Porto Alegre, uma cidade pouco estética

Porto Alegre não vem tendo maiores preocupações com a estética. Prova disso são alguns novos bairros, onde foram erguidos espigões residenciais, sem nenhuma criatividade, ou o camelódromo, uma enorme caixa também sem novas formas de design, avançando sobre a avenida Júlio de Castilhos. Parte deste relaxamento se deve ao enfraquecimento do poder dos arquitetos na cidade, admite o presidente do IAB, Tiago Tiago Holzmann da Silva, mas também à ausência de mediação do poder público, o que leva os incorporadores a usarem ao máximo as áreas disponíveis. O que a Capital tem de estética é ainda herança histórica, de casas e parques antigos.

Um projeto de cidade

Falta um projeto de cidade para Porto Alegre, que a pense para daqui a 20 ou 30 anos, segundo o presidente do IAB, Tiago Holzmann da Silva. Para que lado ela vai crescer, ou melhor, para que lado queremos que ela cresça, um tema que deveria estar nas próximas eleições municipais. A propósito, o Instituto está concluindo um documento, O Decálogo do IAB, a ser entregue aos candidatos.

Affonso Ritter



Categorias:Arquitetura | Urbanismo

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38 respostas

  1. Na minha opinião pesa também o nível de formação universitária. Penso que há um déficit considerável nas instituições gaúchas e isto deve ser levado em consideração, porque afinal estes horrores arquitetônicos são simples materialização dos projetos elaborados pelos profissionais locais. Poderiam importar professores chilenos e alguns dos bons para dar um up na formação dos profissionais da capital.

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