Recursos para 14 obras de mobilidade urbana serão liberados

 Liberação de R$ 424 milhões também significa redução de juros anuais Liberação de R$ 424 milhões também significa redução de juros anuais.  Foto: Divulgação/PMPA

Liberação de R$ 424 milhões também significa redução de juros anuais. Foto: Divulgação/PMPA

O secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, em reunião, em Brasília, nesta terça-feira, 18, com o subsecretário do Tesouro Nacional (STN), Eduardo Coutinho Guerra, conseguiu a autorização do aval necessário para avaliação e assinatura da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), com objetivo da liberação de R$ 424 milhões para as 14 obras de mobilidade urbana de Porto Alegre. O secretário Urbano, também esteve reunido com a procuradora e coordenadora de Assuntos Financeiros da PGFN, Ana Paula Lima Vieira, para solicitar urgência na análise e assinatura dos contratos de garantia e contra garantias. Conforme a procuradora, a assinatura dos contratos deve acontecer nos próximos dias.

O Ministério da Fazenda já havia autorizado o aval da União para os contratos das obras de mobilidade no valor de R$ 424 milhões. Esse aval significa uma redução da taxa de juros anual de 3,4% para 2,1% dos contratos já firmados com a Caixa Econômica Federal em 14 de janeiro passado, porém não foi possível realizar os desembolsos e os reembolsos dos valores contratados, pois o aval ainda não foi concedido.

No dia 14 de janeiro, o prefeito José Fortunati, o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, o secretário nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Julio Eduardo dos Santos, e o vice-presidente de assuntos de governo da CEF, Gilberto Óckio, assinaram os oito contratos de financiamento com a Caixa Econômica Federal (CEF), referentes aos valores necessários as 14 obras de mobilidade urbana.

Prefeitura de Porto Alegre

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Obs.: SOBRE O VIADUTO DO COMPLEXO DA RODOVIÁRIA

Segundo pesquisa realizada pelo leitor Luiz Felipe, nesta página do site da prefeitura, o viaduto da rodoviária NÃO ficará pronto até a Copa.

Conforme ele me fala por e-mail, foram feitos 6 aditivos na obra, sendo que o último deles, prorroga por 120 dias o prazo de conclusão, prevendo ficar pronto somente no dia 7 de julho de 2014, ou seja, quando já não haverão mais jogos em Porto Alegre.

Veja aqui fragmento do início do termo Aditivo, e clicando aqui para vê-lo inteiro.

aditivo-viaduto-rodoviaria-10-02-2014



Categorias:Obras da Copa 2014

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6 respostas

  1. Tai a explicação o motivo das obras andarem lentamente,os aditivos.

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  2. Porque será que não estou surpreso?

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  3. Mas agora?

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  4. Nada empolgante… o nosso IPTU, IRPF, ISSQN, etc crescerão acima da inflação para cobrirmos os rombos do governo federal, estadual e municipal. Não consigo ver como alguém conseguirá fazer mais dinheiro com uma via duplicada em regiões já saturadas de edifícios e gente. Para que essas obras fossem sustentáveis, seria necessário haver uma perspectiva de retorno financeiro.

    É o que acontece quando alguém tira um empréstimo para iniciar um negócio: deve haver uma perspectiva de que o retorno financeiro supere os juros do banco. Isso eu não consigo vislumbrar nessas obras de mobilidade.

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    • Não é assim que funciona.

      Uma obra de mobilidade deste tipo não reverte em dinheiro por si, tal qual se esperaria de um investimento normal.

      Há pessoas perdendo tempo em congestionamentos e empresas tendo despesas com manutenção. Essas perdas são enormes, maiores que os custos das obras. Uma vez feita a obra as pessoas irão se locomover mais rápido e portanto poderão trabalhar mais (e produzir mais) ou estudar (para produzir mais no futuro), enquanto as empresas terão custos menores e poderão investir em aumento de produção por exemplo. Tudo isto é mais dinheiro gerado na economia, mais impostos, mais empregos, e em teoria mais desenvolvimento.

      Já ouviste falar sobre o colapso da infraestrutura no Brasil? É disso que estamos falando.

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      • Exatamente… É por isso que PoA vem perdendo espaço frente às demais cidades do RS. PoA só não faliu de vez porque existe todo o aparato governamental aqui e esses recursos acabam fluido para o comércio e serviços.

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