AEL Sistemas, de Porto Alegre, fornecerá componentes para caças adquiridos pelo governo brasileiro

Caças Gripen suecos adquiridos pelo governo brasileiro

Caças Gripen suecos adquiridos pelo governo brasileiro

Os caças Gripen N, fabricados pela sueca Saab, e adquiridos pelo governo brasileiro, terão entre os seus fornecedores de componentes a empresa gaúcha de tecnologia para a defesa, AEL Sistemas. Subsidiária da israelense Elbit Systems, a AEL inaugurou, recentemente, em Porto Alegre, o seu Centro de Desenvolvimento e Industrialização de Equipamentos Aeroespaciais.

A empresa participa do esforço do governo do Rio Grande para desenvolver o Polo Espacial Gaúcho. Displays, processadores, computadores, software e serviços de integração e suporte de logística, com moderna tecnologia de defesa aérea, serão fornecidos pela AEL para a montagem do Gripen N.

Com larga expertise no segmento, a empresa gaúcha já se envolveu em projetos de modernização de aviões da FAB e de navios da Marinha. Um dos seus feitos mais comemorados foi a apresentação recente do MMM-1, o primeiro microssatelite brasileiro para aplicações militares.

O namoro entre a Saab e a AEL Sistemas não é novo. As empresas honram um memorando de entendimento assinado em 2009, que já naquele ano buscava a identificação de possíveis áreas de cooperação, com vistas ao projeto FX-2, que tem como objetivo a aquisição de caças que permitam a aposentadoria dos defasados Mira.

Revista Amanhã

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Leia matéria da compra dos caças no G1, clicando aqui.

gripenngarte



Categorias:Ciência e Tecnologia, Economia da cidade, Economia Estadual

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8 respostas

  1. Muito bom para PORTO ALEGRE.

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  2. A maioria dos aqui comentam não tem a menor noção de direito internacional com direitos humanos.
    Mas pra qm interessar possa, essa Elbit System é responsável pelo controle dos Checkpoints que impedem o livre-circular dos palestinos em seu território, bem como pelos teleguiados responsáveis pela tragédia humanitária em Gaza. E, na Europa, é forte o movimento de boicote a essa empresa como o próprio artigo da Wikipédia traz:

    On September 3, 2009, the Norwegian Pension Fund’s ethical council decided to sell the fund’s stocks in Elbit due to the corporations supply of surveillance systems for the Israeli West Bank barrier.[23] At a press conference to announce the decision, Minister of Finance Kristin Halvorsen said “We do not wish to fund companies that so directly contribute to violations of international humanitarian law”. The Norwegian Ambassador to Israel was called to a meeting at the Israeli Foreign Ministry where the decision was protested.[24]

    In January 2010, Danske Bank added Elbit to the list of companies that fail its Socially Responsible Investment policy; a bank spokesman noted that it was acting in the interests of its customers by not ‘placing their money in companies that violate international standards’.[25][26] The Danish financial watchdog Danwatch has also placed Elbit on its ethical blacklist,[27] and one of Denmark’s largest pension fund administrators PKA Ltd announced it will no longer consider investing in Elbit, stating “The ICJ stated that the barrier only serves military purposes and violates Palestinian human rights. Therefore we have looked at whether companies produce custom-designed products to the wall and thus has a particular involvement in repressive activities.”[26]

    In March 2010, a Swedish pension fund not wanting to be associated with companies violating international treaties, boycotted Elbit Systems for being involved in constructing the Israeli West Bank security fence.[28]

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    • Vai ver que é por isso que vieram para o Brasil. Aqui há mais mercenários que trabalham no que for, só pelo dinheiro.

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    • Muito bom saber isso!
      Triste saber que uma empresa sediada aqui esteja associada aos crimes cometidos pelos israelenses em Gaza.
      Vergonha para nós.

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