Os dois novos prédios do Hospital de Clínicas são entregues em Porto Alegre

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A obra demorou cinco anos e teve o investimento de quase R$ 500 milhões. Nova emergência, três vezes maior do que a antiga, deve começar a funcionar em janeiro de 2020.

O consórcio responsável pela obra do Hospital de Clínicas, em Porto Alegre entregou as chaves de dois novos prédios à direção do HCPA nesta terça-feira (1º). A obra demorou cinco anos e teve o investimento de quase R$ 500 milhões.

A nova emergência é três vezes maior do que a antiga (de 1.700 m² para 5.159 m²) e deve começar a funcionar até janeiro do ano que vem. A capacidade de atendimento segue com 50 leitos, sendo nove para a Pediatria. A ocupação da área está condicionada à aprovação do Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI), já protocolado no Corpo de Bombeiros, e à obtenção do Habite-se junto à prefeitura.

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Foto: Ricardo Giusti / PMPA

Obras complementares seguem sendo realizadas, como a construção de uma passarela para ligação entre o Bloco A e o Bloco C. Também são definidos o sistema viário e o fluxo de medicamentos, alimentos, roupas hospitalares, resíduos e outros itens no complexo hospitalar.

Metade das 40 salas cirúrgicas entra em operação até o fim de 2020. O restante depende da compra de equipamentos que chegam a R$ 100 milhões.

Diariamente, são 1,5 mil consultas, metade delas para pacientes do interior ou de outros estados. Uma em cada quatro cirurgias de alta complexidade feitas no estado acontece no Clínicas.

Jornal O Sul

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Maquete da unidade ampliada do HCPA | Imagem: HCPA



Categorias:Outros assuntos

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5 respostas

  1. Alguém lembra a “missa” que foi com o meio ambiente a época, antes de começar esta obra, por causa das árvores no local ?

    Lembro que o assunto veio a tona pois o pessoal do HC não conseguia progredir na busca das licenças ambientais (sim, sempre elas) e também tinha um empecilho do patrimônio historico.

    Agora tá todo mundo feliz na esperança de um novo e referencial equipamento de saúde para o Estado.

    Seria interessante fazer um levantamento sete tipo de situação, onde um grupo se opõem a alguma intervenção e no final ela se mostra positiva, tipo o pessoal que era contra a instalação dos aerogeradores por conta das rotas das aves migratórias no litoral, ou aqueles que eram contra o Grêmio se mudar do olímpico, ou o pessoal que não queria a retirada de algumas árvores da praça Júlio Mesquita….

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    • A questão era mais a paisagem do que as arvores em si. Questionava-se o porquê de não construir os novos hospitais no interior do quarteirão na área onde há um campo de futebol.

      As pessoas não eram contra o hospital, e não estavam defendendo “as arvores”, e sim a paisagem urbana. Ainda acho que seria bem mais agradável para os pacientes olhar para a natureza do que para o corredor de onibus da Osvaldo Aranha, abrir a janela e olhar os passarinhos do que receber o gás carbonico de uma caminhão na fuça, mas essa é a minha opinião e eu não sei de nada. Inteligente são os outros.

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      • Desculpe discordar, mas pelo que sei não era bem assim a coisa.
        Em primeiro lugar, as questões eram na verdade relativas a meio ambiente e patrimônio histórico, muito mais amplas do que ver árvores e ouvir passarinhos pela janela, tanto é que eram estas licenças que travavam o início da obra e assim que foram emitidas a construção começou. Não houve mais qualquer outra discussão sobre paisagem urbana ou orientação de janelas.
        Em segundo lugar, não existia essa de “as pessoas”. A coisa não era pessoal e sim, burocrática. Não era achismo – era morosidade e dúvidas na interpretação técnica.
        Em terceiro lugar, o que gerou a polêmica e levou este tema à mídia não eram questões pertinentes a projeto – se seria melhor este ou aquele layout. O que emperrava a obtenção de licenças tinha a ver com o macro e não o micro, eram questões da inserção do edifício no local como um todo em base a meio ambiente e fatores de patrimônio, como comentei acima.
        Se a janela abre para frente ou para trás, tenho certeza que ótimos profissionais graduados e especializados no assunto foram muito bem pagos para resolver isso e se responsabilizar tecnicamente por qualquer problema que posa ocorrer a partir de suas decisões. Lembro que geralmente nem metade da área de um hospital corresponde a leitos.
        .
        Obviamente que abrir a janela e “olhar os passarinhos” é bem mais agradável que “receber o gás carbônico dos ônibus”, mas quando se tem um um projeto e um prazo com dinheiro a disposição para executá-lo existe uma relação entre MELHOR NÃO PERFEITO x FICAR SEM, em contagem regressiva do tempo (lembro que se correu o risco real de perder a verba por não cumprimento de prazo).

        A bem da verdade, acompanhei o caso na mídia e nunca ouvi falar de que havia qualquer grupo ou entidade não vinculada à administração pública pleiteando qualquer coisa neste tema que não fosse a imediata liberação das licenças para construção.

        Ouro detalhe. A área do campo de futebol pertence à ASHCLIN, que é a associação de servidores do hospital de clínicas e não acho que seja uma tarefa fácil removê-los dali (pra não dizer impossível)

        .

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  2. Podiam botar essa construtora aí pra acabar aquela obra do Ernesto Dornelles. Aquilo tá lá faz uma década, eu acho.

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  3. Prefeitura funcione de o habite-se logo

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