Prefeitura planta 50 árvores no entorno da rodoviária

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Projeto de qualificação ambiental e paisagística qualifica entorno da rodoviária  Foto: Sergio Louruz / Divulgação PMPA

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams) está realizando o plantio de 50 novas mudas de árvores no entorno da Estação Rodoviária. O projeto de qualificação ambiental e paisagística abrange o Largo Vespasiano Júlio Veppo, a rua Voluntários da Pátria, no trecho entre rua da Conceição e a rua Comendador Álvaro Guaspari e a avenida Farrapos. As vias estão recebendo mudas arbóreas, forrações e vegetação arbustiva.

As forrações propiciam temperatura de solo mais estável e evitam o selamento da camada superficial provocada pela chuva, o que impede a absorção da água. Os arbustos escolhidos são rústicos e frutíferos, servindo de alimento para avifauna, além de exercerem importante papel ao ocuparem os espaços entre as árvores, permitindo o pleno desenvolvimento das mudas.

Para a realização do projeto executivo, foi consultada a Divisão de Obras e Projetos Especiais da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Smim). A rua Voluntários da Pátria recentemente recebeu obras de melhorias.

A verba para execução do projeto de plantios foi disponibilizada por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre Ministério Público do Rio Grande do Sul. A próxima etapa será o plantio de jerivás na avenida Farrapos.
O projeto foi dividido em lotes:

Lote 1 – rua Voluntários da Pátria: Foram plantadas 20 mudas de corticeiras-da-serra e arbustos (pitangueira-anã e ofiopogo)
 
Lote 2 – Largo Vespesiano Júlio Veppo: Estão sendo plantados 26 jerivás, quatro louros-salgueiros, arbustos (ofiopogo e farroupilha) e forração (grama-amendoim e grama-esmeralda).

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:arborização urbana, Meio Ambiente, Outros assuntos

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8 respostas

  1. Cada dia a cidade mais feia, parabéns. Ainda bem que eu moro no moinhos e consigo viver POA com um pouco de requinte e só presencio jerivás de relance quando me locomovo pro trabalho – e pelas lentes escuras do meu montblanc , mas tenho pena do restante dos portoalegrenses mais pobres que tem que ficar com jerivá no cangote 24 horas por dia.

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  2. Ah não! Jerivás não… Porque jerivás? Eles não ajudam em nada para embelezamento da cidade e limpeza.

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  3. Prefeitura plantar arvores é raridade

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  4. Os tais jerivás, putz que paisagismo tosco. Tem de mandar esses medíocres que (des)cuidam desse importante setor que é o paisagismo da cidade fazer formação com os profissionais (de verdade) de Curitiba e Maringá no Paraná, porque Porto Alegre não merece tão pouco. Como é simples gente plantar árvores que dão sombra, atraem pássaros e ainda têm florações que inspiram qualquer um e embelezam o meio urbano, como apenas um exemplo, os ipês. Asco de gente que não tem competência e nem sequer alguma intenção de fazer algo realmente bom e que está nesses cargos públicos parasitando e fazendo a festa com a tal estabilidade, definitivamente um dos piores maus!

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    • Talvez estejamos desviando do foco do problema quando nos centramos em criticar essa ou aquela espécie de árvore. Acho que o problema principal realmente está no que tu citas no comentário – a baixa qualidade do projeto paisagístico (ou inexistência dele);
      Mas, nessa região de “recuperação” da voluntários acho que tudo foi pouco pensado. Me parece um dos poucos lugares que conheço que passaram por uma grande intervenção urbana e não melhorara (inclusive, não valorizaram em termos de mercado imobiliário).
      A região continua com as características de uso iguais à antes da intervenção – prédios abandonados e decadentes servindo de pensão e prostíbulos, ruas tomadas por lixo e pessoas que dele tiram seu sustento, bares suspeitos, insegurança. etc. Em termos de infra estrutura, continuam um nó viário, com passeios públicos irregulares, sem acessibilidade, com fiação aérea de energia carregada e poluição visual. Basta caminhar pelas travessas e constatar.
      Acho que o projeto não foi pensado como um todo e pouco interagiu com o entorno.
      Eu também atribuo isso à não participação dos entes privados (empresas) que atuam no mercado imobiliário da cidade. Para mim não há melhora urbana se os grandes atores desta área não participam em conjunto – público e privado (embora ainda exista gente que pensa que o setor privado não deve participar e – Deus me livre – lucrar com a renovação urbana).
      Incentivo em termos de IPTU, Unificação de Lotes e demolições, regras especiais de construção e índices construtivos podem fazer diferença para chamar a atenção do capital investidor. Sempre, claro, pensando na justiça social de quem ali tem suas raízes e seus bens.
      Faltou visão…

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      • Excelente o teu comentário!

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      • Tu estás errado, meu amor. Jerivá torna tudo insalubre, ele sozinho destroi qualquer empreendimento. Prova disso são os envidraçados do lado de lá da senador dutra que tão sendo vendidos por menos de 350 mil reais. Aposto que nem os empreendedores devem tá entendendo a razão do valor estar tão baixo, sendo que a obviedade é a muralha de jerivás utilizada no paisagismo das torres: ninguém que consegue poupar essa monta vai querer morar atrás duma muralha de jerivás, porque são feios.

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