Você conhece esta ilha ?

Quem conhece as Ilhas de Florianópolis ou a região de Angra dos Reis deve saber a resposta

Não, esta ilha não é nas lindas e visitadíssimas Florianópolis ou Rio de Janeiro.

Ela é em Porto Alegre. É a ilha Chico Manuel. Até uma marina ela tem. E nem mesmo quem conhece bem a cidade sabe de sua existência. Pudera: ela fica perto da Ponta do Arado.

Fica numa região IMENSA entre Belém Novo e Lami. É uma região paradisíaca – e toda ela sem acesso, privatizada por fazendas.

Pra quem se interessar, também existe uma região deslumbrante e imensa entre o favelão Vila dos Sargentos, na Serraria, até Belém Novo. Também é completamente toda sem acesso. Nela, além de fazendas, também há mansões e muitos clubes com piscina. Compreende a Praia do Veludo e toda a imensa península da Ponta Grossa.  Mesmo assim, é menor em extensão do que a assombrosamente grande área que vai até o Lami.

RicardoH



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31 respostas

  1. Em Floripa para quem já à visitou tem as Ilhas do Campeche. O acesso à Ilha é feito de barco, partindo da praia da Armação, praia do campeche e barra da lagoa (escunas ou barcas semalhantes a do GN União). Os valores podem variar entre R$ 10,00 e R$ 30,00 por pessoa (dependendo do local de saída). http://www.litoraldesantacatarina.com/dicas-de-passeios/passeio-em-florianopolis-sc-ilha-do-campeche/

    Anhatomirim, administrada pela UFSC, Anhatomirim e Ratones são destinos mais procurados por turistas. O passeio dura seis horas e custa R$ 45 por pessoa.

    Na Baía Norte, entre as cidades de Florianópolis e governador Celso Ramos, fica um dos destinos mais procurados pelos turistas: as ilhas de Anhatomirim e Ratones.

    Para chegar até elas, a única opção é o barco. As escunas saem de Florianópolis, uma da praia de Canasveiras, no norte da ilha, e outra do centro, ao lado do cartão postal mais famoso de Santa Catarina, a ponte Hercílio Luz.

    O passeio dura seis horas e custa R$ 45 por pessoa. Menor de 12 anos paga meia e quem tem menos de seis não paga nada.

    Se tiver sorte, o turista pode até encontrar golfinhos pelo caminho. Eles aparecem com mais frequência durante a manhã. “Pensei que eu ia encontrar um, dois, mas não isso tudo”, diz Caetana Zago Cruz, estudante.

    Uma hora e meia depois de partir, o turista chega à ilha de Anhatomirim. A taxa de visitação é de R$ 10. Na ilha fica a Fortaleza de Santa Cruz construída no século XVIII. “O conjunto de fortificações foi muito interessante na consolidação deste espaço no sul do Brasil para a coroa portuguesa. O conflito entre Portugal e Espanha obrigou o governo português a construírem estas edificações para impedirem a entrada na Baía Sul e Baía Norte da ilha de Santa Catarina”, explica Joi Cletison, historiador universal da Universidade Federal de Santa Catarina.

    A fortaleza foi tombada como patrimônio histórico e artístico nacional em 1938. Existem 10 prédios espalhados pela ilha. O espaço era conhecido como quartel da tropa, era o alojamento dos soldados portugueses. Hoje os turistas podem explorar tudo.

    Na Baía dos Golfinhos, o mar azul é um convite para espantar o calor. No local existem dois restaurantes, que servem peixes e frutos do mar por R$ 15.00.

    De volta ao mar, logo se vê a Ilha de Ratones, onde fica o Forte de Santo Antônio. A construção foi feita com pedras trazidas de Portugal.as duas tem que pagar para entrar, os custos variam conforme a estação, no verão no campeche é de R$ 40,00 por pesoa, mas tem um limite máximo por dia. http://www.litoraldesantacatarina.com/florianopolis/fotos-da-fortaleza-de-anhatomirim-florianopolis.php

    Tem outras como as Três Irmãs, Aranhas, não sei informar se alguém é proprietário, pelo que eu saiba inóspitas e sem infra-estrutura, Argentino, nesta ninguém entra sem ser convidado, e ficam reclamando das Falklands, em plena praia dos Ingleses!

    No Paraná tem a Ilha do Mel, pertence a Prefeitura de Paranaguá, embora o acesso à Ilha do Mel seja feito de barco via terminal de embarque dos municípios de Pontal do Paraná, na localidade de Pontal do Sul (30 minutos de travessia – custa em torno de R$ 16 a R$ 20 ida e volta) ou do município de Paranaguá (1h 30min de travessia – custa em torno de R$ 20 a R$ 27 por pessoa ida e volta).

    http://www.paranagua.pr.gov.br/conteudo/guia-turistico/ilha-do-mel/como-chegar

    Na ilha, só é permitido circular a pé ou de bicicleta. Nos terminais de embarque existem estacionamentos para veículos. O custo dos estacionamentos varia de R$ 5 a R$ 10 entre abril a novembro por dia e entre R$ 10 a R$ 15 no verão por dia.

    Todos estes pontos que citei são turísticos e maravilhosos, e quem sai para viajar sabe que vai gastar!

    Agora falando no problema de Porto não é só a do Veleiros e a Ilha do Pavão, que o G. N. União, se não estou enganado o Barroso explora também, dos Marinheiros, do Grêmio FBPA usufruia ou usufrui ainda, mas parece que há habitantes nelas, só sócio entra, mas nas dependências dos mesmos está certo, quem paga é que tem o direito de usufruir piscinas etc. mas todos que tem propriedades em áreas de União tem que permitir a entrada da população em parte delas, como da Pintada.

    Se um Catamarã turístico querer atracar pra seus passageiros utilizarem o restaurante por exemplo, permitem? O povo nas instalações dos clubes, se não paga mensalidade não tem o direito de entrar e tomar banho de piscina etc.

    Um muro dividindo que é público do que é privado, como citei, para tudo tem um custo, mesmo perto de uma cidade, no Centro para ser exato em alguns casos.

    Privatizar ilhas está fora do contexto de uma democracia, vivemos em tese num país que se diz como tal.

    Se uma pessoa tem um barco e precisa atracar por situação de fôrça maior ou quer simplesmente pescar na praia das ilhas, e não permitem ou expulsam-no, onde está o livre acesso de ir e vir? São só perguntas.

    Em tempo, não estou fazendo propaganda turística, mas que desejar acessar aos sites e ver, nesta época as coisas em Floripa são muito mais em conta, os gringos graças! se
    foram!

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  2. A diferença é que (tem épocas mais, outras menos) dá pra visitar a ilha do União.

    Ninguém tá dizendo que não possa existir ilhas particulares. Mas porque o empresariado de mentalidade tacanha não fazem locais com lazer para as pessoas poderam pagar uma entra e usufrui? Em todas as cidades turisticas do país há lugares deslumbrantes que restaurantes, com mirantes, que te empreendimentos de lazer.
    Exemplo: vários locais com lazer no topo dos morros de BH, a marina Bahia, a chorrascaria Porcão (Rio), etc, etc, etc, etc, etc.
    Lugares paticulares, sim, mas que há gente com cérebro e qquer lucrar e fazer um empreendimento de lazer.
    Aqui poderia ter algo no mirante do morro Santa Teresa, no Veleiros do Sul, no Saba, no outro Veleiros, no Janga… é, mas isso é inteligência demais para a Capital do Atraso.

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  3. Já fui nessa ilha, nem me lembro, faz muito tempo. Que eu saiba tem uma marina de acesso do Clube Veleiros do Sul.
    (Ah, “completamente toda sem acesso” não precisa, né. Completamente ou toda.)

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  4. O GNU tbm é “dono” de uma ilha, sabiam? É onde costumam treinar o pessoal dos esportes aquáticos.

    Conheci porque tive que fazer um levantamento das edificações de lá uma vez, aí a gente pegava um barco ali da doca em frente ao Mercado. Levava 5min…

    … lindo o lugar. Mas tudo muito mal feito e mal cuidado, uma judiaria. O espaço dos escoteiros parecia filme de terror!

    Aqui o link do googlemaps pra se situar: http://maps.google.com.br/maps?q=cais+do+porto+-+porto+alegre+&hl=pt-BR&ll=-30.014929,-51.218798&spn=0.004784,0.010568&sll=-14.239424,-53.186502&sspn=42.902596,86.572266&hnear=Port+of+Porto+Alegre&t=h&z=17

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    • Lembro-me de ter visitado uma ilha que pertencia ao Grêmio quando fui escoteiro por lá. Acho que o clube não detinha a ilha inteira, pois era possível chegar de carro lá, e tinha uma área habitada (bem pobre) no caminho. Acho que era a Ilha Grande dos Marinheiros, mas não tenho certeza.

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      • Hum mas de carro não tem como eu acho…

        … o engenheiro do GNU nos explicou por cima a história lá da ocupação da ilha e que a administração tinha adquirido a outra parte, daí faz link com o que tu disse.

        O espaço dos escoteiros era uma construção em U, em madeira, com um patiozinho central? Se sim, é a mesma ilha. E nem te aconselho a ir lá pra não ser atacado por mofos gigantes e mutantes.

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        • Eu estive nessa ilha do União, visitando a sede dos escoteiros. Faz muito tempo, mas lembro de ter que ir de barco.

          A ilha do Grêmio, a qual me referi, no entanto, é outra. Dava pra chegar de carro, e na época estavam cogitando transferir a sede do grupo escoteiro do Grêmio para lá, mas acabaram desistindo não lembro bem porquê.

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        • Pois é o GNU, o Grêmio, o Jangadeiros, tem mais gente privatizando o que deveria ser efetivamente de acesso livre à todos nós. Teve gente contra o Pontal do Estaleiro, mas nele não haveria cancelas impedindo o acesso à margem do Guaíba, pois haveria uma rua passando entre o condomínio e o Guaíba.

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      • Ola fui tambem escoteiro, na ilha do pavão, e fazia-mos exercicios no gremio nautico união, éra talvez final da decada de 60, ou inicio dos anos 70, eu pertencia a patrulha lobo, juntamente com outros escoteiro que lembro os nomes, um era Orlando, outro Julio, haviam tam os lobinhos, entre estes, um se chamava Eduardo,Grupo de Escoteiros São Geraldo, nossa sede era na ilha do pavão, em um predio antigo, com telhado arredondado, que diziam pertençer ao Clube Barroso São José. Porto alegre RS gostaria de reencontrar alguns amigos daquela época.

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  5. Se o governo fez besteira na época, a culpa certamente não é do proprietário da ilha, que a mantém e a conserva. É mais fácil falar em desapropriação por “interesse público” dos imóveis dos outros. Agora, quando se trata do seu imóvel, aí vem o problema, pois a lei é, ou deveria ser, igual para todos. Se o terreno foi simplesmente invadido, é uma coisa; se foi adquirido legalmente, é outra bem diferente. O termo “interesse público” é muito vago para justificar a desapropriação indiscriminada de terras adquiridas legalmente. Outra coisa, não vejo problema no fato de a ilha ser frequentada com pessoas de renda mais alta. Se o sujeito ganhou dinheiro honestamente, tem mais é que aproveitar. Aqui no Brasil é assim, em vez de acabar com os pobres, querem é acabar com os ricos, a mentalidade do “nivela por baixo”.

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    • Olha, terrenos tem à rodo na cidade, mas ilhas não tanto assim, ainda mais naquela localização ali praticamente isolada, então seria interessante e até muito importante que ela fizesse parte do rol de bens públicos e assim efetivamente pudesse ser aberta ao público, pois do jeito que está isso não é assim que funciona. O proprietário cuida muito bem da ilha, ótimo, assim como os milionários de Angra o fazem com as ilhas particulares deles, mas pergunto, quais foram os termos dessas quase “doação” dessa ilha para o cara (que depois a doou ao clube privado em questão) e qual a vantagem para a cidade em ter uma área de características únicas como esta nas mãos de apenas um punhado de gente. O preconceito não é contra rico ou contra pobre, mas contra a ocupação dobem maior da cidade, que é a orla e suas ilhas, seja combatendo invasões, seja combatendo a colocação de barreiras privadas que impeçam o seu uso. Uma coisa seria o Pontal do Estaleiro, onde passaria uma rua entre o condomínio e a margem do Guíba, outra bem diferente são esses condomínios à beira do Guaíba e essas ilhas que impedem o acesso geral à orla, bem como as favelas que isso também o fazem.

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