Piratini protocola projeto em prol de estruturas temporárias da Copa

Governo espera arrecadar R$ 25 milhões por meio de isenções fiscais

O governo do Estaod protocolou nesta quarta-feira o projeto que prevê isenções fiscais de até R$ 25 milhões para empresas interessadas em investir nas estruturas provisórias que serão utilizadas durante a Copa do Mundo. O montante será atingido por meio de isenções do ICMS.

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O projeto de Lei do Executivo 17/2014 institui o “Programa de Apoio à Realização de Grandes Eventos no Estado do Rio Grande do Sul em 2014” e define como estruturas complementares o apoio à infraestrutura “predial, à mobilidade urbana, à tecnologia da informação, à aquisição e locação de equipamentos, à contratação de serviços, e as demais necessárias à realização do evento”.

As estruturas foram consideradas fundamentais para a realização do Mundial em Porto Alegre. O secretário-geral da Fifa, Jéromê Valcke havia cobrado uma solução até esta quarta-feira. No fim da semana passada, o presidente colorado, Giovanni Luigi, descartou colocar dinheiro do clube nas estruturas e afirmou que a realização da Copa na Capital estava sob risco.

Correio do Povo

 



Categorias:COPA 2014

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5 respostas

  1. E o estado devendo 42bilhoes,Povo que não tem parlamento é povo escravo.O que nós somos?

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  2. E o povão morrendo no Conceição…

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  3. Meu Deus, que falta de planejamento e compromisso!
    Vai ser uma correria de última hora para deixar estas estruturas prontas para a Copa.

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  4. Lógico que viria de do nosso dinheiro… Que dúvida! Antes que venham com mínimo, não ha diferença entre isenção de impostos e pagamento pelo governo. Nos dois casos o dinheiro deixa de estarno caixa uniúnico.

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    • Apesar de chamarem assim, pelo que eu ouvi falar nesse caso não teremos uma simples isenção de impostos (que eu seria a favor), mas uma espécie de compensação de impostos; ou seja, quem investir nas estruturas temporárias da Copa receberá um crédito correspondente para ser usado no pagamento de impostos gerados em outras atividades. Nesse caso recursos certos deixarão de entrar no caixa do governo, o que equivale a dizer que usarão sim recursos públicos em estruturas de um evento privado.

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