48 projetores de led de 43,2W, com 36 lâmpadas de led com potência de 1,2W, com cores levemente amarelada e branca.

Já a iluminação dos estais (cabos de sustentação) será destacada com projetores tipo focal, com lâmpadas de vapor metálico de 150W. O trabalho tem previsão de término em 30 dias. A pista de rolamento, que já foi executada sob o viaduto, é iluminada com 57 projetores, também de 43,2W e 36 lâmpadas de led com potência de 1,2W. O valor total de investimentos em iluminação é de R$ 258.192,07.

Prefeitura de Porto Alegre

Prefeito assina contrato para colocação de câmeras em parques

Parques Farroupilha e Marinha do Brasil receberão 21 câmeras de monitoramento   Foto: Ricardo Stricher/Arquivo PMPA

Parques Farroupilha e Marinha do Brasil receberão 21 câmeras de monitoramento   Foto: Ricardo Stricher/Arquivo PMPA

O prefeito José Fortunati e o governador José Ivo Sartori assinam, nesta quinta-feira, 21, o contrato de financiamento para a aquisição e instalação de câmeras nos parques Farroupilha e Marinha do Brasil. A solenidade acontece no Palácio Piratini, às 9h30, com a presença da diretora-presidente do Badesul, Susana Maria Kakuta. Os recursos serão liberados por intermédio do programa Badesul Cidades.

O projeto prevê a instalação de 21 câmeras com sensores de movimento e capacidade de gravação de 30 dias consecutivos nos parques Farroupilha e Marinha do Brasil, com o monitoramento pela Guarda Municipal. O objetivo é proporcionar segurança para o patrimônio municipal e para as pessoas que circulam nesses locais.

Prefeitura de Porto Alegre

Ciclovia em marcha lenta: em um ano, Porto Alegre ganhou só 3,8 km de novas ciclovias

Em velocidade média, um ciclista levaria 15 minutos para percorrer os 10% que foram construídos de 50km prometidos

Prefeiutra de POA enfrenta problemas na implantação das vias créditos: Ricardo Duarte

Prefeiutra de POA enfrenta problemas na implantação das vias.  créditos: Ricardo Duarte

Uma cena sobre duas rodas ilustra o ritmo da construção de ciclovias em Porto Alegre: em velocidade média, um ciclista levaria 15 minutos para percorrer tudo o que a prefeitura conseguiu aprontar em um ano de obras. De maio de 2014 até maio deste ano, a colcha de retalhos formada pelas ciclovias e ciclofaixas da Capital ganhou menos de quatro quilômetros. Não chega a 10% da meta da prefeitura para o período, 50 quilômetros. Menina dos olhos da Empresa Pública de Transporte da Circulação (EPTC), a ciclovia da Ipiranga não cresceu nenhum centímetro nos últimos 12 meses.

“Nós fomos muito otimistas. Tínhamos uma expectativa de evolução significativa, mas acabamos tendo uma redução em função de questões externas”, justifica o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari. Para Cappellari, o imponderável é o principal fator para o atraso na implantação do Plano Diretor Cicloviário, existente desde 2009 – dos 495 quilômetros previstos no projeto original, apenas 24,735 estão prontos. A demora das contrapartidas de empreendimentos imobiliários, que representam boa parte dos recursos a serem investidos em ciclovias, além de obras “casadas” com projetos da Copa que não saíram do papel, seriam responsáveis pelo atraso em, pelo menos, quatro obras: Voluntários da Pátria, Avenida Tronco, Severo Dulius e Ipiranga, que conta com apenas 2,8 dos 9,4 quilômetros de seu projeto.

Portal Mobilize Brasil / Zero Hora – clique aqui para ler a matéria integral

Câmara discute implantação de helipontos em Porto Alegre

2 helicópteros na Praça Itália, durante a realização do Caminho do Gol na Copa 2014. Foto: Gilberto Simon

2 helicópteros na Praça Itália, durante a realização do Caminho do Gol na Copa 2014. Foto: Gilberto Simon

A Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor) da Câmara Municipal de Porto Alegre realizou, na manhã desta terça-feira (19/5), reunião com o objetivo de discutir a implantação de helipontos na cidade. Autor do projeto de lei complementar que disciplina a implantação de helipontos em Porto Alegre, o vereador João Carlos Nedel (PP) presidiu a reunião e abriu o debate. “Esse projeto tramita desde o ano passado na Câmara e leva em conta a melhoria da mobilidade urbana. Praticamente todos os hospitais necessitam desse avanço, assim como as universidades”, ressaltou. Nedel afirmou que os vereadores já estão discutindo o PL no plenário, mas que ainda há tempo de analisá-lo profundamente e sugerir possíveis alterações. “Nossa intenção é construir e não obstruir, temos que ficar do lado das soluções, pois a cidade precisa recuperar esse atraso que implica diretamente em seu desenvolvimento”, disse.

O empresário do setor Luciano Garcia agradeceu a comissão por trazer esse assunto à tona. “Porto Alegre é muito carente quanto a essa questão. Atualmente não há uma área pública homologada para fazer um pouso. Em São Paulo, por exemplo, uma das maiores cidades em termos de trânsito de helicópteros, existem helipontos em prédios comerciais e até em praças públicas”, citou ao fazer referência ao Decreto 14573, que, segundo ele, praticamente deixa inviável para o empresário construir um heliponto. “É desestimulante. Tentamos realizar operações turísticas na época da Copa, mas foram vetadas. Há muita falta de informação, um helicóptero faz menos barulho que certas motos”, concluiu.

Segundo Milton Lima, membro do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), quando se fala em avião é imprescindível pensar na prevenção e segurança de vôo. “Queremos interagir para que possamos construir helipontos dentro dos padrões de segurança previstos”, declarou. Já o major Rodrigo Prado dos Santos, chefe do Serviço Regional de Engenharia do V Comando Aéreo Regional (Comar), comentou o início da construção do projeto e as alterações pelas quais passou até chegar ao texto atual. “Um dos pontos que devemos destacar é pensar as áreas nas quais os helipontos serão instalados para que não haja conflito de crescimento urbano e segurança da aviação. As construções localizadas no entorno têm que permitir uma operação de vôo segura”, afirmou.

Os vereadores Bernardino Vendrusculo (PROS) e Airto Ferronato (PSB) cumprimentaram o vereador João Carlos Nedel por discutir o assunto. “Sugiro olhar a legislação de São Paulo, além da legislação que vem da Aeronáutica, e tomar esses dados como parâmetro”, disse Vendruscolo. Ferronato ressaltou que é favorável ao PL e que o mesmo trará avanços para a Capital. Em resposta ao apontamento de Bernardino Vendruscolo, a arquiteta Rosane Zottis, que ajudou a construir o projeto, enfatizou que a legislação de São Paulo foi pesquisada. “A partir do conhecimento desses dados, extraímos as situações que tinham mais relação conosco. Nosso texto está alinhado com todas as exigências dos órgãos e secretarias correspondentes”, disse.

José Peres, secretário-adjunto de Turismo, disse que o fomento do turismo envolve o desenvolvimento de uma cidade. “Qualquer cidade que busca alavancar o turismo apresenta alternativas como essa. As pessoas terão acesso a mais uma forma de locomoção. Apoiamos esse projeto”, afirmou. Conforme a arquiteta Laura Kochenborger, da Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb), o projeto contempla a maioria das questões levantadas pela Secretaria. “Na análise dos projetos, tentamos levantar todas as possibilidades para a viabilidade de uma obra. Em alguns casos, a licença precária do heliponto seria provável, uma vez que dessa forma não prejudicaria o desenvolvimento da cidade, em caso de novas construções no entorno”, ponderou.

Também acompanharam a reunião os vereadores Guilherme Socias Villela (PP) e Idenir Cecchim (PMDB), além de outros representantes do Executivo municipal, autoridades militares e empresários do setor.

Texto: Lisie Venegas (reg. prof. 13.688)
Edição: Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)

Câmara Municipal

Vilas Dique e Nazaré devem ser reassentadas até 2016 para obras do aeroporto, segundo Frente Parlamentar

Trogildo é o presidente da Frente Parlamentar que irá acompanhar a ampliação | Foto: Guilherme Almeida/ CMPA

Trogildo é o presidente da Frente Parlamentar que irá acompanhar a ampliação | Foto: Guilherme Almeida/ CMPA

A Frente Parlamentar Pró Ampliação do Aeroporto Salgado Filho foi instalada na manhã desta terça-feira (19) na Câmara Municipal de Porto Alegre, com o objetivo de “articular ações entre órgãos governamentais, incluindo o setor privado, para discutir e realizar estudos, elevando o debate sobre o tema”. À tarde, os vereadores fizeram uma visita às obras habitacionais que estão em andamento para as famílias que serão reassentadas para a realização da obra.

O vereador Cássio Trogildo (PTB) preside a comissão e destacou que a ampliação do aeroporto é uma “necessidade de muito tempo”, visto que a pista é pequena e não permite que aviões de carga e de grande porte pousem. “O nosso estado já está em dificuldades, crise financeira, e estamos abrindo mão da tributação dessas cargas e recursos dos passageiros que não embarcam aqui, acabam indo até São Paulo ou Rio”, argumenta.

A reunião da Frente foi realizada de forma concomitante à do Comitê de Defesa do Aeroporto Salgado Filho, criado pela sociedade civil com 70 entidades que defendem sua ampliação. O coordenador  Alcebíades Santini lembrou que o projeto de reforma foi aprovado há 7 anos pela Prefeitura municipal, mas apenas este ano pela Infraero. “O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, já tem o projeto em mãos e está analisando se haverá um edital de licitação para empresas que se dispuserem a executar a obra ou a ampliação ocorrerá por meio de concessão”, explicou ele, que acrescentou que os trabalhos devem começar ainda em 2015.

Remoções

Um dos principais embates em relação à ampliação do aeroporto é a necessidade de remoção de famílias das vilas Dique e Nazaré. A primeira já está em grande parte reassentada no Conjunto Habitacional Porto Novo, que fica próximo ao Sambódromo Porto Seco. No entanto, como o processo tem demorado mais de quatro anos, algumas famílias se expandiram durante o reassentamento, enquanto outras chegaram Às vilas de onde os moradores estão sendo removidos. No início deste ano, um grupo deu início a um movimento para manter-se lá, alegando não querer ser reassentado no Porto Seco.

Maioria dos moradores da Vila Dique já reside no Porto Novo | Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

Maioria dos moradores da Vila Dique já reside no Porto Novo | Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

Os moradores da Vila Nazaré, por sua vez, mostraram-se contrários ao reassentamento diversas vezes, realizando protestos e resistindo no local. Agora, com a aprovação do início das obras, duas áreas já estão sendo construídas para abrigá-los. A vila se localiza na avenida Sertório, mas as famílias serão transferidas para o loteamento Bom Fim, na Assis Brasil, e para uma área na rua Irmãos Maristas, no bairro Mário Quintana. Segundo Trogildo, esta deve receber a maior parte dos moradores, 1.300 famílias. O vereador afirmou que a Quadra E do Porto Novo está em fase final de reformas e as famílias de ambas as vilas devem ser reassentadas até o final de 2016.

Histórico

Embora a Prefeitura de Porto Alegre esteja planejando a realização das obras desde 2009, a Infraero apenas aprovou a ampliação em 2015. Em janeiro, o assunto voltou à tona quando o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, afirmou que as obras não aconteceriam, dizendo que era desnecessária. Cerca de uma semana depois, ele voltou atrás sobre a reforma.

Vista aérea do aeroporto Salgado Filho em 2014 | Foto: Gabriel Heusi/ME

Vista aérea do aeroporto Salgado Filho em 2014 | Foto: Gabriel Heusi/ME

Cerca de dois dias depois, no dia 25 de janeiro, a Infraero autorizou o início das obras, embora depois tenha afirmado que a ampliação não seria possível sem a remoção das famílias. “Prevendo o esgotamento da capacidade de processamento do atual terminal de passageiros, que tão bem atende aos porto alegrenses e aos turistas que visitam a capital, conforme comprovado no Mundial de Futebol, a Infraero revisou em fevereiro de 2011 o plano diretor para o Aeroporto Salgado Filho, a fim de garantir a manutenção do padrão de qualidade e conforto atualmente oferecido aos seus usuários. A primeira fase do referido plano iniciou sua implantação em 2014″.

A remoção das famílias deve ser feita até o final de 2016 e as obras do aeroporto estão previstas para terminar até 2017.  A ampliação da pista de pousos e decolagens em 920 metros está estimada em cerca de R$ 500 milhões. Atualmente, a extensão da pista é de 2.280 metros. Já a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros do Salgado Filho está em andamento desde 2013 e deve estar concluída em janeiro de 2017.

Além da ampliação do Terminal de Passageiros, as obras previstas são construção de um novo terminal de cargas, para setembro de 2016; novo pátio para o terminal de cargas, para agosto de 2015; construção de um novo edifício garagem em parceria com o setor privado, cujo edital deve ser lançado em junho de 2015; construção de um hotel também em parceria com o setor privado, com previsão de término das obras em abril de 2016; e a ampliação da pista de pouso e decolagem em 920 metros.

 SUL 21 – Débora Fogliatto – com informações da Câmara Municipal

Câmara instala a Frente Pró Ampliação do Salgado Filho

Foto: José Arthur Eidt

Foto: José Arthur Eidt

A Câmara Municipal de Porto Alegre instalou, nesta terça-feira (19/5) pela manhã, a Frente Parlamentar Pró Ampliação do Aeroporto Salgado Filho. O ato de instalação ocorreu no Plenário Otávio Rocha, da Câmara. Segundo o vereador proponente, Cassio Trogildo (PTB), a Frente tem por objetivo articular ações entre órgãos governamentais, incluindo o setor privado, para discutir e realizar estudos, elevando o debate sobre o tema, de forma democrática e plural. “A ampliação da pista é um dos fatores estratégicos primordiais para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e do Mercosul, significando uma profunda transformação no perfil produtivo e gerador de riquezas para a Região Sul”, afirmou Trogildo, que presidirá a Frente Parlamentar.

Cassio Trogildo destacou que o acompanhamento do Comitê Técnico para a a ampliação do Aeroporto Salgado Filho mantém um trabalho conjunto em prol de um novo conceito de aeroporto em Porto Alegre. “Já tivemos uma audiência pública em prol da ampliação do aeroporto e nela tratamos das remoções das famílias que vivem no entorno do local da ampliação. Este fato está praticamente resolvido, tendo apenas algumas áreas que ainda precisam ser desabitadas”, disse. O vereador ressaltou que essas remoções são necessárias para a execução dos 920 metros da pista, para que se possa receber aviões cargueiros e aviões de grande porte no aeroporto, “diminuindo o prejuízo que estamos tendo por não receber esses tipos de veículos”.

O representante da Assembleia Legislativa e presidente estadual do Comitê Pró Ampliação do Aeroporto Salgado Filho, deputado Maurício Dziedricki (PTB), afirmou que é preciso capacitar e qualificar o Aeroporto para que o turismo na Capital seja valorizado, atraindo conquistas para a cidade. “A qualificação do Salgado Filho demonstra um investimento sólido para Porto Alegre, e os parlamentares estão comprometidos com este movimento”, disse.

O coordenador do Comitê de Defesa do Aeroporto Salgado Filho, Alcebíades Santini, destacou que a entidade foi criada em janeiro de 2015 para acelerar o processo de ampliação do aeroporto. “Sabemos que o prefeito José Fortunati é a favor da ampliação; no entanto, o secretário da Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, é contrário à reforma. Com isso, precisamos do apoio dos parlamentares para que a ampliação saia do papel e torne-se realidade”, afirmou.

O Comitê representa 70 entidades que defendem a ampliação do Aeroporto Salgado Filho. Santini destacou que o projeto de reforma foi aprovado há 7 anos; no entanto, somente em 2015 a Infraero aprovou a ampliação. “O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, já tem o projeto em mãos e está analisando se haverá um edital de licitação para empresas que se dispuserem a executar a obra ou a ampliação ocorrerá por meio de concessão”, ressaltou. Segundo Alcebíades Santini, com a consolidação do projeto, o início das obras devem começar ainda em 2015, com término previsto para 2016.

O procurador do Ministério Público Federal Enrico Rodrigues de Freitas saudou a iniciativa da Câmara Municipal ao instalar a Frente Parlamentar Pró Ampliação da Pista do Aeroporto Salgado Filho. “Estamos acompanhando o processo, pois essa é a finalidade do Ministério Público, para acelerar o processo como um catalisador no caminho de uma solução”, disse. Freitas disse ainda que há necessidade da participação do Ministério Público Federal para que haja, em todo o processo de ampliação, uma fiscalização jurídica e pública. “Queremos realizar uma reunião com o prefeito municipal de Porto Alegre e a Infraero para saber quais são as condições para a realização da obras, como, por exemplo, a eficiência econômica do projeto para os cofres públicos”, concluiu.

Contraponto

O professor de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Carlos Honorato, afirmou que é preciso pensar na logística integrada, quando do começo da obra de ampliação. “Isso remete à junção de transportes viários e aeroviários, pois temos o segundo maior congestionamento do Brasil, na BR 116, o que demonstra que temos uma incompetência no que diz respeito à logística integrada”, disse.

Para Honorato, é necessário que se faça um novo aeroporto; no entanto, não seria a melhor solução criar uma obra em cima da BR 116, que é completamente congestionada. “Visitamos diversas entidades e dissemos que, quando se escolhe um local para uma obra, temos de levar em conta os aspectos históricos e econômicos”, disse. O professor ressaltou que o local da obra de ampliação é uma das áreas que possui uma das poucas vertentes limpas do Rio do Sinos e, para ele, a vertente deixará de existir com a obra. “Além disso, várias árvores serão derrubadas, as quais deveriam ser protegidas pela Secretaria do Meio Ambiente”, concluiu.

In loco

A tarde o presidente da Frente Parlamentar, acompanhado do diretor-geral do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), Everton Braz, e de integrantes do Comitê em Defesa do Aeroporto, visitaram três áreas de reassentamento das famílias que serão removidas das vilas Dique e Nazaré. No total são mais de duas mil e setecentas famílias que deverão ocupar casas e apartamentos, com 43 metros quadrados cada, que estão sendo construídos pelo programa Minha Casa Minha Vida nas regiões Norte e Nordeste da Capital. “As unidades são de responsabilidade do Governo federal, e a infraestrutura do município de Porto Alegre”, salientou Everton Braz, lembrando que até o final do ano todas as famílias receberão suas moradias nos loteamentos Bom Fim e Porto Novo, em fase de conclusão, incluindo o loteamento dos Irmãos Maristas.

Cronograma

Cássio Trogildo lembrou que grande parte dos moradores da vila Dique já foram removidos em 2010 e que em 2011 a área foi entregue à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroviária (Infraero) para que a pista fosse ampliada, “obedecendo o cronograma assumido pela prefeitura para as obras da Copa do Mundo de 2014”, disse o vereador. A Infraero não realizou as obras de ampliação “e exigiu que todas as famílias do entorno fossem removidas”, revelou Fernando Bizarro, integrante do Comitê. Ele não entende o porquê da exigência já que o trato, numa primeira fase, era o de entregar a área para a construção da pista. Agora o município vai entregar toda a área, cumprindo a segunda parte do tratado, para que a Infraero possa erguer seu projeto de logística no entorno. “O que lamentamos é que a pista de 929 metros já poderia estar concluída e as obras nem começaram” concluiu Bizarro.

Textos: Juliana Demarco (estagiária de Jornalismo)
Flávio Damiani (reg prof 6180)
Edição: Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)

Câmara Municipal

Reduzem acidentes e vítimas fatais com bicicletas

Diminuição no número de acidentes foi de 6,82%

EPTC realiza ações educativas para orientar ciclistas, pedestres e motoristas  Foto: Marcela Barbosa/Divulgação

EPTC realiza ações educativas para orientar ciclistas, pedestres e motoristas  Foto: Marcela Barbosa/Divulgação

Mesmo com aumento de bicicletas nas ruas da cidade, Porto Alegre comemora uma redução significativa na acidentalidade com ciclistas. Nos quatro primeiros meses deste ano, na comparação com o mesmo período de 2014, houve redução de 6,82% em acidentes (88 a 82) e menos 7,95% em feridos (88 a 81). Houve também a diminuição de 50% em mortes – duas em 2014 e uma em 2015. Nos últimos cinco anos, o número de acidentes reduziu em 17,82%, de 303 em 2010 contra 249 em 2014. Neste mesmo período, houve um crescimento de 800% na construção de ciclovias em Porto Alegre, passando de 3,3 km, em 2010, para 27 km no primeiro semestre de 2015. Os dados da acidentalidade são da Coordenação de Informações de Trânsito da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

Nos próximos dias serão entregues oficialmente à cidade as ciclovias da avenida Érico Veríssimo, com 550 metros, e da rua Ignês Fagundes, com dois quilômetros, no bairro Restinga. O espaço da  avenida Érico Veríssimo, já utilizado informalmente pelos ciclistas, permite uma ligação entre a Cidade Baixa / Centro e a Ciclovia da avenida Ipiranga, com deslocamento possível até a zona Sul da cidade, somando cerca de 17 km de ciclovias integradas.

Ao todo, já foram disponibilizados 2,8 km de espaços exclusivos para os deslocamentos de ciclistas na avenida Ipiranga, entre a avenida Edvaldo Pereira Paiva e a rua Silva Só. A previsão da Prefeitura, de acordo com a EPTC, é a conclusão de toda a ciclovia até o final deste ano, num total de 9,4 km. Está em fase de  construção um trecho de 1,5 km, entre a  avenida Cristiano Fischer e a rua Félix Contreiras Rodrigues, dando continuidade as obras da ciclovia da avenida Ipiranga. Os trabalhos, já em andamento, com limpeza do piso e colocação de estacas para demarcação, fazem parte de contrapartida de investimentos da empresa  Goldsztein Cyrela na cidade.

O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, comenta o esforço de mudança de cultura de valorização das bicicletas na cidade e comemora os avanços conquistados. “Na história de Porto Alegre, agora com 243 anos de existência, pouco havia sido feito em favor das bicicletas, de valorização dos ciclistas, na construção de espaços próprios para deslocamentos e também em garantir os direitos à circulação nas ruas para todos os segmentos, além dos deveres, que abrangem  a totalidade de condutores e pedestres. Criamos o Plano Diretor Cicloviário, com apoio da Câmara de Vereadores; evoluímos muito em pouco tempo, em projetos, em ações de fiscalização, na construção de ciclovias, em atividades de educação para o trânsito. Mas não vamos parar por aí. Temos diversos projetos em andamento e vamos avançar ainda mais nesta área, no decorrer deste ano, sempre com o envolvimento da comunidade”, destacou.

Bike Poa – No esforço da Prefeitura de mudança de cultura em valorização da circulação da bicicleta, o projeto do Bike Poa, criado em Porto Alegre em setembro de 2012, com 40 estações e 400 bikes à disposição da população, já registrou 641 mil viagens, com 146 mil pessoas cadastradas até maio de 2015. A estação da Usina do Gasômetro segue como a mais utilizada, com 30 mil bicicletas retiradas.

Com a política de incentivo à bicicleta na cidade foram instalados 22 paraciclos em locais públicos, sendo quatro na rua Uruguai (Loja Tri); seis na praça Rui Barbosa; quatro na avenida Azenha; dois na avenida Antônio de Carvalho; quatro no Terminal Triângulo; dois na avenida Nilo Wulff.  Mais paraciclos serão instalados nas ruas do bairro Belém Novo, nas sedes das secretarias da prefeitura, nos hospitais municipais, postos de saúde e UPAs. A EPTC já autorizou a instalação de 40 unidades por particulares.

Educação – As ações da EPTC fazem parte do programa Conviver Para Viver Melhor, que têm o objetivo de, na mobilidade urbana, qualificar a relação entre todos os usuários das vias. A Coordenação de Educação para Mobilidade da EPTC (Cem), preocupada com o público ciclista, exerce várias atividades para esses condutores, assim como desperta a atenção dos demais segmentos do trânsito, principalmente os mooristas de veículos automotores, em suas palestras, para a importância da utilização deste modal e suas peculiaridades.

Por meio desta coordenação, empresas de transporte coletivo recebem palestras sobre a convivência necessária entre ciclistas e condutores de ônibus, assessorando o desenvolvimento de cursos práticos e teóricos, onde o motorista profissional se coloca no lugar do ciclista, percebendo a fragilidade deste modal. A Ciupoa (Centro de Inteligência Urbana), com o projeto BiciEscola, auxilia a população que demonstra interesse em utilizar a bicicleta como meio de transporte, com aulas práticas e, em parceria a Cem, ministra aulas teóricas com orientações de segurança. Através de seu Curso de Multiplicadores de Educação para o Trânsito, a Cem ministra o Módulo Mobilidade Urbana, onde é dado o direcionamento ao público específico. Mais de mil lideranças já participaram destes treinamentos.

Abordagens – Nas ações de abordagens nas ruas, destaca-se sempre ao ciclista a necessidade de atenção no trânsito, de circulação com uma bicicleta em boas condições de uso, respeitando a sinalização e a importância de equipamentos de segurança como o uso de capacete, óculos, luvas, etc. As atividades, que incluem também a distribuição de material orientando e informando, para uma circulação com menos riscos de conflitos, acontecem em diferentes pontos, como nas proximidades das estações do Bike Poa.

Prefeitura de Porto Alegre

Comitê gaúcho não quer mais saber de conversa fiada sobre a ampliação do Salgado Filho

Foto: Gilberto Simon

Foto: Gilberto Simon

Nesta terça-feira, 9h30min, o Comitê em Defesa do Aeroporto Salgado Filho vai recrudescer na campanha pela retomada imediata das obras de expansão que foram paralisadas pela Infraero sem ex-plicação alguma.

A reunião foi agendada para a Sala Ana Terra, Câmara de Porto Alegre.;

Será criada uma frente Parlamentar e o Ministério Público Federal informará tudo sobre o andamento do inquérito civil que abriu sobre o assunto.

O Comitê já avisou que não aceitará os novos obstáculos criados pela Infraero e secretaria da Aviação Civil para retardar as obras de ampliação da pista.

O governo federal mudou o discurso novamente e agora interpôs novos embaraços, ao adiar tudo para uma improvável privatização do Salgado Filho. Esta, mesmo que venha a sair, levará pelo menos dois anos para reiniciar os estudos da ampliação do aeroporto, o que é inaceitável.

A população gaúcha está sendo flagrantemente enganada pelo Planalto, pela Infraero e pela SAC.

Políbio Braga

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Do site da Câmara:

Frente Pró Ampliação do Aeroporto será instalada nesta terça

Será instalada, nesta-feira (19/5), a Frente Parlamentar Pró Ampliação do Aeroporto Salgado Filho, às 9 horas no Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal de Porto Alegre. Segundo o proponente, vereador Cassio Trogildo (PTB), a Frente tem por objetivo articular ações entre órgãos governamentais, incluindo o setor privado, para discutir e realizar estudos, elevando o debate sobre o tema, de forma democrática e plural. “A ampliação da pista é um dos fatores estratégicos primordiais para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e do Mercosul, significando uma profunda transformação no perfil produtivo e gerador de riquezas para a Região Sul”, afirmou. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255.

Texto: Juliana Demarco (estagiária de Jornalismo)
Edição: Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)

Câmara Municipal

Implantação da Zona 30 começa em junho em cinco bairros da cidade

Projeto garantirá circulação mais segura, com limite de velocidade   Foto: Divulgação/PMPA

Projeto garantirá circulação mais segura, com limite de velocidade   Foto: Divulgação/PMPA

Após definição, na tarde desta segunda-feira, 18, da Sinargs como empresa vencedora do pregão realizado pela prefeitura, com proposta de R$ 804.460, a previsão é iniciar em junho as primeiras ações de implantação do Projeto Zona 30 em cinco regiões da Capital, que garantirá uma circulação mais qualificada e segura em áreas residenciais de bairros da cidade. De acordo com a programação, haverá reforço em placas indicativas, de lombadas físicas, pinturas no asfalto, faixas de travessias elevadas para pedestres, além de estreitamento de pista para veículos e também calçadas mais largas. Também foi realizada licitação para implantação de 57 Paradas Seguras a serem instaladas na av. Ipiranga, sendo vencedora a empresa Delta Ind. e Comércio de Mobiliário Urbano.

Os projetos da Zona 30 e Paradas Seguras foram aprovados pela Caixa Econômica Federal e a prefeitura. Em outubro do ano passado, houve a garantia de verba do Ministério das Cidades, por intermédio da Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 1,4 milhão, além de aporte pela prefeitura. A conclusão das cinco Zonas 30 e implantação de 57 paradas seguras estão previstas para o segundo semestre deste ano.

A Zona 30, com ostensiva sinalização e disciplinamento viário, prioriza locais de interior de bairros onde há desrespeito à velocidade máxima de 40 km/h e índices de acidentalidade, de acordo com dados estatísticos, assim como onde existem escolas, praças, pontos de atendimento de saúde, entre outros serviços à população. “O nosso objetivo é devolver a cidade para as pessoas, com mais qualidade nos deslocamentos, reduzindo conflitos, tornando as ruas bem mais amigáveis e acolhedoras”, afirma Vanderlei Cappellari, diretor-presidente da EPTC.

Locais – De acordo com estudos técnicos e encontros nos Centros Administrativos Regionais (CARs), as cinco primeiras Zonas 30 da Capital ficarão localizadas nas seguintes áreas, com muitas características residenciais:

Cristal: ruas Butuí e Inhanduí. Na área estão a Escola Municipal Professor Eliseu Paglioli Especial, o Posto de Saúde Cristal Divisa e a Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau Professor Elpídio Ferreira Paes.

Vila João Pessoa: a área contempla a avenida Luiz Moschetti, limite entre os bairros Vila João Pessoa e Cel. Aparício Borges. Destaca-se a existência de uma praça, um posto de saúde e, no entorno próximo, a existência de três escolas.

São Geraldo: a área abrange o quadrilátero formado pelas avenidas São Pedro, Pernambuco, Maranhão e Amazonas, no bairro São Geraldo. A região possui cinco entradas, sendo as principais pelas avenidas Pará e Bahia. Destaca-se a existência de quatro escolas e diversos restaurantes, o que ocasiona uma quantidade significativa de deslocamentos a pé pela região, em diferentes horários.

Rubem Berta: rua Wolfram Metzler, uma das principais vias deste populoso bairro da Capital. Conta com uma escola municipal e uma estadual; cinco creches comunitárias, três linhas de ônibus e uma de lotação; posto de saúde e posto da Brigada Militar, além de uma igreja e diversos templos;  um CTG, várias entidades esportivas; clube de mães, grupo de terceira idade, o que proporciona uma quantidade significativa de deslocamentos a pé pela região, em diferentes horários.

São Sebastião: a área de estudo contempla a  avenida João XXIII. Destaca-se a existência de um centro comercial de grande porte, uma escola estadual e o Terminal Triângulo, além de estabelecimentos comerciais de pequeno porte na via e imediações.

Prefeitura de Porto Alegre

Porto Alegre mobiliza ações para revitalização do 4º Distrito

Capital mobiliza ações para Revitalização do 4º Distrito e atração de investimentos  Na foto: Beyond Bulding Barcelona (BBB) aborda cases de revitalização urbana como o projeto local @22 Barcelona Foto: Divulgação/PMPA

Capital mobiliza ações para Revitalização do 4º Distrito e atração de investimentos Na foto: Beyond Bulding Barcelona (BBB) aborda cases de revitalização urbana como o projeto local @22 Barcelona. Foto: Divulgação/PMPA

A prefeitura da Capital inicia uma série de ações para buscar a ampliação do desenvolvimento econômico e urbano de Porto Alegre. Uma delas é a criação de um grupo de trabalho (GT) envolvendo áreas estratégicas para definir um planejamento para a revitalização da região do 4º Distrito. Nesse sentido, nesta segunda-feira, 18, o coordenador do PoAdigital e integrante do GT 4º Distrito, Thiago Ribeiro, embarca para Barcelona, a convite da prefeitura catalã, onde participa da Beyond Bulding Barcelona (BBB), evento internacional que abordará, entre outros temas, cases de revitalização urbana como o projeto local @22 Barcelona.

“Esse projeto, já reconhecido no mundo inteiro, é um exemplo da união de forças entre poder público, iniciativa privada e academia. É um cluster criativo que se propõe a concentrar empresas e profissionais ligados ao design, à tecnologia da informação e da comunicação, às ciências médicas e às novas fontes de energia, segurança, entre outras, e constitui uma referência importante para o que pensamos para a região do 4º Distrito”, afirmou. Ribeiro ressalta também que está prevista uma agenda com o projeto Barcelona Ativa, que é a agência de desenvolvimento local da prefeitura, voltada à comunidade empreendedora, sobretudo às startups.

A definição do marco regulatório do 4º Distrito é outro ponto de destaque que será trabalhado e deve ser uma das alavancas do desenvolvimento da região e um dos principais diferenciais para atração de investimentos. Nesse sentido, a experiência de Barcelona também tem muito a acrescentar, pricipalmente na fase de planejamento.

Prefeitura de Porto Alegre

Brasil atinge recorde na produção de energia eólica

No Rio Grande do Sul, um dos parques eólicos está localizado em Osório, no Litoral Norte |Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini

No Rio Grande do Sul, um dos parques eólicos está localizado em Osório, no Litoral Norte |Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini

Referência na produção de energia limpa – produzida a partir de fontes que não geram poluentes – o Brasil acaba de atingir um recorde importante: a produção de 6 mil megawats de energia eólica instalada e operando. A quantidade equivale a cinco vezes a capacidade máxima da Hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais, que tem 1.216 MW, e é suficiente para abastecer cerca de 35 milhões de pessoas. Estado líder nesse tipo de energia, o Rio Grande do Norte, sozinho, atingiu 2 mil MW em abril.

O alcance de exatos 5.966,60 MW foi possível com a liberação, neste ano, de novas usinas eólicas no Rio Grande do Sul e no Rio Grande do Norte. Este valor se refere a 266 usinas eólicas já conectadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional), o que permite levar a energia gerada para todas as regiões do Brasil.

Além das usinas conectadas, cerca de 300 MW de outras eólicas estão disponíveis, mas aguardam rede de transmissão. Caso a produção dessas usinas, prontas e aptas a gerar energia, fosse contabilizada no total disponível para ser comercializada, o recorde dos 6 mil MW teria sido alcançado em janeiro deste ano. A previsão é que os 300 MW sejam conectados a partir de julho deste ano.

Referência mundial

O Brasil encerrou 2014 com 4.974,13 MW em operação comercial, entre os dez maiores produtores mundiais, segundo relatório anual do Global Wind Energy Council. O crescimento mais surpreendente ocorreu no Rio Grande do Norte que, em maio de 2014, foi o primeiro Estado a atingir a marca de 1.000 MW e agora passa de 2 mil MW. O site Energia Mapeada, que faz o acompanhamento diário dos dados da ANEEL, elaborou o quadro abaixo com o ranking atual dos Estados que produzem energia eólica e ainda a projeção para 2018:

tabela-energia-eolica

Para se ter uma referência mundial, marcas superiores a 5 mil MW são bastante comemoradas, pois colocam os países na posição de grandes produtores de energia eólica, viáveis e atrativos para receberem fábricas de equipamentos locais – como turbinas, hélices e torres –, o que já acontece no Brasil.

(…)

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Catamarã comemora três milhões de passageiros

Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Foto: Ramiro Furquim/Sul21

A marca de 3 milhões de passageiros na travessia Guaíba-Porto Alegre no catamarã foi comemorada na última quinta-feira (14). O evento contou a presença do governador do Estado, José Ivo Sartori, além do presidente do grupo Ouro e Prata, Hugo Fleck, executivos da Cat Sul, empresários de Porto Alegre e Guaíba, secretários de Estado, prefeitos do Delta do Jacuí, integrantes da administração e vereadores de Guaíba, entre outras autoridades. José Ivo Sartori disse que a marca atingida pela Cat Sul significa que o projeto deu certo e comparou o catamarã com o Rio Grande do Sul.  “Sim, estamos todos navegado no mesmo barco. E esse barco precisa chegar ao destino. O futuro é agora e depende do trabalho, do esforço e da colaboração de todos nós”, disse o governador.

O estudo de viabilidade para instalar estações hidroviárias nos municípios do Delta do Jacuí, abrangendo Porto Alegre, Charqueadas, São Jerônimo e Triunfo será coordenado pela Metroplan.

Sul 21

*Com informações da Prefeitura de Guaíba

Obras na trincheira da Anita são retomadas nesta segunda-feira

Conclusão dos trabalhos deve ocorrer em dez meses   Foto: Divulgação PMPA

Conclusão dos trabalhos deve ocorrer em dez meses   Foto: Divulgação PMPA

Os trabalhos na trincheira da rua Anita Garibaldi serão retomados na manhã desta segunda-feira, 18, a partir das 8h30. O Consórcio Tradição assumiu a construção após o encerramento de contrato com a Sultepa no início de abril. A partir do reinício serão feitos, em um primeiro momento, os serviços de limpeza do canteiro, terraplenagem, esgotamento das águas superficiais e preparação para execução das estacas.

A trincheira integra o conjunto de cinco grandes obras executadas com o objetivo de qualificar o fluxo do trânsito da Terceira Perimetral. Atualmente, o estágio de conclusão é de 39%. O cronograma a ser executado prevê um prazo de dez meses para entrega da trincheira. O valor é de R$ 9.168.505,40.

Com o encerramento do contrato antigo, a Prefeitura de Porto Alegre aguardou o prazo legal de manifestação de aceite da obra pelas segunda e terceira colocadas na licitação realizada. A segunda colocada não aceitou. Mas a terceira colocada – Consórcio Tradição – aceitou pelo mesmo preço da empresa que teve o contrato encerrado.

A obra – Com extensão de 211 metros, a trincheira da Anita Garibaldi terá duas faixas de tráfego, além de duas alças para acesso local e conversões na Carlos Gomes. De acordo com dados da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), 75 mil veículos cruzam diariamente a Terceira Perimetral através da Anita Garibaldi. Com a trincheira, passarão por baixo da via, deixando de sobrecarregá-la.

Prefeitura inicia a segunda fase do Reluz

Programa prevê troca por equipamentos com tecnologia mais eficiente  Foto: Lucino Lanes/PMPA

Programa prevê troca por equipamentos com tecnologia mais eficiente  Foto: Luciano Lanes/PMPA

O prefeito José Fortunati assina, nesta segunda-feira, 18, a ordem de serviço para o início da segunda edição do Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente (Reluz). O evento ocorrerá no Salão Nobre do Paço Municipal, a partir das 14h.

O programa prevê a troca de equipamentos convencionais (lâmpadas, reatores-ignitores, luminárias, braços, relés fotoelétricos) e acessórios para instalação por outros com tecnologia mais avançada e eficiente, proporcionando redução de aproximadamente 35% no consumo de energia.

Nesta etapa estão previstas a eficientização de cerca de 2,8 mil pontos de luz e a instalação de até mais mil novos pontos. Tanto o processo de eficientização como a instalação de novos pontos de luz ocorrerão em locais periféricos da cidade que acabaram ficando de fora da primeira fase do Reluz, como, por exemplo, os bairros Lomba do Pinheiro, Lami, Lajeado, Vila Dique, entre outros.

O investimento para a qualificação e instalação de novos pontos é de R$ 2,3 milhões. A primeira etapa do programa ocorreu entre os anos 2009 e 2012, foi responsável pela eficientização de 80,5 mil pontos na Capital e contou com um investimento de R$ 25 milhões.

Iluminação na Capital – Hoje, Porto Alegre conta com mais de 90 mil pontos de luz. Somente em 2014, 107 praças da cidade receberam 1.941 novos pontos de iluminação, com um investimento de R$ 4 milhões. Para esse ano, a Smov já licitou obra de iluminação para 29 praças, totalizando 780 novas luminárias.

Prefeitura de Porto Alegre

Ferrovia Norte-Sul terá traçado definido em junho. Rio Grande é o destino final

FERROVIA-1Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) vai revelar por onde trilhos passarão no trecho sul, entre Panorama (SP) e Rio Grande (RS)

O traçado do trecho sul da Ferrovia Norte-Sul deve ser conhecido nos próximos dias. É o que revela o ofício encaminhado pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. ao deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). Depois de sucessivos atrasos na divulgação, a conclusão do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) está prevista para o mês de junho. Com isso, será possível saber por quais municípios a ferrovia vai cruzar, no trecho compreendido entre Panorama (SP) e o porto de Rio Grande (RS). “Temos aí pelos menos três anos de atraso desde que conseguimos inlcuir a obra no PAC. Passado tudo isso, agora temos um prazo bastante imediato. Mês que vem teremos a condição de saber por onde passará essa obra”, destacou Jerônimo. A definição do trecho sul da Ferrovia Norte-Sul levou em conta aspectos como a demanda econômica, o fluxo de caminhões e a geografia do solo, tendo em vista o menor custo logístico de transporte e o incremento do volume de cargas. O levantamento apontará a alternativa de traçado mais viável, inclusive os ramais de ligação. De acordo com Jerônimo, “esse estudo que está sendo feito leva conta três traçados possível e em junho teremos a definição daquilo que vai entrar em licitação”, explicou. Na avaliação de Jerônimo, a Ferrovia Norte-Sul é fundamental para a mudança da logística brasileira, fortemente dependente do transporte rodoviário. “Especialmente para o Rio Grande do Sul, que tem um dos melhores portos. Mas sem ter a ligação com a ferrovia ele fica incompleto. Então nós teremos uma redução de custo logístico muito importante, que dará ao Estado uma grande competitividade no contexto nacional e internacional”, destacou. O parlamentar pediu que as comunidades se mobilizem e aumentem a pressão sobre o governo para que este prazo seja cumprido e que não haja novos atrasos na definição do traçado. Ele entende que é preciso acelerar os investimentos em ferrovias, modal de transporte 40% mais econômico do que o rodoviário. Além disso, é um modal de transporte mais seguro e que gera ganhos enormes para o meio ambiente.

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População de rua aumenta em Porto Alegre e políticas públicas falharam, diz Fasc

Na Capital, 1,3 mil pessoas constroem suas vidas tendo praças e viadutos como lares

Na Capital, 1,3 mil pessoas constroem suas vidas tendo praças e viadutos como lares | Foto: Samuel Maciel

Na Capital, 1,3 mil pessoas constroem suas vidas tendo praças e viadutos como lares | Foto: Samuel Maciel

Para a Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), que disponibiliza 1,2 mil vagas em Porto Alegre ao acolhimento da população em situação de rua, é necessário um trabalho conjunto. “Vivemos um caos social. Entramos em ação porque as políticas públicas falharam, mas o nosso desejo é ter todas entrelaçadas para ressocializar essas pessoas”, afirma o presidente Marcelo Soares.

A população de rua é acompanhada pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social. A quantidade de pessoas nas ruas está aumentando, conforme Soares, e há escassez, inclusive, de pessoas para atendimento. A rede para adultos, que oferece pernoite e alimentação, conta com 173 vagas em três abrigos, 50 em abrigos familiares, 24 em república, 355 em três albergues, 260 em quatro instituições de longa permanência e 220 nos dois Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua.

Há ainda 24 idosos na primeira casa lar do município. Outras 123 vagas são abertas no inverno. Para a Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), que disponibiliza 1,2 mil vagas em Porto Alegre ao acolhimento da população em situação de rua, é necessário um trabalho conjunto. “Vivemos um caos social. Entramos em ação porque as políticas públicas falharam, mas o nosso desejo é ter todas entrelaçadas para ressocializar essas pessoas”, afirma o presidente Marcelo Soares.

A população de rua é acompanhada pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social. A quantidade de pessoas nas ruas está aumentando, conforme Soares, e há escassez, inclusive, de pessoas para atendimento. A rede para adultos, que oferece pernoite e alimentação, conta com 173 vagas em três abrigos, 50 em abrigos familiares, 24 em república, 355 em três albergues, 260 em quatro instituições de longa permanência e 220 nos dois Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua. Há ainda 24 idosos na primeira casa lar do município. Outras 123 vagas são abertas no inverno.

Na Capital, 1,3 mil pessoas vivem nas ruas 

Barracos erguidos nas ruas de Porto Alegre abrigam centenas de pessoas que tiveram suas vidas moldadas debaixo de lonas. Cada construção improvisada denuncia a realidade da Capital. Entre homens, mulheres e crianças, são 1.347 em situação de rua, conforme o último censo, de 2010. Algumas delas, que se instalaram no asfalto e buscam o abrigo de viadutos e praças, estão há mais de 25 anos dessa forma. O município oferece albergues, núcleos de acolhimento e abrigos. Porém, as medidas não agradam nem alcançam a todos.

Com apenas 5 anos, Daniel Silveira se tornou um filho da rua. Nascido em Ijuí, foi deixado na capital gaúcha pela mãe e aprendeu, desde pequeno, a encontrar o seu próprio caminho. Hoje, com 43, ele tem um barraco na praça Brigadeiro Sampaio, em Porto Alegre, onde guarda os pertences e as histórias que foram acumuladas com o passar dos anos. “Quando eu cheguei na cidade e fui largado sozinho na rua, procurei logo um lugar para me deitar e me proteger do frio. Com o tempo, fui aprendendo a viver dessa forma”, lembra Daniel.

O barraco construído com lonas, que alcançam um dos braços de uma figueira centenária da praça, é dividido com o amigo Jorge Luis da Silva, 40, um conterrâneo que também ganhou as ruas.  No local, carrinhos de supermercado, caixas de papelão, sacos plásticos e um quadrado com madeiras pregadas, que imitam o esqueleto de uma cama, estão assentados na terra e compõem a moradia. Em um dos cantos, uma caixa de papelão foi transformada também em casa para a cadela que Daniel encontrou na rua, enquanto catava latinhas para a reciclagem: Lois Lane, a companheira escolhida para os momentos de solidão. O nome é inspirado no amor do Super Homem. “Encontrei ela largada, assim como eu fui, e resolvi cuidar dela. Hoje eu dou o melhor que posso a ela, porque aqui só tem amor”, conta Daniel.

O sentimento é anunciado logo na chegada por uma placa que estampa o nome escolhido para o barraco: “Recanto do Amor”. Foi dessa forma que o menino que pedia comida e dinheiro na rua cresceu e foi buscar a sobrevivência. “Comecei a trabalhar em obras e depois em um supermercado. Assim eu fui vivendo e me criei”, explica.
Daniel se casou, teve filhos e diz ter estudado. “Também dava aulas de capoeira, foi o que me salvou das drogas”, relata.  Mas a rua continuou sendo o lugar que ele escolheu para viver. “Não fiquei sempre na rua, mas acabei voltando para ela, porque isso também se tornou um estilo de vida”, resume.

Correio do Povo – Jézica Bruno

Ciclistas protestam contra impunidade no trânsito

Grupo chegou a bloquear cruzamento da Ipiranga com Erico Verissimo por dez minutos

Foto: Fabiano do Amaral

Foto: Fabiano do Amaral

Cerca de 50 ciclistas realizaram uma bicicleteada pelas ruas da Capital em protesto contra impunidade na noite de sexta-feira. Eles reclamam dos motoristas que atropelaram ciclistas e que ainda continuam à solta e conduzindo veículos motorizados.

Os cicloativistas pararam em frente ao Tribunal de Justiça, na avenida Borges de Medeiros, onde reclamaram da morosidade da Justiça em julgar o responsável pelo o atropelamento de 17 pessoas durante massa crítica realizada há quatro anos.

Depois, na esquina das avenidas Ipiranga com Erico Verissimo, os ciclistas trancaram a circulação dos carros por 10 minutos. Conclamaram o presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, a explicar por que um taxista ainda dirige seu táxi apesar de ter matado três pessoas. “Cappellari, assim não dá. O taxista tem licença para matar!”, bradaram em coro.

“Eu não concordo que um trabalhador não tenha o direito de circular na rua sem saber se vai chegar bem em casa. E se acontecer algum acidente de trânsito a impunidade encobre isso”, comentou um dos cicloativistas.

Correio do Povo – Nildo Júnior

Governo do RS fecha parceria para polo tecnológico de saúde

Instituto Central de Engenharia Biomédica da Alemanha trabalhará com hospitais e centros de pesquisa

Mãe de Deus Center (direita). Foto: Gilberto Simon

Mãe de Deus Center (direita). Foto: Gilberto Simon

O governador José Ivo Sartori formalizou, nesta quarta-feira no Palácio Piratini, uma parceria com o Instituto Central de Engenharia Biomédica da Alemanha para a criação do Medical Valley, que reúne hospitais universitários e centros de pesquisa a partir da estrutura já existente no Estado. “O governo se coloca como organizador do sistema que deve atrair investimentos para a saúde”, projetou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco. Ele destacou também que a iniciativa terá custo zero. “Uma das vantagens é que o sistema público de saúde será beneficiado com a parceria da iniciativa privada”, concluiu.

Diretor do Instituto Central de Engenharia Biomédica da Alemanha, Tobias Zobel destacou que o objetivo é estimular a criação de um polo tecnológico aplicado à área médica no Rio Grande do Sul. Segundo ele, o projeto de adensamento da cadeia produtiva conta com a adesão do Sistema de Saúde Mãe de Deus e do Parque Tecnológico Tecnosinos, com o apoio do Badesul. “Este modelo já foi implementado na China e nos Estados Unidos com sucesso”, comentou o dirigente. “Escolhemos o Rio Grande do Sul por conta da infraestrutura médica e tecnológica que já está pronta, faltando apenas a conexão com a indústria de ponta para que ambos os setores sejam mutuamente beneficiados”, salientou.

O diretor de Desenvolvimento e Inovação do Sistema de Saúde Mãe de Deus, disse que a ideia é unir as áreas de pesquisa, ensino, clínica e produção industrial de alta tecnologia, na formação de um centro de referência tecnológico voltado para a área da saúde. “A colaboração entre centro industrial e institutos de pesquisa é um fator de sucesso nos países mais desenvolvidos do mundo. A Universidade produz muitos trabalhos é é preciso associá-los de algum modo é linha de produção, como estamos empreendendo”, finalizou.

Correio do Povo – Luiz Tosca

Ciclovia da Ipiranga continua

A construção de um trecho de 1,5 km, entre a avenida Cristiano Fischer e a rua Félix Contreiras Rodrigues, marca a continuidade das obras da Ciclovia da avenida Ipiranga.

Os trabalhos, já em andamento, com limpeza do piso e colocação de estacas para demarcação, fazem parte de contrapartida de investimentos da empresa Goldsztein Cyrela na cidade.Ao todo, já foram entregues 2,8 km de espaços exclusivos para os deslocamentos de ciclistas na Ipiranga, entre a avenida Edvaldo Pereira Paiva e a rua Silva Só.

A previsão da Prefeitura, de acordo com a EPTC, é a conclusão de toda a ciclovia da Ipiranga até o final deste ano, com um total de 9,4 km.

Até este momento, a cidade já conta com 25 km de ciclovias. Os próximos a serem entregues oficialmente ficam na avenida Érico Veríssimo, no bairro Azenha, com 500 m, e na rua Ignês Fagundes, na Restinga, totalizando dois quilômetros, na zona Sul da cidade.

ONDE:

ciclovia-ipiranga-maio-2015

Affonso Ritter

Sartori pede agilidade em estudo sobre expansão do Catamarã

Transporte fluvial chegou a 3 milhões de usuários

Sartori pede agilidade em estudo sobre expansão do Catamarã | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / CP

Sartori pede agilidade em estudo sobre expansão do Catamarã | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / CP

O governador do Estado José Ivo Sartori pediu nesta quinta-feira agilidade na análise da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) de expansão do serviço do Catamarã. O estudo, que avalia interesse de passageiros e trajetos possíveis, visa atender Charqueadas, São Jerônimo e Triunfo na região do Delta do Jacuí.

No entanto, uma pesquisa que começou em abril do ano passado, ainda depende do modelo de concessão do governo do Estado e da abertura de licitação para ver interessados. As declarações foram feitas durante a celebração dos três milhões de passageiros que utilizam o transporte fluvial, em Guaíba.

Às 18h, na viagem sentido Porto Alegre-Guaíba, a CatSul fará o sorteio de uma passe livre de um mês a um dos passageiros. O Catamarã dispõe de três embarcações, sendo duas com 122 passageiros e um com 140, que já fizeram 45 mil viagens. São uma média de 3,3 mil passageiros ao dia.

Correio do Povo – Mauren Xavier