Aeroporto Salgado Filho testa novo embarque

Sala provisória eleva a capacidade do terminal em 1,5 milhão de passageiros

Estrutura tem 20 guichês de check-in, ao fundo, sem data para operar ANTONIO PAZ/JC

O primeiro final de semana de funcionamento da nova sala de embarque do Aeroporto Salgado Filho foi tranquilo. Desde sexta-feira, a Infraero começou a operar o Módulo Operacional Provisório (MOP) construído do lado esquerdo do segundo andar do terminal 1 em fase de testes. A intenção é reduzir as filas para embarque. Os 20 novos guichês de check-in instalados em frente ao portão e que deverão ser operados pela TAM ainda estão desativados. Segundo a assessoria de imprensa da estatal, ainda não há data definida para o funcionamento dos guichês, uma vez que a aérea precisa de um período de tempo para se adaptar e finalizar a transferência de suas operações.

Com 280 lugares, sobravam poltronas para os passageiros na tarde do primeiro dia do ano. Com o novo espaço amplia-se a capacidade de acolhimento do terminal 1 em mais 1,5 milhão de passageiros ao ano, que hoje comporta 6,5 milhões de pessoas. No terminal 2, onde atuam Azul e Webjet, a capacidade é de 1,5 milhão de passageiros e deve crescer em mais 1 milhão.

Grande parte das pessoas que utilizaram a sala de embarque ontem retornava para suas cidades de origem após passar as festas de final de ano no Estado. A advogada carioca Denise Martins voltava de um final de semana prolongado em Gramado. Segundo ela, a nova sala melhorou bastante o fluxo no aeroporto. “Está muito melhor que o Galeão”, comparou, referindo ao principal terminal do Rio de Janeio. Denise também elogiou a agilidade e a rapidez do check-in.

O gerente de vendas Vinícius Machado, que embarcava em viagem de férias para o Recife, conta que, após despachar suas malas, os atendentes lhe deram a opção de embarcar pela nova sala e ficou surpreso com as melhorias. A chefe de cozinha mineira Doraci Cardoso da Silva, que viajava com a família pela primeira vez no Estado, estava satisfeita com a escolha turística, principalmente pela ausência de estresse no aeroporto. “Amei toda essa estrutura e foi tudo muito rápido”, disse. Já o maranhense Parente Júnior, em sua terceira viajem ao Rio Grande do Sul, disse que o Salgado Filho era apertado demais e que a cidade merecia essa ampliação.

Jornal do Comércio



Categorias:aeroportos brasileiros

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