Novo vídeo sobre AEROMÓVEL – inédito

Em primeira mão, o novo vídeo do aeromóvel:


O vídeo tem cerca de 8 min.

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Categorias:Aeromóvel, aeroportos brasileiros

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12 respostas

  1. Muito bom o comentário do Rogério Maestri!
    Realmente é necessário uma reflexão a respeito do mecanismo econômico do transporte público.

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  2. O preço de nosso transporte público é um absurdo, só para fazer um cálculo, com três pessoas ir da auxiliadora até o centro de taxi é mais barato do que ir de lotação, para ir a auxiliadora até o campus da UFRGS é necessário duas passagens, indo em quatro pessoas num taxi é mais barato e muito mais rápido.
    Os custos que definem o preço da passagem dos ônibus é uma caixa preta para a população, juntam-se alguns técnicos escolhidos a dedo pela prefeitura e a ATP (alguns que são da Carris), mais o secretário e o prefeito e definem o preço da passagem.
    No Brasil é o único lugar do mundo em que se paga adiantado alguma coisa e não se tem desconto, tu abastece o TRI (Tri-caro) e não tem desconto nenhum.
    Chamo a atenção que com a evolução tecnológica os motores dos ônibus se tornaram 20% a 40% mais econômicos e quem ficou com este ganho, certamente o usuário que não.
    O transporte coletivo de Porto Alegre como no resto do Brasil é um absurdo e o motivo disto é o chamado vale-transporte, como? Simples, as pessoas não pagam diretamente a passagem, logo quem paga é a empresa. Isto age de forma a que nas negociações dos preços das passagens os principais usuários não fiquem muito interessados. A longo prazo o que acontece, as pessoas que moram mais longe dos locais que tem possibilidade de trabalhar não conseguem emprego, pois o patrão leva em conta este custo. Outra coisa que também acontece, cidades como Porto Alegre, onde não há mais residências de baixo custo por perto não se consegue mão de obra com baixa qualificação (além de não haver terrenos para a construção de indústrias), com isto as indústrias são transferidas para municípios vizinhos junto com os empregos de gerência e o ICMs.
    Poderíamos dizer que há um emaranhado de fatores que os nossos últimos prefeitos (estou falando dos últimos dez a vinte anos) não conseguem compreender, aí quando a cidade começa a perder dinheiro e importância, ninguém sabe o porque.

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