Estado do RS terá mais duas termoelétricas. Protocolo de intenções será assinado nesta quarta com MPX e Copelmi (atualizado)

Candiota 3

Complexo de 3 termoelétricas que já funciona em Candiota

O Governo do Estado e as empresas MPX (leia-se Eike Batista) e Copelmi assinam nesta quarta-feira (12) dois protocolos de intenção para a implantação de duas usinas térmicas a carvão, em Candiota, e de uma mina para abastecer os empreendimentos.

A termoelétrica Seival terá 600 MW de potência instalada. A MPX Sul, 727 MW.

A Mina de Seival, que fornecerá o carvão, tem reservas provadas de 152 milhões de toneladas.

O investimento para as duas termoelétricas e a mina de carvão será de R$ 5,8 bilhões.

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O quê: Assinatura de protocolos de intenção de investimentos
Quando: 12 de junho, às 11h
Onde: Salão Alberto Pasqualini, Palácio Piratini

Texto: Karen Viscardi
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305

Portal do Governo do Estado do RS

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Matéria de 12/06/2013

MPX e Copelmi investirão R$ 6,8 bilhões no sul

Valor será usado na construção de duas usinas a carvão e uma mina em Candiota, no Rio Grande do Sul

A MPX, uma das empresas de Eike Batista, a Copelmi Mineração e o governo gaúcho assinaram nesta quarta-feira (12) dois protocolos de intenção com o objetivo de dar competitividade aos projetos dos próximos leilões de energia lançados pela União. A partir das assinaturas, o Rio Grande do Sul firma o investimento previsto de R$ 6,8 bilhões para a construção de duas usinas a carvão e uma mina, no município de Candiota, Região Carbonífera do Estado. “Nós temos que adotar as melhores inovações tecnológicas para explorar estas jazidas com cuidado e responsabilidade ambiental consistente. Não é aceitável que o Estado não utilize esta riqueza natural para produzir energia”, disse o governador Tarso Genro (na foto, ao centro) registrando a atitude da MPX como um sinal de confiança no Estado.

“A MPX sempre acreditou no projeto na Região de Candiota, e sempre esteve no nosso radar fazer um projeto de energia aqui no Rio Grande do Sul, utilizando o recurso mineral que existe no Estado”, afirmou o diretor da MPX, Pedro Litsek. Segundo o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), e gerente do projeto, Marco Franceschi, o Rio Grande do Sul concentra 89% do carvão do País. “Os projetos de térmica a carvão são grandes conglomerados internacionais que possuem os projetos completos. Um sistema de complexo de altíssima tecnologia, que demanda muita expertise no projeto, e normalmente são realizadas por empresas internacionais”, afirma Franceschi.

Conforme ele, o Estado está incentivando o investimento. “O custo da energia final envolve tanto o investimento quanto o custo operacional diário da usina, então nós temos que diminuir ao máximo todos os custos de instalação para que no final a gente possa efetivamente ganhar os leilões”, disse. “A quantidade do carvão que nós temos aqui é quase um pré-sal, e nós temos que utilizar este mineral”, finalizou Franceschi. As informações são da Agência de Notícias do governo gaúcho.

Revista Amanhã



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9 respostas

  1. VERGONHOSO ISTO! Ao invés do ministro de minas e energia mandar investimentos a uma fonte renovavel, que no médio e longo prazo além de se pagarem depois é so lucro, geraando pouquissimos custos, como a energia hidrica (mais barata) eolica ( segunda mais barata) e solar. Mas não, outra vez não houve planejamento, apenas pensando no hoje. Lamentavel

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  2. Usinas termelétricas? Carvao é a fonte mais suja de energia! Quem em sã consciência aplaude uma notícia dessas ???

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  3. Só espero que não seja a roubalheira que foi a construção de Candiota 3…..

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  4. Fumaceira… que pelo menos se use o dinheiro gerado a partir dela para algo realmente construtivo.

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  5. Só não deixem a turminha melancia saber disso.

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  6. Se isso se concretizar se tornara em um “game changer” para a economia do estado. otima noticia.

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  7. Wow, esse tipo de investimento aumenta exponencialmente a arrecadação de um estado. Só espero que o dinheiro arrecado seja reaplicado em algo que possa vir a proveito de todos, como educação, estrada ou saúde, ou sirva ainda pra atrair novos investimentos que consigam reverter o quadro de estagnação/declínio populacional dessa região do rio grande.

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