Faixa de ônibus abre na Ipiranga

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Via exclusiva está sendo fiscalizada por agentes da EPTC | JEFFERSON BERNARDES/PMPA

Desde ontem, a avenida conta com um faixa exclusiva para ônibus. O trecho tem 900 metros, no sentido Centro/bairro, entre as avenidas Elias Cirne Lima e Antônio de Carvalho, e funcionará das 16h às 20h de segunda a sexta-feira. O objetivo é reduzir o tempo do deslocamento dos coletivos na via.

A estimativa e que os trajetos fiquem 70% mais rápidos com a nova faixa, no trecho. No total das viagens, o tempo deve cair em 15% (nove minutos) em cada linha que utiliza esse pedaço da avenida, de acordo com o gerente de Planejamento de Transporte da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), Flávio Tumelero Júnior.

A circulação de veículos não autorizados na faixa exclusiva está sendo fiscalizada pelos agentes da EPTC. Quem for flagrado cometendo a infração deverá pagar multa de R$ 293,27 e receber sete pontos na CNH.

Jornal Metro Porto Alegre – 15/01/2019



Categorias:EPTC, onibus, Outros assuntos

6 respostas

  1. O que me preocupa é que a Ipiranga há é meio que um aterro, é normal criar crateras profundas nas laterais das vias, espero que isso não acabe gerando problemas maiores para a via, os ônibus e a população.

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    • Boa observação. A Ipiranga, pela sua importância, deveria ser de concreto. Eu sei que teria um custo muito alto, mas talvez se fôssemos adotar faixa reservada para ônibus em toda extensão como proponho, faria sentido ter pelo menos a faixa dos ônibus em concreto, pois isso aumenta muito a qualidade da viagem para os passageiros, e diminui a manutenção no futuro.

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  2. Espero que seja implementado em toda extensão dessa avenida, em ambos os sentidos. Isso tá caindo de maduro há séculos.

    Mas trago de novo a questão da fiscalização: fazê-la com agente parado na calçada tentando “flagrar” não vai escalar de jeito nenhum. Isso deveria ser automatizado com câmeras – potencialmente a câmera poderia estar no próprio ônibus.

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    • (quis dizer “Espero que seja implementado em toda extensão dessa avenida [em breve]”)

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    • Uma vez que fica na direita e há ruas e entradas, inevitavelmente as câmeras devem pegar não somente a presença do carro na via e sim a circulação do mesmo. Não é assim tão complicado, mas a prefeitura não consegue nem fazer os relógios funcionar, então não vai acontecer tão cedo.

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      • Com certeza, esse tipo de infração requer vídeo para ter uma prova robusta e incontestável, justamente pra permitir as exceções de conversão e acesso a lotes lindeiros. Prova em vídeo, em termos jurídicos, não é nada impossível; já vi algumas cidades nos EUA utilizando isso, essencialmente mandando um link pro vídeo da infração junto com a multa.

        Isto dito, é um bocado complicado de automatizar 100% desse processo logo de saída, pois não é tão simples como medir a velocidade como o pardal faz. Mas quiçá uma primeira iteração mais “manual” possa ser tentada: câmera no ônibus, gravando continuamente; quanto o motorista de ônibus achar que um carro lhe obstruiu, aperta um botão que marca que uma potencial infração ocorreu naquele horário. Ao final do dia, as infrações em potencial são avaliadas por algum fiscal, que emite a multa propriamente dita se for o caso.

        Se isso for aplicado continuamente por alguns meses, potencialmente já poderíamos até ter uma massa de dados suficiente para se treinar uma rede neural capaz de detectar as infrações sem intervenção do motorista.

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