Moradores cobram definições das obras da nova ponte do Guaíba

Nesta quarta-feira houve reunião promovida pelo Dnit/RS na Ilha dos Marinheiros

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Os comerciantes Eronilson e Carolina são donos de um minimercado | Foto: Ricardo Giusti

Sob calor intenso, representantes das cerca de mil famílias que terão de ser reassentadas para o prosseguimento das obras da nova ponte do Guaíba participaram de reunião promovida pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit/RS), nesta quarta-feira, no pátio da Escola Estadual de Ensino Fundamental Alvarenga Peixoto, na Ilha dos Marinheiros. Antes mesmo de ouvir a apresentação do Dnit e da Construtora Queiroz Galvão, o clima entre os moradores era de desconfiança. 

Os comerciantes Eronilson Dias e Carolina Ferreira, donos de um minimercado instalado há 50 anos na ilha, reclamavam da indefinição. “Queríamos a indenização, mas querem nos dar um novo estabelecimento no loteamento que pretendem criar. Não é a condição que queremos. Não dá para saber o que vai acontecer”, disse Eronilson.

O superintendente substituto do Dnit, Delmar Pellegrini Filho, anunciou que já foram entregues os relatórios de Licenciamento Ambiental e o Estudo de Viabilidade Urbanística. “As pessoas reclamam da morosidade, mas é precisamos atender demandas burocráticas. Estamos atualizando a comunidade sobre o processo”, afirmou.

Correio do Povo



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2 respostas

  1. Não sei se é o caso destas pessoas mas a maior parte das terras destas ilhas se não me falha a memória é terreno publico invadido a decadas com o auspicio de várias administrações e depois as pessoas querem ser indenizadas ?

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    • No fantástico mundo do populismo, Brasil, é assim.
      Depois de invadir, atrapalham obras, pedem dinheiro e exigem detalhes absurdos.
      haahah

      Eu realmente não sei se é esse o caso, mas isso é tão comum no Brasil e em Porto Alegre.

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