Ônibus migrarão da BR-116 para a BR-448

BR-448-BR-116

Jornal Metro – Porto Alegre – 18/12/2013



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, onibus, Rodovia do Parque

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8 respostas

  1. eu quero ver a tranqueira que vai ser na saída da 448 em Sapucaia…

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  2. Se já vai ter o corredor para ônibus na Castelo Branco, porque também não destinam uma faixa exclusivamente para os ônibus na 448? Agilizaria bastante a vida das pessoas que se deslocam de Portão, Nova Sta Rita, Montenegro etc, em direção à Porto Alegre.

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    • Sabia que vinha gente co essa ideia, cheguei a apagar o que ia escrever.

      Não tem muito sentido fazer um corredor ali, sem ninguém por perto pra embarcar/desembarcar. Muito mais útil seria na 116, podendo pegar e largar gente em todo o trecho, num sistema BRT com possibilidade de ultrapassagem e linhas expressas, que parariam em algumas estações apenas.

      Mas isso não faz muito sentido pois tem o trem do lado.

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      • Realmente, me parece que é vazio ao redor da rodovia, com poucos ou nenhum empreendimento no local, por isso, nesse contexto, não faz sentido ter uma faixa dedicada aos ônibus. Porém, conheço um grande número de pessoas que está se mudando para Nova Sta Rita e região, por causa da tranquilidade e do baixo custo de vida. Se houvesse essa oferta, provavelmente mais pessoas iriam morar lá, aumentando a demanda.

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  3. Algumas cidades eu até entendo, como Santa Rita, ter ônibus até Porto Alegre, mas o monte de linhas que tem sobrepostas ao circuito do TRENSURB é muito ruim. Mais ônibus dentro das cidades levando gente pro trem, mais trens levando a galera pra capital.

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    • Não entendo muito do assunto, mas acredito que para o TRENSURB aumentar a capacidade demande um investimento considerável, pois aparentemente ele já está operando no limite. Talvez (e falo isso como um chute pois realmente não sei) seja necessário mudar a bitola dos trilhos e comprar novos modelos para aumentar a frequência do trensurb.
      Por mais que haja um metrô, sempre haverá trajetos de ônibus. A redundância às vezes pode ser desejável, apesar de aparentemente ser ineficiente. Resta à Metroplan dar prioridade aos ônibus nesses trajetos intermunicipais. Vi uma palestra na qual o Oscar Escher falou que estão num trabalho árduo de convencer a prefeitura de Cachoeirinha ceder espaço para faixas prioritárias para ônibus e bicicleta, sendo assim uma parceira fundamental para garantir a mobilidade naquele eixo.
      Resta sabermos quando haverá tal ação também no eixo POA-NH.

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      • Qual a necessidade de mudar a bitola dos trilhos? A linha pode estar operando no limite atual, com os 3 minutos de intervalo que os atuais sistemas de sinalização e controle ATC e ATS permitem. Porém, os trens podem andar acoplados em até 3 unidades (num total de 12 vagões), simplesmente comprando-se mais trens (coisa que já está sendo feita).

        O diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, disse que após a chegada dos 15 novos veículos, os trens começaram a andar acoplados em duas unidades no horário de pico. Tanto que já vi uma dupla acoplada em testes, uma vez parada no estacionamento da estação Anchieta, e outra vez andando vazios.

        Com um investimento maior, poderiam ampliar em mais 100 metros as estações, permitindo acoplar 3 unidades, e instalar o sistema CBTC, que dispensa o maquinista e permite intervalos de 75 segundos entre os trens.

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        • Ótimo comentário! Me parece que é isso mesmo. O problema é só o intervalo entre os trens e consequentemente falta de composições. Talvez trens mais novos possam andar mais rápido. Emparelhando com o carro, percebo que eles circulam a uns 100 por hora, talvez uns 120 seja plausível somente com a mudança das composições.

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