Vídeos: A Beira da Copa num Porto pouco Alegre

Série de reportagens sobre as violações de direitos humanos ocasionadas pelas obras da Copa do Mundo 2014 em Porto Alegre. Mostra também a organização das comunidades afetadas para garantirem seus direitos e através do comitê popular da copa porto alegre resistir aos impactos negativos. ESPN Brasil

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Vídeo n.º 2

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Vídeo n.º 3

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Vídeo n.º 4



Categorias:COPA 2014

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11 respostas

  1. Jornalistas fazem qualquer coisa pra provar um ponto, até mesmo mentir, omitir e enganar, por isso, mais do que nunca, o telespectador precisa se instruir e se manter informado para não ser enganado. Aquelas imagens da patrola derrubando casas não têm nada a ver com o assunto da matéria, nada a ver com Copa ou desapropriações, nada a ver com OAS e condomínio Liberdade – que ficam a uns 500m dali – aquilo ocorreu após o incêndio na vila lá perto da Arena. Incêndio esse causado por um cachaceiro morador da localidade.

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  2. A prefeitura não é “santa”! Mas esse sensacionalismo todo retira a razão e a credibilidade da reportagem! Ainda mais utilizando dados falsos (como a tal escritura do senhor lá) e, principalmente, só mostrando o “lado” da “queridíssima e interessadíssima pelo bem do porto-alegrense” Sofia Cavedon!

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  3. Eu não ia falar nada, mas não me aguentei. Que matéria mal feita!!! É sensacionalista e intelectualmente desonesta. Usa argumentos absurdamente simplórios do tipo: “os moradores não irão ganhar ingressos para os jogos da Copa”… A crítica tem que ser fundamentada, embasado com a ilustração do contexto e dos fatos reais. Não digo que as ações e os procedimentos do Poder Público sejam corretas. Mas até para ser fazer a crítica ela tem que ser bem feita. Não basta fazer uma coleção de lamentações e colocar uma música triste de fundo. Isso não é jornalismo.

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  4. Tem muita coisa tendenciosa nessa reportagem da ESPN. Algumas que saltaram aos olhos:

    1) Em nenhum momento eles citam que a grande maioria das áreas desapropriadas são invasões. Ganha cinquenta mil quem invade área pública, mas quem trabalha a vida inteira para adquirir algo não ganha um centavo.

    2) Aquela escritura do chaveiro é mais falsa que uma nota de 3 reais. O Real iniciou em 1994, e o documento supostamente é de 1982. Eu pausei o vídeo e lá diz que foi pago o valor de “R$ 2.000,00 (dois mil Cruzeiros)”. Entretanto, o símbolo do Cruzeiro era Cz$. Outro indício que deixa o documento ainda mais suspeito: fonte Times New Roman em 1982? Sério? Se fosse realmente da época, o documento seria datilografado ou impresso em formulário contínuo em impressora matricial, tecnologias correntes na época.

    3) O que a Vila Liberdade tem a ver com a copa? Absolutamente nada! E o incêndio do ano passado, como uma própria moradora do bairro deixou claro no video, foi causado por um casal que morava na localidade.

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  5. Jamais imaginei que essas informações sairiam na TV.

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  6. Podem falar o que quiserem, me negativem, mas jamais isso acontece no interior. Onde a população é mais unida, mais participativa. Isso que acontece aqui nem quebrando o centro cem vezes vai mudar.A imprensa daqui olha só o lado dos ricos, dos que vivem na Anita, Moinhos, Rio Branco, Tristeza e por ai vai… esquecem de suas periferias, esquecem e não se importam porque essas pessoas estão lá. Até vereador vendeu terreno da prefeitura… e tudo isso ninguém faz nada.
    Um prefeito sem vergonha, seguido de malandros em quase todos os setores públicos. Uma cidade relaxada e que só se preocupa consigo mesmo.
    Cada um escolhe onde querer morar e como pode morar.. mas não esquecer que se eu não me importar com o bem do meu vizinho, jamais conseguirei ficar em paz onde eu moro. Dar as costas pra pobreza e suas vilas é jamais querer uma cidade limpa e organizada.
    Alguma coisa precisar ser feita, porque legado pra carro ta enchendo o saco.

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    • Acho que vc foi bem feliz em seu comentário, luiscamposdc. Só para citar: em Londres, todas as obras da Olimpíada privilegiaram bairros pobres (que são bem pobres mesmo, até para os padrões brasileiros). Lugares esquecidos, como Hackney, onde a maioria da população era de imigrantes africanos e de Bangladesh ganharam inúmeras estações de metrô ( e estamos falando do metrô de Londres e não da caieira do Trensurb), centros comunitários, postos de saúde, parques, parques, parques, muitos parques e áreas verdes. Consequência: enorme queda da criminalidade e tráfico de drogas, que eram altíssimos. Infelizmente, isto não ocorrerá no Brasil, como sabemos.

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  7. Chocado!

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