Nova Iguaçu receberá R$ 252 milhões para implantar aeromóvel

Nova Iguaçu é uma das cidades do Rio que acaba de ter o projeto do Aeromovel – veículo leve sobre trilhos, aprovado pelo Programa de Aceleração do Crescimento – Mobilidade Grandes Cidades, que contempla cidades com população acima de 700 mil habitantes.

O anúncio foi feito pela presidente da República, Dilma Rousseff, hoje (24-04), em Brasília e será publicado amanhã (25-04), no Diário Oficial da União. No total, apenas 24 cidades do país foram beneficiadas pelo Governo Federal, que investirá R$ 18 bilhões nos projetos de mobilidade.

Nova Iguaçu vai receber do governo federal uma verba no valor de R$ 252 milhões para viabilizar o projeto no trecho que liga o Bairro Cabuçu ao Centro.

O Aeromóvel, um moderno sistema de circulação viária, vai revolucionar o transporte público na cidade e reestruturar a arquitetura urbana.A prefeita Sheila Gama esteve presente na solenidade, acompanhada do Secretário da Cidade, José Rogério Bussinger Namen. “Nosso projeto foi avaliado tecnicamente e, diante da viabilidade de realização, dentro dos parâmetros adotados pelo governo federal, fomos contemplados. É para mim motivo de muito orgulho e alegria ver Nova Iguaçu avançando em mobilidade urbana, ver nosso esforço para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Um sonho que com determinação e competência estamos transformando em realidade”, disse a prefeita Sheila Gama.

Aeromóvel

A Prefeitura já publicou edital de concorrência para a implantação do aeromóvel e reativação do aeródromo do município. A realização da obra será feita em parceria com a iniciativa privada.

O passo inicial para a implantação do projeto será a instalação de 4,5 km de plataformas suspensas com cerca de sete metros de altura e a construção de oito estações no Centro para possibilitar a circulação do aeromóvel.

O aeromóvel é um sistema de veículos leve sobre trilhos e sairá do terminal da Coderte, no Centro, para o bairro de Cabuçu. Já foram detalhados os traçados do anel central de uma outra linha que ligará o Centro a Santa Rita, passando pelo Aeródromo e pelo Hospital Geral de Nova Iguaçu – HGNI. Posteriormente, a rota poderá ser ampliada e estendida até o Arco Metropolitano.

DD On line



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44 respostas

  1. Anúncio interessante. Vou aguardar para conferir depois de pronto como ficaria em relação a um trem elevado elétrico, que é uma tecnologia consolidada. Quero ver como o aeromóvel se sai diante de um fluxo grande de pessoas, um caminho mais longo e exigências de disponibilidade.

    A única linha de aeromóvel em operação no mundo, em Jacarta, é praticamente um brinquedo, que não serve como prova de viabilidade ainda.

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    • O que mais me decepciona é isso. Gente que joga pá de cal por pura picuinha, invejinha… não sei… Vai atrás cara, vai pesquisar. O sistema já está em testes faz 30 anos.

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    • Eu acredito que os impactos da quantidade de pessoas utilizando o serviço (tempo de embarque e peso) são suficientemente fáceis de estudar, mesmo na linha curta do protótipo de Porto Alegre ou na de Jacarta. Celeridade no embarque é relativamente fácil de atingir, basta ajustar o tamanho das portas e layout interno do veículo. O peso é uma questão interessante, considerando que os passageiros seriam uma fração bem maior do peso se compararmos com outros sistemas. Pelo menos é fácil de simular, nem que seja com sacos de cimento 🙂

      Quanto a questão da distância, temos que ter em mente que o aeromóvel permite a operação com múltiplos grupos propulsores, distribuídos ao longo da linha. Por questões de praticidade, em princípio teríamos um grupo propulsor instalado junto à cada estação, mas nada nos impediria de ter um propulsor “no meio do caminho” entre uma estação e outra. Pelas pesquisas que eu li[1], o ideal é que a distância entre os grupos propulsores no sistema seja mais ou menos igual, pois isso aumentaria o desempenho geral do sistema, já que nunca pode-se ter dois trens no mesmo trecho (i.e. entre um propulsor e o outro). Nesta pesquisa também se estimou a distância de 700 metros entre propulsores como ideal em termos de regime de aceleração e frenagem, distância que é bem razoável para distância inter-estações.

      [1] uma dissertação orientada pelo Prof. McDowell da UFRJ. O Diego Abs colocou aqui faz um tempinho, não acho o link agora

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    • O veículo com capacidade nominal para 300 passageiros da linha piloto chegou a transportar 380 pessoas durante testes nos anos 80. Capacidade não é, nem nunca foi, um problema. É simples mecânica de fluidos.

      A questão da disponibilidade é interessante, pois um sistema com tantas redundâncias no subsistema de propulsão e com um veículo tão simples (menos partes móveis e menos equipamentos embarcados), tem poucas situações em que seria necessário parar a circulação. A confiabilidade foi atestada pela UFRGS em diversos trabalhos.

      O Aeromovel de Jacarta não é um “brinquedo”. Assim como o monotrilho dentro do Walt Disney World em Orlando não é um brinquedo também. É absolutamente falacioso o pensamento de que um sistema de transporte dentro de um complexo (aplicação não urbana) configura-se em um brinquedo. Essa é uma alegação que só pode vir de neófitos na área de sistemas de transporte. Sugiro visitar a Indonésia e depois emitir um parecer embasado.

      Quanto a questão de longas distâncias, incorre-se no senso comum de desconhecer que uma linha de 10km em uma metrópole não significa um escoamento de ar ao longo de 10km. Sugiro um estudo mais aprofundado do sistema de propulsão, incluindo as válvulas de isolamento de trecho, para poder entender mais claramente como o sistema funciona.

      Sugiro também que faças o cálculo das perdas pela resistência ôhmica em catenárias de rede aéreas para os trens elétricos, bem como nos rebaixamentos de tensão, conversões AC/DC etc. O que ocorre com o Aeromovel, também ocorre com outros sistemas. Na natureza não existe mágica. E não existem soluções, mas sim opções. Em engenharia, quando se seleciona uma rota tecnológica, se abre mão de algumas características em pról de outras, conforme cada aplicação. É o que se chama compromisso de propriedades.

      Diego.

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      • Diego Abs sempre agregando comentários embasados e de alta qualidade. Pesquisa aí Adriano, e se tu conseguir entender alguma coisa, tenta enriquecer teus argumentos com fatos, e não com argumentos vazios, furados.

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      • Diego

        Uma perguntinha que me veio a mente, será que em Jacarta falta luz como em Porto Alegre? Pois se faltar com o Aeromóvel no meio do trajeto vão ter que chamar os bombeiros para tirar todos de cima do trilho.
        Imagine o seguinte cenário, uma senhora grávida em vias de ter um filho, falta luz! O que ela faz? Salta de paraquedas? Desce por uma escadinha de emergência? Caminha sobre o trilho? Será que já pensaram nisto?

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  2. Nao queria ter que defender a Guerrilheira de Brasilia, mas escrevem cada bobagem que chega ate’ a dar vergonha. Nova Iguacu e’ uma cidade de 800.000 habitantes e, por isso, tambem esta’ no PAC Grandes Cidades (nao, Porto Alegre nao e’ a unica). A diferenca e’ que recebera’ 250 milhoes para fazer o aeromovel, enquanto que POA, Curitiba e BH, por ex, receberao 1bilhao para fazerem o metro. Tem gente com complexo de inferioridade por ai que devia procurar um psiquiatra o mais rapido possivel. POA ta’ recebendo o mesmo que Curitiba e BH, nao adianta mimimi, porque o dinheiro e’ o que tem.

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    • Não, tem muito mais dinheiro do que isso nas mãos do ladrão, digo, União. MUITO mais.

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      • Exatamente por posturas como estas que a cidade de Porto Alegre e o Estado fica fora das reivindicações ao governo Federal.
        Me lembro que quando a Ioda foi eleita, também foram eleitos uma série de governadores do PSDB, porém com uma diferença, na primeira reunião com o Lula todos os governadores TODOS OS GOVERNADORES DO PSDB, exceto a IODA, estavam no palácio do planalto puxando o s… do Lula e a Ioda não foi porque era oposição ao governo federal, só ela, claro, o que ganhamos com isto, nada, já Minas, São Paulo,…..

        Estas posturas bestas que levam o nosso estado para trás.

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        • Eu não discordo de ti neste ponto. Eu só estou dizendo que em uma federação de verdade, os estados e municípios não deveriam ficar babando o ovo da união para conseguir fazer investimentos de infraestrutura.

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        • Mobus.

          É possível se fazer um discurso político contra a falta do federalismo, mas enquanto estiver assim “é o que a casa oferece!”.
          Um governador, um prefeito, um senador e um deputado, não pode em função de sua ideologia simplesmente abrir mão de recursos federais. São Paulo, a pátria mãe dos Tucanos (e cheia de grana), nunca abriu mão de uma boa convivência com o governo central. Eles levam a grana e nós não.

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  3. ^^ falou tudo!!

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  4. É uma vergonha absoluta isso. Porto Alegre teve o projeto CANCELADO pelo governo federal. Há décadas aguardamos o aeromóvel. E o governo vai investir numa cidadesinha de quinta do Rio de Janeiro? Que humilhação para o povo gaúcho. O mais estúpido é que aceitamos essas barbaridades como uns idiotas conformados.
    Agora uma cidade dormitório do Rio de Janeiro vai ter o NOSSO aeromóvel e nós com corredores de merda de ônibus.
    O Brasil ri da nossa cara dia após dia e nós ainda nos orgulhamos de sermos brasileiros!
    Que vergonha!

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    • Em tudo é assim. É uma marginalização escancarada e ainda muitos são do contra e ficam indignados quando se fala em separatismo.

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    • Eu acho que não é bem por aí.
      Em primeiro, Nova Iguaçu tem 800 mil habitantes. Não é uma cidadezinha, há muita gente para se locomover.

      Em segundo, tomara que implantem logo essa tecnologia em todos cantos possíveis, pra provar logo que é viável e inteligente.

      Em terceiro, a administração municipal de Nova Iguaçu elaborou o projeto e fez seu papel. Agora receberá a verba para implantação. Não culpem somente o incompetente governo federal. Os administradores incompententes da nossa cidade tb tem culpa nisso. Estão sempre se reunindo e dizendo que conversam sobre o assunto, mas nunca elaboram o projeto. Quem sabe parar com essa choradeira de que somos marginalizados e trabalhar por nós mesmos gere mais resultados.

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  5. Ouvi uma entrevista do Coester no rádio certa vez e ele disse: “O lóbi dos fabricantes de motores a combustão interna barraram o uso da turbina em aviões por 50 anos, o Aeromóvel está parado por só 30 anos, é muito recente”

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    • Celso
      E o caso das turbinas é escandaloso, pois o rendimento de uma turbina em relação aos motores convencionais é muito maior. Parece, não tenho muita certeza, que a Jaguar vai lançar ou já lançou um carro com turbinas.

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      • Complementando, eu não conheço os dados técnicos, mas o Aeromóvel é extremamente eficiente, pois ele não precisa carregar junto o seu combustível nem o seu motor e toda a parafernália que isso representa.

        Um Aeromóvel é basicamente um abrigo para o passageiro extremamente leve, e isso o torna o veículo de menor peso morto que existe no mundo.

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        • O motor fora do veículo tem vários outros benefícios: poderíamos facilmente ter um sistema redundante, instalando sempre dois motores por vez e mantendo apenas um ativo na operação. Isso não só facilita a manutenção como também diminui o impacto de eventuais falhas nos motores.

          Eu até diria que essa abordagem é essencial para o aeromóvel, pois a falha de um dos propulsores no meio da linha poderia acarretar em parada de toda a linha.

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        • Muito bom! Não tinha pensado da redundância! Isso reduziria a possibilidade de parada ao mínimo!

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        • Sem contar no fato de ser um veículo muito silencioso. Gera um ruído baixíssimo. Muito menor que ônibus, carro…

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        • Sim, temos essa questão do ruído: é muito mais fácil controlar o ruído de um motor externo estático, pois praticamente não há limites na quantidade de material isolamento acústico que pode ser empregado.

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        • E quanto à perda de energia na transferência entre ventilador e vela? E quanto às perdas de pressão por isolamento do canal de vento? Como fica a manutenção de uma rede de trilhos que tem que atender exigências de vedação, coisa que trilhos comuns não estão sujeitos?

          Qual o peso de um motor elétrico de um VLT? É tão pesado, em relação ao peso de carro+passageiros, que compensa a perda de energia pela maior distancia entre motor e vela?

          Tem muitas perguntas não respondidas aí. Aparentemente, nossos repórteres não sabem o suficiente de física para fazer estas perguntas.

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        • Adriano

          Os teus questionamentos são procedentes. Vo colocar algumas respostas que talvez te satisfaçam.
          A concepção do aeromóvel é de contrabalançar as perdas de energia por vazamentos e outras questões que colocaste pela não necessidade de peso para a tração. Explico melhor. Todo o veículo tracionado sobre trilhos necessita de uma massa mínima para permitir que o atrito estático trilho-roda para poder subir ladeiras (o transporte urbano deve aceitar declividades muito maiores do que o transporte convencional de trens) logo o peso dos motores elétricos e da estrutura é desejável. Não é nada complicado calcular isto, são aqueles velhos problemas de atrito em plano inclinado que são dados para se resolver nos vestibulares!
          Quanto o aeromóvel há algumas incógnitas que não foram totalmente resolvidas, em locais planos ele funciona muito bem, porém em planos inclinados há sérias dúvidas, pois a o empuxo causado pela diferença de pressões entre a parte montante e jusante da vela deverá ser suficientemente forte para vencer não só as resistências mecânicas como a componente vertical do peso do sistema como um todo. Devido a isto o aeromóvel deve ser relativamente pequeno e com sua cabine a mais leve possível.
          Nunca vi os cálculos da diferença de pressões que a vela do aeromóvel consegue, porém se soubermos esta diferença de pressões é só multiplicar pela área da vela e temos o empuxo máximo possível. Este empuxo deve ser maior do que a componente vertical do peso do aeromóvel mais passageiros mais a resistência mecânica ao deslocamento.

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    • Bah. Usar turbina em carros é uma besteira sem tamanho. Turbina não se presta nem mesmo para uso em caminhões que passam a maior parte do tempo em velocidade constante…

      Uma turbina demora muuuuito para acelerar. Talvez num carro elétrico, onde apenas recarregaria as baterias, fosse uma opção viável.

      http://en.wikipedia.org/wiki/Chrysler_Turbine_Car

      http://revista.webmotors.com.br/antigos/chrysler-turbine-ele-usou-turbina-de-aviao/1334081131438

      O fato do engenheiro Coester ter falado nisto reduz a credibilidade dele, pois qualquer engenheiro mecânico sabe que isso é inviável.

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      • Adriano

        Existe hoje em dia fábricas especializadas em micro-turbinas para geração de energia e automotivo Mitsubishi, Capstone, Bladon e outras. A aceleração é compensada em carros híbridos pela tração elétrica. As principais vantagens de uma turbina é o rendimento (turbinas trabalhando a rotação constante para a geração de energia atingem rendimentos duas ou mais vezes do que motores convencionais). O custo ainda é alto e a pressão para não homologação destes veículos para o transito público é enorme, pois se colar retira do mercado todas as montadoras tradicionais, onde o motor é o que caracteriza a marca.
        Elas são mais leves e menores e com carros híbridos não precisam de caixa de mudanças nem de transmissão!
        Dizer que é uma bobagem o uso de turbinas em automóveis é uma bobagem maior ainda.

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      • Adriano Silva, você é parente do Cloraldino??? Com esse “cerébrinho”, só pode…

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  6. Perdoem a minha ignorância, já falei que não tenho conhecimento da área, mas será que não seria mais viável e até mais bonito espalhar estes aeromóveis por porto alegre, ao invés do metro que só sairá, se sair, depois das eleições?

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    • Eu acho que cada estação do metrô deveria ter um “braço ” de aeromóvel, alimentando diversas areas da cidades. E onde não fosse possível implantar o aeromóvel, o mesmo seria integrado com o BRT (o de verdade não o de “mentirinha” hehe). Sonho meu.

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      • É um caminho, e é o que estão propondo para Canoas. Vamos ver se funciona.

        Quanto a integrar com BRT nesses casos não sei se seria adequado: o BRT tem que ser um tronco para funcionar direito, conectando os passageiros para outros ônibus locais, que funcionam da forma tradicional.

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    • Camile,

      Com certeza é viável utilizar o aeromóvel em Porto Alegre, formando uma rede com várias linhas integradas. No entanto, no caso específico do eixo da Assis Brasil, a densidade e a demanda são tão altas que só o metrô pode dar conta.

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    • Antes de mais nada, quero deixar claro que sou a favor do Aeromóvel e do Metrô ao mesmo tempo.

      O aeromóvel é mais viável inclusive que corredores de ônibus, contando que libera duas pistas para automóvel e diminui consideravelmente o alto índice de atropelamentos nos corredores, que é altíssimo.

      Mas o problema que temos não é viabilidade ou estética, e sim máfia dos ônibus. Levantar a hipótese de instalar aeromóveis em Porto Alegre é como atiças os marimbondos e fazer com que os vereadores apoiados por essas empresas de ônibus se unam para barrar o projeto, sem contar outros políticos…

      Enquanto isso, melhor ficarmos quietinhos e nos contentarmos com apenas um no Aeroporto, de menos de 1km, longe do centro e com pouca demanda. Depois que as pessoas conhecerem e experimentarem a suavidade e praticidade do Aeromóvel, não terá mais volta. Por enquanto eu quero é que instale apenas uma linha do aeromóvel para criar pressão política. Espalhá-los por Porto Alegre e várias cidades é consequência.

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      • Se estamos colocando um transporte de mais capacidade, é fundamental para viabilizá-lo que a demanda aumente. Uma forma óbvia de aumentar a demanda por ele é torná-lo mais atrativo para quem anda de carro. Se você cria mais faixas de carro, você está indo contra esse objetivo.

        O ideal é manter o mesmo número de faixas de antes, substituindo o corredor por um canteiro mediano harmônico, um boulevard. Isso ainda tem a vantagem secundária de permitir ilhas de conversão à esquerda e retornos, coisa que é impossível hoje com os corredores e que seria impossível transformando os corredores em pistas.

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        • Concordo plenamente, ou quem sabe até ciclovias ou alargamento de calçadas… é que eu penso que se a implementação do Aeromóvel trouxesse vantagens extras para os automóveis, haveria melhor aceitação dos motoristas e dos meios de comunicação, incluindo a aceitação dos custos iniciais de implementação.

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        • Em Montevideo tem uma avenida muito bonita de entrada na cidade, com um canteiro central ajardinado, repleto de esculturas e bustos de vultos históricos do Uruguai… Se não me engano a Av. se chama Itália. Imagina só a Farrapos sem aquele corredor degradante, com um canteiro central cheio de obras de arte indo da Sinoscar (frente estação farrapos do trensurb)até o centro. Todos aqueles prédios da Farrapos reformados (o maior e mais importante acervo edíficios art Deco do sul do Brasil )… Isso sim seria um distrito histórico decente!

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        • Pois é. Minha ideia com a Farrapos é até um pouco mais radical. No trecho norte da Avenida, isto é, da esquina com a Almirante Tamandaré até a Sertório, temos duas avenidas correndo em paralelo, a Pernambuco e a Franklin Roosevelt.

          Durante a obra, estas avenidas já são ótimas candidatas a funcionarem como desvios da farrapos, uma para o norte e outra para o sul. Minha proposta é que se mantenha o desvio mesmo após o final da obra: a superfície da Av. Farrapos seria convertida em um boulevard, com belos canteiros, calçadas espaçosas, quadras esportivas e etc. Naturalmente, haveria ainda nela algum tráfego veicular, mas este seria somente local, com velocidades bem menores.

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        • Celso, entendi teu argumento, mas acho que o poder público não tem que fazer isso. Tem situações que o povão não entende a vantagem da decisão técnica imediatamente porque ela é contra-intuitiva, mas certamente este mesmos que começaram insatisfeito vão concordar anos mais tarde.

          Politicamente é complicado, eu sei, mas isso é o mal do mandatos curtos. Seis anos para prefeito seria bem melhor. Poderíamos até ter algum esquema de recall se for o caso.

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    • Primeiro deve-se construir o mais difícil (e mais caro), a linha de metrô e depois as linhas de aeromóveis que no caso de Poa seriam auxiliares a linhas de metrô ou do Trensurb.

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  7. Enquanto isso, na capital do mundo… (ironic)

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  8. Enquanto isso, em Porto Alegre…..

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  9. Achei uma thread no SSC com algumas informações. Não sei quão atualizado está, nem se é o que vai ser implementado agora com esse dinheiro, mas tem uns renders bem legais ali. Talvez falte isso a Porto Alegre, uns projetos apresentáveis com renders decentes.

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1250051

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