Vídeolar-Innova inaugura fábrica no Polo Petroquímico de Triunfo

É o primeiro de três investimentos da empresa programados até 2020

26904a29-2bbd-43cc-89a9-109d5a315a6a-0000000000A Vídeolar-Innova inaugurou, na manhã desta quarta-feira (22), a fábrica de poliestireno expansível (EPS) Newcell, na planta petroquímica de Triunfo (RS). A unidade começa a operar com capacidade de produção anual de 25 mil toneladas. O investimento desta unidade é de R$ 100 milhões, com geração de 100 a 150 novas vagas de trabalho.

O presidente da Vídeolar-Innova, Lírio Parisotto (o terceiro da esquerda para a direita, na foto), afirmou que este é o primeiro de três investimentos da empresa programados para os próximos quatro anos. “O total a ser investido na planta de Triunfo é de R$ 1,2 bilhão”, anunciou. Deste total, 30% terão incentivos do Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul, o Fundopem RS. De acordo com Parisotto, o projeto prevê a implantação de uma unidade de ABS (um tipo de resina plástica) em 2017 e a duplicação da planta de monômero de estireno (insumo para poliestireno e borrachas) em 2018.

A planta industrial da Vídeolar-Innova, em Triunfo, é a única no Brasil a integrar a produção do monômero de estireno, etilbenzeno e poliestireno. O EPS é um tipo de poliestireno e sua entrada na cadeia produtiva da companhia trará vantagens de sinergia para todo o processo. O poliestireno expansível Newcell traz tecnologia de ponta da líder mundial do setor, a suíça Sulzer, e conta com o suporte do Centro de Tecnologia em Estirênicos da Videolar-Innova (CTE), também localizado na planta de Triunfo, que é referência nacional na produção de patentes da área.

O poliestireno expansível é usado na construção civil (do preenchimento de lajes e isolamento térmico à estabilização de encostas); indústria de embalagens (dos copos descartáveis para bebidas quentes aos berços de vacinas e protetores no transporte de produtos); peças técnicas das linhas brancas, marrom e automotiva; e produtos de segurança, como capacetes. No Brasil, o consumo da resina está em expansão, mas ainda é pequeno em comparação a outros países. Em 2015, a importação de poliestireno expansível totalizou 45 mil toneladas.

Revista Amanhã



Categorias:Economia Estadual

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