Secretário municipal garante apartamentos para 680 famílias da Vila Liberdade

Da Redação

Um incêndio na Vila Liberdade deixou 150 famílias desabrigadas no dia 27 de janeiro | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Um incêndio na Vila Liberdade deixou 150 famílias desabrigadas no dia 27 de janeiro | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

O secretário municipal de Direitos Humanos de Porto Alegre, Luciano Marcantônio, garantiu nesta quarta-feira (6) que as 680 famílias residentes da Vila Liberdade, inclusive as 150 que tiveram as casas incendiadas no dia 27 de janeiro, serão reassentadas na mesma região, em condomínios populares. As moradias serão construídas pela prefeitura como parte do programa Minha Casa, Minha Vida.

O secretário afirmou que a área onde houve o incêndio foi cercada pela prefeitura para evitar que outras famílias ocupem o local. “Desde o incêndio, a Prefeitura tem dado toda assistência às famílias, que estão abrigadas numa escola do bairro ou alojadas, por vontade própria, no leito da avenida Voluntários da Pátria”, afirmou Marcantônio.

Além da construção do conjunto de prédios na área onde houve o incêndio, na rua Frederico Mentz, 65, outro prédio será erguido no número 303 na mesma rua. De acordo com o secretário, a prefeitura pagará alugal social ou construirá casas ecológicas de emergência para as famílias que perderam suas moradias no fogo. . “Caberá a cada família fazer sua opção”, explicou o secretário. Ele acrescentou que todas as decisões envolvendo a Vila Liberdade foram debatidas no domingo (3) entre a prefeitura e a comissão de moradores da região.

O diretor-geral do Demhab, Everton Braz, confirmou a declaração do secretário sobre a construção de dois condomínios verticais, com cinco pavimentos cada, em duas áreas da Vila Liberdade. De acordo com o arquiteto do Demhab Fernando Biffignandi, os prédios terão apartamentos de 50 metros quadrados, com dois ou três dormitórios, e sacada de 2,5 metros. Além disso, os condomínios terão construções para postos de saúde, creches, associações comunitárias, praças de lazer, estacionamentos e ciclovias.

SUL 21 – Com informações da Câmara Municipal de Porto Alegre



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27 respostas

  1. cada coisa citada aqui que meu Deus, também sou contra de dar as casas, que cobrem 40 mangos por mês já ta bom! Tem algumas pessoas aqui que parecem ter nascido em berço de outro e acham que se tem gente que mora em favela mora lá porque quer! A maioria da população ganha um salário mínimo ou come ou mora em um lugar descente, então vamos pensar um pouco e parar com isso de que o pessoal mora em favela porque quer, aposto que a maioria não tem condições de pagar para sua família morar em um lugar melhor!

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  2. Invasões sempre ocorreram, muitas promovidas por políticos como a da Vila dos Comerciários, agora famigerada Vila Cruzeiro….e como aparece gente para invadir….

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